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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Extraterrestres vivem entre nós? Veja o que dizem cientistas e políticos


A existência de vida extraterrestre continua sendo uma das maiores controvérsias do mundo e divide a humanidade em crédulos e incrédulos. Entre os que acreditam que não estamos sozinhos no cosmos estão aqueles que dão um passo além e afirmam que não estamos sozinhos nem mesmo na própria Terra: algumas autoridades têm se manifestado em relação a isso. 

O ex-Ministro de Defesa do Canadá: em janeiro, Paul Hellyer  disse em uma entrevista: “recebi dados de diversas fontes de que há em torno de 80 espécies diferentes de extraterrestres; algumas delas estão conosco, podem andar pelas rua e você não conseguirá diferenciá-las se cruzar com elas”.
Paul Davies, da Universidade do Estado do Arizona: o prestigiado físico afirmou que a vida extraterrestre pode estar “bem debaixo do nosso nariz, ou, inclusive, dentro dele”. Em uma entrevista à CBC News, ele explicou que os micróbios do espaço exterior podem estar na Terra ou, até mesmo, nos nossos corpos. Ele acrescentou que a vida pode ter se desenvolvido várias vezes na Terra – não apenas uma – e que a vida de outros tempos pode ser alienígena. 

Dr. Robert Trundle, da Northern Kentucky University: o filósofo e autor de “Is E.T. Here?” (E.T. Está Aqui?, na tradução), declarou: “Existe uma perspectiva política da problemática extraterrestre? Não, porque o governo tem medo do choque cultural e do pânico generalizado. Para o governo, reconhecer a existência dos extraterrestres seria como admitir que ele não pode nos proteger deles (...) Cientificamente, milhares de relatos de testemunhas confiáveis não podem ser deixados de lado. Estou falando de pilotos que tiveram que depor, mesmo que isso significasse uma submissão a exames psiquiátricos. 

Diretor do Instituto de Pesquisa Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária:Latchezar Filipov disse ao Toronto Star em 2009: “Enviamos 30 perguntas (aos extraterrestres) sobre os problemas globais... e agora temos algumas respostas”. Embora não tenha explicado como foram enviadas as consultas, ele afirmou que as respostas chegaram como pictogramas em círculos nas plantações.