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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Os Sacrifícios Individuais Devido ao Despertar Espiritual


Tem notado certas mudanças nos seus relacionamentos com outras pessoas ultimamente? Às vezes é difícil ou embaraçoso conversar com outras pessoas sobre assuntos espirituais? Por vezes sente-se na solidão devido àquilo em que acredita? Perdeu o contato com amigos de longa data recentemente? Você não está sozinho nesta batalha!
O Pensamento de grupo é um fenômeno psicológico que estrutura vários sistemas de crenças dentro de um grupo de pessoas, enquanto desencoraja a criatividade individual e o pensamento independente. Mesmo dentro de um grupo de indivíduos que estão espiritualmente despertos  vai encontrar o tal Pensamento de Grupo.
Se olhar para o registo da história da humanidade, vai descobrir que esta história é apenas a interpretação de alguém sobre um evento ou referência, ou o processo evolutivo, apoiado pelo depoimento de uma testemunha ocular, dados científicos, vídeo ou fé.
A verdade sobre a realidade pode ser escondida ou distorcida por muitas razões, mas tal situação é usada principalmente para o controle e poder. Ao procurar mais além do que as origens da humanidade, vai-se ao encontro de uma infinidade de mitos da criação de todas as culturas com várias datas da sua existência. Afinal quem é que está certo?
Você pode conversar com os seus amigos sobre o universo? Será que eles sabem o que é um portal (stargate) ou um chakra? Eles estão dispostos a falar sobre ascensão ou iluminação espiritual?
Quando você conversa com as pessoas sobre o mito da criação, detecta uma tendência em querer permanecer dentro da caixa com um sistema de crença que suporta a história da criação da religião, que data a humanidade por volta de 4000 ac? Ao levantar questões sobre as nossas verdadeiras origens, tende a separar as pessoas e relações entre aqueles que pensam fora da caixa vs aqueles que pensam dentro da caixa?
Quando estes temas surgem entre relacionamentos (amizade, amoroso, familiar) cria muitas das vezes uma certa dissensão. É difícil para qualquer um ter que admitir que foram enganados por tanto tempo e é ainda mais difícil de admitir que possivelmente estavam errados nas suas suposições.
Este é um excelente exemplo de como os nossos sistemas educacionais mantêm-nos trancados dentro da caixa, sem questionar nada sobre o que nos foi ensinado. Aqueles que permanecem no interior da caixa estão com medo do que os outros possam pensar se se aventurarem fora dela, devido a isso, permanecem complacentes e subservientes e em conformidade com o que a sociedade dita em vez de confiar no seu próprio discernimento e julgamento.
As pessoas poderiam viver as suas vidas inteiras fingir ser o que a sociedade espera que eles estejam sem se darem conta disso!
Do ponto de vista do ego, os nossos pensamentos são basicamente cultivados pelo que aprendemos com a nossa família, os amigos, os sistemas educacionais e crenças religiosas, mas o que é que nos tem sido  realmente  ensinado? O que podemos dizer sobre  qualquer coisa  que não foi regurgitado para nós por alguém?
Como evidenciado por regressões a vidas passadas, as nossas vidas anteriores e a história da alma permanecem latentes no nosso ADN e pode ser recuperado através das nossas mentes subconscientes através de hipnoterapia. Através do ADN consegue-se relembrar a sensação de estar de volta à fonte, juntamente com todas as coisas que se queria realizar durante esta encarnação, bem como de todos os desafios que se queria vencer e dos intervenientes que nos ajudaram a chegar ao ponto em que estamos na nossa vida, mesmo que esses intervenientes tenham estado presentes apenas por breves instantes.
Às vezes projetamos ser alguém que os demais desejam ver em nós.
Na psicologia, tal fenômeno é referido como “A Própria Sombra”, onde projetamos uma identidade que se conforma à forma como as outras pessoas nos vêm vs o ser fiel ao que realmente somos. Algumas pessoas podem descobrir que afinal não sabiam quem eles próprios eram porque viveram as suas vidas através das expectativas de como os outros vão percebê-las.
Aqueles que começaram as suas jornadas espirituais também podem ser confrontados com estas questões, que inicialmente cria dissonância cognitiva. Dissonância cognitiva ocorre quando você começa uma sensação de desconforto causada pela supressão simultanea de ideias conflituosas. Este é o período de transição que muitos de nós já passaram, onde as nossas crenças mudaram, apesar de existir uma certa relutância de partilhar estas novas ideias com os nossos amigos e familiares, devido ao medo ou rejeição.
Ao serem continuadas as nossas viagens espirituais, tornamo-nos mais à vontade dentro das nossas próprias crenças e menos preocupados com a forma como os nossos amigos e familiares visualizam este despertar. Isto ocorre quando o ego se separa do seu ser interior e do medo, sendo dissolvido pelo amor. Neste momento, começamos a conversar com conhecidos, bem como amigos e familiares, sobre temas espirituais e metafísicos, com menos consideração sobre o que eles podem pensar de nós ou o que pode ser percebido pelos outros.
Com o tempo, a espiritualidade será o quadro predominante da mente e é provável que os que se afastarem de nós serão os primeiros na fila para pedir ajuda na adaptação ao novo paradigma.
Lembre-se: Você não está sozinho! Aqueles que o amam verdadeiramente vão ficar do seu lado, o resto não importa. Aquelas pessoas que já não fazem parte das nossas vidas tiveram o seu papel em ajudar-nos a descobrir quem realmente somos. Às vezes, leva-se a polaridade para ser capaz de diferenciar quem somos e para onde estamos a ir. Este é o lugar onde nos é providenciada uma ajuda pelos que vivem fechados na caixa, pois providenciam-nos o contraste do outro lado da moeda que nos permite ver as diferenças.
Visualize cada pessoa desperta em todo o planeta segurando uma vela. Enquanto que a sua vela (individualmente) pode não parecer muita luz, ela contribui muito para o mundo espalhando essa luz e ajuda a manter-nos ligados, e não importa o quão longe possamos estar. Embora possa ser doloroso perder alguns amigos queridos, pense no que eles trouxeram para a sua vida e porquê.
Irá eventualmente acabar com algumas relações antigas para que possa para criar novos relacionamentos com pessoas com a mesma linha de pensamento que a sua. Perdoe-se a si mesmo, bem como aos seus amigos se tal situação lhe faz sentir mal. A presença dessas pessoas na sua vida teve o seu propósito cumprido.
Quando alguém entra na sua vida por uma razão, é geralmente para suprir uma necessidade que você demonstrou. Eles vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, para fornecer orientação e apoio, ajudá-lo fisicamente  emocionalmente ou espiritualmente. Poderão parecer uma dádiva de Deus, e são. Eles estão lá pela razão que você precisa que eles estejam.
Então, sem nenhuma atitude errada da sua parte, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para pôr um fim a essa relação. Às vezes, eles morrem. Às vezes, eles simplesmente se vão. Às vezes, eles agem e forçam-te a tomar uma posição. O que devemos entender é que as nossas necessidades foram atendidas, os nossos desejos foram preenchidos e o seu trabalho está feito. As suas orações foram atendidas e agora é hora de seguir em frente.
Algumas pessoas entram na sua vida por uma temporada, porque chegou a sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem a experiência da paz, ou fazem-lhe rir. Poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Geralmente dão uma quantidade enorme de prazer. Acredite. É real. Mas somente por um tempo determinado.
Os relacionamentos da vida ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter um sólido alicerce emocional. A sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. Diz-se que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.