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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Três textos da antiguidade, os quais sugerem que a Terra foi visitada por ETs

Deuses da antiguidade
Seria possível que ‘seres’, mal interpretados como sendo ‘deuses’, vieram à Terra no passado distante, e reinaram sobre o planeta por milhares de anos?
Se civilizações extraterrestres inteligentes visitaram o nosso planeta no passado distante, encontraríamos evidências de sua visita em algum lugar da Terra hoje?  Bem, de acordo com estes três textos antigos, estas evidências tão procuradas têm estado bem na nossa frente o tempo todo, desde que o homem da antiguidade registrou o que viu há milhares de anos.
Embora os estudiosos convencionais rejeitam de forma incisiva esta ideia, milhões de pessoas hoje acreditam que o homem foi visitado por seres de fora da Terra no passado distante.  De acordo com alguns relatos, estes seres, que eram referidos como deuses, interferiram de várias formas na evolução e desenvolvimento da civilização tal como a conhecemos e, de forma interessante, há numerosos textos que parecem respaldar esta teoria controversa, porém popular.
A Lista de Reis Sumérios, o Cânone Real de Turim e a Pedra de Palermo são três importantes textos da antiguidade, os quais descrevem uma época na história quando seres, referidos como ‘deuses’, reinavam sobre o nosso planeta.

A Lista de Reis Sumérios

A Lista de Reis Sumérios é um dos textos mais interessantes da antiguidade já descobertos em nosso planeta, pois ela detalha com grande precisão as normas da antiga Civilização Suméria.  Há mais de uma dúzia de cópias de Listas descobertas na Babilônia, Susa,  Assíria e a Biblioteca Real de Nineve do Século VII A.C. Acredita-se que todas estas originaram de uma lista original escrita na Terceira Dinastia de Ur, ou até mesmo antes.
Contudo, a Lista de Reis Sumérios melhor preservada é chamada de Prisma Weld-Blundell, que é um prisma de argila com escrita cuneiforme, que está no Museu Ashmoleano (Inglaterra).
Nele está escrito uma lista completa de todos os reis sumérios antes e depois do grande dilúvio.  Interessantemente, ela descreve reis que reinaram sobre a Terra, os quais viveram milhares de anos.
Lista de Reis Sumérios
“A Enchente varreu por sobre [a terra]. Após a enchente ter varrido por sobre [a terra] e o reinado descido do céu [pela segunda vez], Kish [Cush] se tornou o trono do Reinado…”
Na Lista de Reis Sumérios lemos: “…Após a monarquia ter descido do céu, a monarquia era em Eridug.  Em Eridug, Alulim se tornou rei; ele reinou por 28.800 anos.  Alaljar reinou por 36.000 anos. 2 reis; eles reinaram por 64.800 anos.”
Este antigo documento descreve uma época na Terra quando seres desconhecidos viveram por milhares de anos e reinaram sobre cidades de antiguidade naquela região.  Pesquisadores não foram capazes de explicar porque a lista mistura reis míticos pré-dinásticos com conhecidos reis históricos.
Estudiosos hoje aceitam somente de forma parcial a Lista dos Reis Sumérios, sugerindo que os longos reinados improváveis descritos na Lista de Reis Sumérios não são nada mais do que mitologia.

O Cânone Real de Turim, ou a Lista de Reis de Turim

Mas e se os alienígenas, confundidos como ‘deuses’, na verdade reinaram sobre a Terra por milhares de anos, não haveria evidência de suas existências em diferentes culturas?
Bem, A lista de Reis Sumérios não é o único texto antigo que descreve como ‘deuses’ reinaram sobre o planeta Terra.  O Cânone Real de Turim é outro texto da antiguidade que descreve o longo reino de ‘deuses’.
O papiro de Turim – referido por muitos pelo nome de Cânone Real de Turim – é um texto antigo escrito na linguagem hierática (uma forma de hieróglifos egípcios, usada especialmente pelos sacerdotes).  Estudiosos acreditam que o papiro original continha uma lista que incluía mais de 300 nomes detalhando precisamente os anos, meses e dias de cada reinado sobre as terras do antigo Egito.
Cânone de Turim
De forma interessante, a parte que se assemelha à Lista de Reis Sumérios com grande precisão são as duas linhas finais da coluna, as quais parecem representar um sumário de todo o documento.  Estas são extremamente interessantes e nos lembram a Lista de Reis Sumérios.  Lá está escrito: “…Veneráveis Shemsu-Hor, 13.420 anos; Reina antes de Shemsu-Hor, 23.200 anos; Total 36.620 anos”.
O Papiro de Turim claramente indica a existência de NOVE dinastias que corresponderam aos faraós pré-dinásticos e entre eles estão os Veneráveis de Memphis, os Veneráveis do Norte, e por último, o Shemsu Hor (os Companheiros ou Seguidores de Horus) que reinaram até a época de Menes, o primeiro faraó mortal do antigo Egito.

A Pedra de Palermo

Também conhecido como os Anais Reais, a Pedra de Palermo é considerada por muitos como sendo o livro mais velho da história do mundo.  Esta pedra da antiguidade é a fonte mais importante de estudo da história do antigo Egito.  Enquanto a data precisa de sua criação ainda é um mistério, acredita-se que ela tenha sido criada em algum tempo durante a quinta dinastia. Bem como a Lista de Reis Sumérios e o Cânone Real de Turim, a Pedra de Palermo relaciona os míticos reis pré-dinásticos do Egito, seguidos pelos faraós das primeiras cinco dinastias.
A Pedra de Palermo é somente metade de uma grande placa de diorito preto, o qual acreditava-se inicialmente que media aproximadamente 2 metros e comprimento e por volta de 60 centímetros de altura.  Atualmente ela está em exposição no Museu de Palermo.  O documento, em escrita hieroglífica, relata a respeito de 120 reis pré-dinásticos, os quais reinaram antes dos egípcios antigos terem existido oficialmente como civilização.  Os nomes dos misteriosos ‘deuses’ e ‘semi-deuses’ também aparecem nas genealogias reais egípcias.
Pedra de Palermo
Como pode ser visto, há vários textos antigos que descrevem com grande precisão a época que seres, possivelmente mal interpretados como sendo deuses, vieram dos céus e reinaram sobre a humanidade.  Além disso, relatos similares de ‘deuses’ que vieram dos céus podem ser encontrados em numerosas culturas antigas por todo o planeta.
Por alguma razão, os pesquisadores tradicionais decidiram ignorar estes textos antigos e apresentaram sua própria cronologia da história antiga do Egito e de outras grandes civilizações da antiguidade.