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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Relatos Ufológicos


Um objeto com formato de um prato, com muitas luzes, foi visto por diversas pessoas em vários subúrbios de Campinas, principalmente na Vila Nova, Taquaral, Vila 31 de Março e estrada de Paulínia. "O objeto tinha luzes fortíssimas e uma velocidade espantosa", explicaram as testemunhas. 
Algumas chegaram a informar o fato no Primeiro Distrito Policial, o que, no início, foi interpretado como brincadeira. 
O objeto sobrevoou Campinas, conforme os informantes, apareceu em horários diferentes e, em alguns locais, deixou a população apavorada, principalmente uma mulher, que o viu sobre sua casa. 

(04 de dezembro de 1975) 
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Um objeto estranho, não identificado, em forma de disco, com luzes fortes e uma ponta em forma de bico, foi visto por moradores no bairro Taquaral, Vila Costa e Silva e Vila Nova por volta da meia-noite do dia 2 de dezembro de 1975, às 6 horas, ao meio dia e às 13 horas do dia 3. A notícia logo correu 
pelo bairro e os que viram o objeto falavam de suas diferentes reações, do medo à curiosidade. Num ponto, entretanto, todos concordavam: pelas características do estranho objeto, luminosidade e velocidade, tudo levava a crer que se tratava de um disco voador. 
A primeira pessoa a ver o estranho objeto foi dona Alcina Amaral Ferracini, residente à Av. Carlos Grimaldi, 346, no Taquaral. Pouco antes da meia-noite de terça-feira ela estava no terraço de sua casa, devido o calor, juntamente com seus filhos quando, de repente, viu no céu um objeto estranho, com forma achatada, muitas luzes e uma ponta em forma de bico. Dona Alcina e sua filha Cássia Aparecida, 13 anos, observaram o aparelho por alguns instantes mas, percebendo que ele estava sobre a casa, esconderam-se com medo. 

O mesmo objeto foi visto pelo encanador Luiz Carlos Cavalini, 22 anos, solteiro, residente naquela rua. Ele conta: 
—Às 6 horas, quando saía para o trabalho, vi um objeto bastante estranho no céu, tipo de um disco voador. Ele tinha luzes fortes e um bico. Pelo que pude ver ele tinha uma velocidade bastante grande e de repente ele entrou nas nuvens. Luiz Carlos confessou que ficou apavorado, "pois nunca tinha visto uma coisa desta em minha vida. Era um prato todo iluminado com luzes fortes e na ponta tinha um bico. Deu pra ver bem, pois ele não estava muito alto." 

Dona Maria Madalena Giroto e sua filha Pedrina do Carmo Giroto, de 14 anos, também residentes na Av. Carlos Grimaldi,336, disseram que quando o disco apareceu todo mundo ficou apavorado. Atraída pelos gritos de "olha um disco voador", ela saiu para fora de casa e conta o que viu: "pudemos ver 
bem um objeto estranho, parecia um disco, era luminoso e tinha uma ponta bicuda. Deveria estar correndo bastante, pois de repente desapareceu nas nuvens." 
Dizendo que nunca havia visto coisa igual em sua vida, dona Madalena concluiu: "pode ser que ninguém acredite, mas a verdade é que nós vimos e não temos interesse em mentir. Teve gente da Vila 31 de Março que também viu. S erá que não é o disco voador que levou o professor Roiuk?" 
Por volta do meio- dia o mesmo objeto foi visto ainda no bairro Taquaral por outras pessoas, dentre as quais dona Ana Maria Degan, residente na Av. Carlos Grimaldi, 326. Naquele horário ela ia saindo de casa para levar o filho ao colégio e percebeu que as vizinhas estavam todas olhando e apontando para o céu., 
—Eu tive a oportunidade de ver também um objeto estranho no céu. Não posso informar se era um disco voador porém o objeto era bastante estranho, luminoso, com velocidade espantosa e de repente ele sumiu no meio das nuvens, disse dona Ana Maria. 
Disse ainda que "a gente nunca viu uma coisa desta e fica com bastante medo. E não foi só eu que vi. Minhas vizinhas também viram e estão bastante nervosas." 

Por volta das 13 horas, o mesmo objeto estranho foi visto, pela Quarta vez, por moradores da Vila Nova e Jardim Guanabara. O 1.º Distrito Policial, através da escrivã Noêmia recebeu vários telefonemas de moradores da área sobre a presença do objeto tido como disco voador no céu, porém nenhuma providência foi tomada. 

Alberto Piva, 23 anos, residente à Rua Camargo Pimentel, 902, no Jardim Guanabara, foi um dos que viram o objeto. 
Estava almoçando quando sua mãe dona Amélia Piva chamou-o para ver o estranho objeto. 
—Vi, bem no alto, parado, um objeto redondo, achatado, luminoso. Eu até cheguei a falar para alguns colegas, na hora:  
será que não é um disco voador? A gente fica "cabrero" quando vê uma coisa destas, disse Alberto. 
Ainda segundo o jovem, o estranho objeto estava parado em direção à Estrada de Paulínia. 

(Jornal Diário do Povo - 04/12/1975)