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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Revelações de Arthur Neumann


Conhecemos Henry muito bem agora. Ele é um homem, voltado aos valores humanos, com uma aguda inteligência, extremamente consciente da importância da informação que ele compartilha, com um considerável risco para a pessoa dele. Por causa das posições profissionais que ele teve, ele está em uma posição privilegiada de ser capaz de ver tudo o que está acontecendo – que ele descreve como uma complexidade desconcertante, todos os detalhes do que é conhecido ou desconhecido ou entendido por muito poucas pessoas. A imagem que ele apresenta é complexa, desafiadora e significante.
Este entrevistado expressou (no inicio) o desejo de permanecer anônimo, identificando-se como “Henry Deacon”, que é um pseudônimo. Deu a entrevista de uma forma muito tranqüila, e nem sempre tinha certeza do que ele devia ou não dizer.
Abaixo alguns trechos desta entrevista.
P – Por favor, diga-nos alguma coisa sobre você – tanto quanto você acredite que possa. 
R – Estou, empregado em uma agência de três letras (ele faz um jogo de palavras conosco até que adivinhamos a agência certa, o que ele, então, confirmou). Estou, provavelmente, correndo um risco muito considerável, embora não pretenda revelar qualquer informação, que em meu julgamento, seja classificada e específica para segurança nacional norte-americana. Tenho estado envolvido em muitos projetos, com muitas agências diferentes, por muitos anos.
Tenho memórias de vir de outro planeta e essas memórias estão todas embaralhadas, tudo misturado com as memórias da minha infância humana. É muito estranho e difícil de explicar o que sinto. Eu nunca tive quaisquer problemas de acessar intuitivamente informações científicas complexas e frequentemente me acho entendendo sistemas complexos sem nenhuma informação detalhada ou treinamento prévios. Trabalho essencialmente com sistemas. Não quero parecer arrogante, mas eu conheço uma grande série de informações avançadas científicas e outras. Parece que eu apenas as conheço. Não posso dizer mais do que isso nesse momento.
P – Você pode dar qualquer pista sobre a agência para quem você trabalha? 
R – Não, não para registro público. Não posso me dar a esse luxo.
P – Você se denominaria físico? 
R – Sim. E eu cubro outras especialidades também, mas sim, sou um físico. E sou especializado em sistemas. Livermore é um bom lugar para se estar, todos são muito profissionais lá. Eles, você sabe, não brincam lá.
P – O que você pode dizer sobre o corrente estado da física neste complexo industrial-militar? 
R – Está a dezenas de anos a frente da física oficial que é publicada em jornais, que é do domínio público. Há projetos lidando com assuntos além da crença ou experiência, além da imaginação de muitos físicos e do domínio público.
P – Pode nos dar um exemplo? 
R – Há um projeto chamado Shiva Nova em Livermore que usa raios de laser gigantes. São lasers imensos, capacitores imensos com muitos watts de energia montados sobre molas gigantes. Quando eles são concentrados em um pequeno ponto minúsculo, cria uma reação de fusão que replica certas condições para testes de armas nucleares. É como um teste de arma nuclear em condições de laboratório, proporcionando uma coleta de dados muito importante centrada naquele ponto onde toda a energia está focada. O problema é que todos os eventos com alta energia como esse, ele cria uma ruptura no tecido do espaço-tempo, gerando rasgos, sejam eles grandes ou pequenos e, coisas que não se quer que estejam lá, elas acabam entrando pela fenda.
P – Coisas entram? 
R – Coisas que todos sabemos e que são discutidas na internet. Seres, influências e todas as espécies de estranhas coisas. Posso dizer que criam um grande problema.
P – Que tipo de problema? 
R – O problema de suas presenças e então, o que pode acontecer depois. O outro problema é que ao criarem fendas no espaço-tempo, acaba por “bagunçar” o próprio tempo, quer queira ou não. Houve tentativas de corrigir isso, mas tudo resultou em uma sobreposição complicada de laços de tempo. Alguns ETs estão tentando ajudar, outros não estão. Quando falamos prever o futuro, podemos falar apenas sobre futuras probabilidades e possibilidades. Isso tudo é extremamente complexo. Basicamente, é apenas uma confusão enorme. Abrimos a Caixa de Pandora, começando com o Projeto Manhattan e ainda não achamos um meio de lidar com as conseqüências.
  
Imagens de explosões nucleares: fendas no espaço-tempo?
http://waynesthisandthat.com/abombs.html
P – O problema de múltiplas linhas de tempo nos parece com a informação relatada por Dan Burisch!… Você pode comentar isso?
R – Não sei nada sobre isso.
P – OK. Enviaremos para você alguns links, dessa forma você poderá ver as entrevistas dele. Mas, o que você está dizendo também confirma a informação reportada por “Mr X” no Site Camelot. Viu ou leu alguma dessas entrevistas?
R – Não, o que ele diz?
P – “Mr X” é um arquivista, que por um período de seis meses teve a oportunidade de trabalhar com documentos classificados, filmes, fotos e objetos com informações do meio da década de 80, quando ele trabalhou em um projeto especial como contratado do Departamento de Defesa Americano. Ele diz que o principal motivo do interesse dos ETs em nós, foi por causa dos testes nucleares e a ameaça generalizada de armas nucleares.
R – Isso parece estar certo. Exceto que apenas um ou dois grupos de ET estão preocupados com as armas nucleares, não todos eles.
P – OK. O que mais você pode nos dizer sobre o problema da linha de tempo?
R – Apenas que não está resolvido. O perigo é que cada vez tentamos corrigi-lo, o problema cresce. Só piora cada vez que tentamos.
P – Os alienígenas são – ou alguns deles – viajantes do tempo? Dan Burisch declarou isso.
R – Sim.
P – Montauk foi real?
R – Sim, foi uma verdadeira bagunça. Eles criaram um rasgo temporal que ainda não fomos capazes de consertar.
P – Sempre tive um problema com a idéia de portais de tempo porque eu não vejo como ou porque eles permanecem no planeta em certo local. Se um portal fosse criado no espaço-tempo, não seria de se esperar que ele fique para trás de uma forma bem rápida, na medida em que a Terra vai se movendo em torno da órbita dela dentro do Sistema Solar, que vai também orbitando a galáxia, em um grande círculo? Você pode explicar isso?
R – Não, não posso!… Mas, sei o que quer dizer, os portais permanecem em um local específico, uma espécie de ancoragem para o planeta. Isso acontece dessa maneira. Por que eles não ficam para trás ou apenas em um tipo de flutuação alhures, não tenho a menor idéia. Talvez estejam de maneira gravitacional ancorados de alguma forma. Um dos portais se conecta a Marte, é uma conexão estável, não importa onde a Terra e Marte estejam nas órbitas deles. Temos uma base lá, estabelecida no início dos anos sessenta. Atualmente, temos uma série de bases.
P – Então já exploramos Marte.
R – Claro, há muito tempo.
P – Você está familiarizado com o Projeto Looking Glass?
R – Isso soa familiar…
P – Foi um tipo de tecnologia que Dan Burisch nos disse que envolve ver o futuro. Você esteve envolvido com ele?
R – OK, essa tecnologia não foi desenvolvida por nós. Foi-nos dada ou tirada de uma nave que adquirimos. Nada sei sobre isso.
P – Ouvimos dizer que há um stargate em Los Alamos feito pelos humanos. Você está familiarizado com ele?
R – Esboçou um sorriso enigmático, mas não respondeu esta pergunta.
P – O que você pode nos dizer sobre a presença de ETs?
R – Consulte o filme Wavelength (Comprimento de onda). É baseado em uma estória totalmente real. É baseado em um incidente que aconteceu em Hunter Liggett.
P – Onde está Hunter Liggett?
R – Está em torno de 145 quilômetros ao sul sudoeste de Monterey, Califórnia. Estava trabalhando lá por volta do início dos anos 70, quando era militar. Estava trabalhando no CDCEC (Comando Experimental do Comando de Desenvolvimento de Combate). Estávamos fazendo testes com todas as espécies de dispositivos, vivíamos no campo. Usávamos óculos de proteção contra laser o tempo todo. Até o gado no campo usava óculos modificados. Era a visão mais bizarra que você jamais poderia imaginar.
Então, um dia, algo aconteceu enquanto fazíamos um teste. Um disco entrou na área e pairou diretamente à nossa frente. Aí atiramos nele.
P – Você atirou num disco?
R – Nunca devíamos ter feito isso. Não fui eu pessoalmente, mas o grupo. O disco foi desativado e capturado, assim como os ocupantes, vi isso muito brevemente. Eles eram pequenos humanóides parecidos com crianças, sem cabelo. E eles tinham olhos pequenos, nenhum olho grande na forma de amêndoa. Acho que ninguém sabe sobre isso.
P – Isso é incrível. Nunca ouvi sobre esse incidente.
R – A maioria das outras testemunhas acabou no Vietnam e muitos foram mortos. Talvez eu seja a única testemunha sobrevivente do que aconteceu… Não sei.
P – Um viajante do tempo?
R – Você sabe tudo, não é?
P – Não, mas você nos está dando confirmação.
R – Quero dizer, é tão incrivelmente complicado e muito complexo. É possível que ninguém tenha todas as informações. Muitas das agências não sabem o que a outra sabe. Tudo é muitíssimo compartimentalizado, direto para cima. Ninguém fala com ninguém sobre essas coisas. Algumas vezes, projetos inteiros são duplicados a custos que só Deus sabe, em muitos bilhões de dólares, porque a existência de um projeto é desconhecida. Um projeto é mantido desconhecido do outro.
P – Fale-nos dos laços de tempo. A propósito, podemos perguntar de novo…. você não ouviu sobre Dan Burisch?
R – Não que eu me lembre. Não é familiar para mim.
P – Entrevistamos Dan no mês passado. Ele estava próximo à reportagem com John Lear no Site Camelot.
R – Vi foi sua entrevista com John Lear, falando sobre as fotos da Lua e o modo como elas foram retocadas. A NASA faz isso o tempo todo. O que poucas pessoas sabem é que os relatórios de radar do Serviço Nacional de Meteorologia são retocados. Certas imagens de radar não são liberadas, antes de serem filtradas eletronicamente por programas de computador. Alguns desses traços no radar são enormes. Além disso, os radares meteorológicos não registram os traços que se movem em alta velocidade (um par de milhares de quilômetros por hora). Ainda assim, existem traços que precisam ser removidos.
P – OVNIs?
R – Claro. Eles não são visíveis a olho nu, mas frequentemente aparecem no radar. Eles também são visíveis em ultravioleta… Penso que as pessoas não sabem disso.
P – Então, o que você pode nos dizer sobre os laços de tempo?
R – Certo! A situação é de que existe um grande número de linhas de tempo paralelas, muitos ramos. Não existe nenhum paradoxo. Se você for de volta ao passado e matar seu avô, esse é o paradoxo do avô de que todos falam. Naquela linha de tempo, você não terá nascido e não deverá existir e assim, esse aspecto do paradoxo é verdadeiro. Mas, nessa linha de tempo, a que você está no aqui e agora, você existe e continuará a existir. Não há paradoxo. É simples… Você está lidando com diferentes ramos da árvore do tempo. Nenhum princípio foi violado. Todos os eventos futuros são possíveis, não certos. Isso é algo muito importante, é uma importante distinção.
P – O que mais você pode nos dizer?
R – Além do que mencionei até agora sobre os problemas do espaço-tempo, o problema é superpopulação. Há programas para reduzir a população global para o benefício de todos. Acredite ou não, a intenção aqui é positiva. Foi elaborada por Kennedy já naquela altura. A Corporação RAND estava envolvida e um dos Rockefellers, esqueci qual!… Provavelmente Laurance, acho!…
P – Matando as pessoas?
R – Basicamente, sim. Vírus artificiais que seriam despachados, usando-se uma série de meios difíceis de detectar ou de identificar e, quase impossível de se curar. O pessoal médico relacionado à saúde pública, não pode identificar o que está acontecendo.
P – Como você se sente sobre isso pessoalmente?
R – Muito embaralhado. Como ser humano fico chocado. Como um cientista treinado para olhar as coisas de um ponto de vista de cima, eu posso até entender este pensamento. Você tem que entender que não estou defendendo ou condenando isso. É apenas o comentário de uma abstrata perspectiva científica. Minha situação foi diferente, tive uma chance de ver muitas coisas por causa da natureza do meu trabalho.
P – Você revelou um monte de material extraordinário aqui, nessa conversa. Qual é a mensagem mais importante que você gostaria de deixar para as pessoas?
R – Olhe, não quero chocar ninguém, mas, não estou otimista. Os problemas enfrentados por nós como uma raça nesse planeta são imensos. Não acredito que muitos civis estão prontos e capazes de compreender e lidar com a escala e complexidade de tudo isso. Eles têm suficientes problemas para administrar as suas vidas diárias e esses problemas estão num nível completamente diferente. Superpopulação realmente é o maior problema. Tudo o mais que enfrentarmos está ligado a isso. Mas, no fundo sinto que todos deveriam saber dessas coisas, ou eu não estaria falando com você. A mensagem essencial que queria deixar, é que realmente espero e quero crer que como pessoas, nós podemos lidar com tudo isso, apesar de que algumas vezes quando acordo de manhã eu duvido. Bem no fundo eu quero que as pessoas saibam das coisas importantes, que foram mantidas ocultas de todos nós e que algumas vezes eu mesmo duvido. 
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Três semanas após este encontro inicial, depois de termos instado este nosso entrevistado a ver a parte três da entrevista em vídeo de Dan Burisch no site Projeto Camelot, recebemos dele o seguinte e-mail:
Dan Burisch está dizendo toda a verdade. Eu confirmo isso. Linhas de tempo e tudo.
Meus cumprimentos.
6 de outubro de 2006
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Outras informações pertinentes ao texto:
1- Projeto Montauk está relacionado com uma série de projetos secretos governamentais dos Estados Unidos, realizados neste local da força aerea americana em Montauk, Long Island, com a finalidade de desenvolver guerra psicológica e técnicas de pesquisa exótica, incluindo a viagem no tempo . Relatos mais comuns descreve o Projeto Montauk como uma extensão ou uma continuação do experimento em Filadélfia , que se alega ter ocorrido em 1943 e que de acordo com os seus defensores foi supostamente destinado tornar o USS Eldridge invisível ao radar de detecção, com resultados desastrosos.
wikipedia.org/wiki/Montauk_Project
2 – O Laboratório Nacional de Lawrence Livermore – é um dos dois únicos lugares onde são projetadas as ogivas nucleares dos Estados Unidos da América, foi fundado em 1952 pela Universidade da Califórnia, é essencialmente um laboratório de pesquisa nuclear sendo patrocinado pelo governo. Ele foi criado com o nome de laboratório de radiação Berkeley, com o objetivo de desenhar ogivas nucleares e concorrer com o laboratório nacional de Los Alamos, sede do Projeto Manhattan que havia construído as primeiras armas nucleares. Sendo propriedade de pesquisa da Universidade da Califórnia, se tornou independente dela em 2007.
pt.wikipedia.org/wiki/Laboratorio_Nacional_de_Lawrence_Livermore
3 – O Experimento Filadélfia (Project Raimbow) foi supostamente baseado em aspectos da Teoria do Campo Unificado, um termo que foi cunhado por Albert Einstein e que teve por objetivo descrever matematicamente e fisicamente a natureza inter-relacionada das forças que compõem a radiação eletromagnética e gravidade, embora até agora nenhuma teoria foi expressa com sucesso essas relações em termos matemáticos viáveis ou físicamente. Nessa experiência o destróier de escolta USS Eldridge foi equipado com os necessarios equipamentos no estaleiro naval de Filadélfia. Muitas versões deste feito incluem descrições de efeitos secundários graves para a tripulação. Alguns membros da tripulação teriam fundido parte de seus corpos com a estrutura metalica do navio, enquanto outros teriam sofrido transtorno mental, e ainda outros teriam supostamente desaparecidos.
en.wikipedia.org/wiki/Philadelphia_Experiment
4 – Efeito Casimir é visto quando duas placas metálicas paralelas descarregadas estão sujeitas a uma força tendente a aproximá-las. Essa força somente é mensurável quando a distância entre as duas placas é extremamente pequena, da ordem de (apenas) vários diâmetros atômicos. Esta atração é chamada Efeito Casimir. Ela é relacionada com as Forças de van der Waals. O efeito Casimir foi medido em 1997 por Steve K. Lamoreaux do Laboratório Nacional de Los Alamos. Pesquisas posteriores mostraram que materiais de certa permissividade e permeabilidade ou com uma certa configuração, o Efeito Casimir pode ser repulsivo ao invés de atrativo.
Efeito Casimir – Wikipédia, a enciclopedia livre
5 – Mais sobre Arthur Neumann (‘Henry Deacon’) no Google (vídeos):
a) Henry Deacon 1: Uma importante entrevista feita por Rafa Palacios;
b) Henry Deacon 2 Sobre o Medo e Sobre o Sistema de Vigilancia Big Brother.mp4;
c) Henry Deacon 4: Energia Livre: Energia do ponto zero e Sobre a Nova Comunicação.
Fontes:  http://projectcamelot.org/lang/pt/livermore_physicist_1_pt.html