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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Crianças avistam ÓVNI


Não foi somente o motorista Wilson Bueno de Morais que viu o Disco Voador que chegou a pousar no bairro do Taquaral, na noite de 4 de agosto de 1979. Segundo conseguiu apurar o repórter policial do Diário do Povo, duas crianças, por sinal primos, que estavam brincando, defronte suas casas, três das quais, ou seja, a 1.º de agosto, também avistaram aquele aparelho, correndo, assustadas, para dentro e, até hoje, não mais indo à porta, no período noturno. 
O garotinho Denis da Silveira, de 8 anos de idade, que morava na ocasião, na Rua Henrique Schoroeder, 133, no Taquaral, disse que se encontrava brincando de jogar bola, com sua prima Kátia Vecenâncio, 11 anos, moradora na mesma rua, n.º 123, quando ao atirar a bola para cima, viu um objeto luminoso, no formato de um prato, chamando a atenção de sua prima, que também olhou para o céu, vendo, ambos, que o objeto ameaçava descer. Ficaram tão desnorteados, segundo o garoto, que chegaram a entrar em casa errada, na ânsia de fugir do disco. 
Tentando explicar ao repórter como o fato ocorrera, Denis, mostrando-se, ainda, bastante assustado, disse: 
"Eu e a Kátia estávamos brincando. De repente, olhei para cima e vi aquele objeto em cima de minha cabeça. Pensei que era um avião. Depois vi que era um objeto estranho e chamei a atenção de minha prima. Aí, ele fez um "S" no ar e desapareceu. 
Saí correndo e entrei na casa de Kátia enquanto ela entrava na minha. Mandei que fechassem as portas e janelas, pois eu tinha visto um disco voador. Ninguém queria acreditar, mas quando viram que eu estava verde de medo, acreditaram". 
Mostrando-se também com medo e nervosa, a garotinha Kátia confirmou a visão do primo. Disse ela que: 
"Nós estávamos brincando, quando o Denis mandou que eu olhasse para o céu, para um objeto estranho. Vi, então, uma coisa de forma redonda, listrado de azul, que parecia querer descer, mas, depois desapareceu. Corremos então, cada um para um lado e entramos em casas trocadas. Daí, contei tudo o que tinha acontecido. E não é mentira, não. Nós vimos mesmo um disco voador bem em cima de nossas cabeças". 
Segundo disse a senhora Dolores da Silveira, mãe do pequeno Denis, ele não dorme mais sozinho, tão apavorado que se encontra. 
Disse ela que "quando vi o meu filho, em casa de minha irmã, que mora pegado, falando que tinha visto o disco voador, apesar dele estar branco como cera, eu não estava acreditando. 
Mas, depois minha sobrinha Kátia também contou a mesma coisa e eu passei a ver alguma verdade, principalmente quando de madrugada, Denis começou a gritar, chamando por mim e dizendo que tinha alguma coisa fungando junto à janela de seu quarto. Fui obrigada a levar sua cama para meu quarto, porque ele não conseguia mais dormir sozinho e, até para tomar banho, era preciso que alguém o acompanhasse. Tanto ele como Kátia, não queriam nem saber de ir mais brincar na rua, como o faziam antes. Ora, tudo isso leva a crer que as crianças não estavam mentindo e que viram alguma coisa estranha". 
Enquanto isso, o motorista Wilson Bueno de Morais, que viu o disco voador na noite de 4 de agosto de 1979, está mesmo decidido a não ir a qualquer médico. Diz ele que a mancha azul ainda continua, mas nem dói e nem incomoda, por isso não vê motivo para exames. 

Jornal Diário do Povo - 18/08/1979