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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Um mistério é revelado: o que está no centro da Terra?


Uma das grandes questões da ciência pode ter encontrado uma resposta: o que está nas profundezas do planeta? Para este fim, os estudiosos têm desenvolvido um mapa de emissão antineutrino, a menor partícula subatômica conhecida, que também revelam os dados sobre a radiação causada pelo homem.

Avanços na pesquisa geológica ofereceram a oportunidade de ter uma idéia mais certa cerca de dois temas centrais desta  especialidade; quanto calor é produzido dentro da terra-acima do que são já algumas ideias e onde o calor é produzido algo que nunca foi fácil de determinar-. Além disso, o mapa publicado pelo site britânico Daily Mail mostra como se move o calor.

Estas partículas de neutrino e antineutrino- são subprodutos de reações nucleares em estrelas, supernovas, buracos negros e também em reatores nucleares (cuja atividade principal é na Europa, EUA e China).

Portanto, o novo mapa das emissões globais de antineutrinos-definido por Shawn Usman, um membro da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial e promotor do estudo, mostra como uma partícula produzida pela radiação natural da Terra permitirá aos cientistas controlar fontes de radiação emitida por esses reatores.

Para avançar o estudo, no futuro, também vai se aprofundar o conhecimento sobre o calor e a geodinâmica, geólogos tomaram dados de dois detectores instalados na Itália e Japão para  mapeamento das emissões de profundidade o planeta e combinada com dados da Agência para a Energia AtÔmica sobre mais de 400 reatores nucleares em funcionamento (este último representam menos de um por cento do total detectado).

"Controlar reatores nucleares é importante para a segurança internacional", disse William McDonough, professor de geologia na Universidade de Maryland, EUA, e co-autor do estudo, que, de acordo com esse objetivo, disse o geólogo está animado com a oportunidade de aprender mais sobre a estrutura das profundezas do planeta.

"O interior da Terra é muito difícil de ver, mesmo com a tecnologia moderna. O mapa pode ser particularmente útil para futuros estudos sobre os processos dentro da crosta e o manto", concluiu o especialista.
RT