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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

REPÚBLICA SOCIALISTA IANOMÂMI


Existe uma República Socialista lanomâmi no exílio. O presidente chama-se Charles Dunbar e é um americano de Connecticut "naturalizado" ianomâmi. O vice-presidente é alemão e o único índio do governo exilado é um certo Akatoa, que se diz ianomâmi legítimo. A República Socialista ianomâmi, embora não seja reconhecida pelo Brasil, emite até documentos próprios. Em 1996, durante o III Encontro Nacional de Estudos Estratégicos no Rio de Janeiro, o então governador de Roraima, Neudo Ribeiro Campos, teria apresentando um passaporte expedido pela tal Nação ianomâmi.
Este governo indígeno-socialista seria parte de uma conspiração liderada pelos ESTADOS UNIDOS para criar uma AMAZÔNIA INTERNACIONAlIZADA. A primeira etapa do plano foi a criação do governo exilado. Num segundo momento, a República ianomâmi começaria uma campanha pela independência, com apoio de entidades ambientalistas internacionais (muitas das quais são apenas fachada para grupos econômicos poderosos). A última fase acontecerá quando os ianomâmis pedirem a intervenção da ONU no conflito, abrindo caminho para a ocupação estrangeira.

O Plano Colômbia foi criado apenas para que militares americanos possam estudar a região e invadida no futuro. O território reivindicado pela futura nação englobaria 94 mil quilômetros quadrados do território brasileiro (a reserva ianomâmi oficial) mais 83 mil quilômetros quadrados da Venezuela, totalizando 177 mil quilômetros quadrados.
Esta bem orquestrada conspiração foi revelada na revista A Defesa Nacional e comentada no site www.brasil.iwarp.com mantido por militares brasileiros da reserva. Segundo o site, até a chamada "tribo ianomâmi" é uma farsa. O falecido coronel Carlos Alberto Menna Barreto, que estudou o assunto durante dez anos, dizia que vários grupos indígenas de língua e costumes diversos vivem naquele território.
A denominação "ianomâmi" seria falsa, pois este não é o grupo cultural hegemônico da região.