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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Caso Antônio Pau-Ferro


Antônio Pau Ferro, tratorista da prefeitura de Garanhus, era proprietário de uma pequena gleba de terra fértil, onde, nas horas vagas cuida de plantações de milho, feijão, tomates, fumo e mandioca. Foi ali que ele viveu a maior aventura de sua vida.
No dia 10 de setembro de 1965, Antônio estava trabalhando na lavoura, quando às 8h30min, ouvindo um barulho no milharal próximo, olhou e viu dois objetos de brilho metálico descendo do céu, a uns 80 centímetros de altura. Tocaram o solo, os dois ao mesmo tempo, em movimentos uniformes, como que sincronizado, subindo outra vez uns cinco metros, imobilizado-se então. Ao tocarem o chão, deixaram ali dois homenzinhos com altura em torno de 70 cm ou 80 cm de altura. Estes imediatamente se aproximaram do lavrador, que estava parado, observando, numa elevação do terreno, agarrado a um galho de cajueiro, apavorado, pensando que "chegara o fim do mundo". Os pequenos seres repentinamente pararam no meio do caminho e voltaram em direção aos aparelhos. Ao chegar lá olharam para Antônio novamente, com um olhar de simpatia. Após isso voltaram novamente na direção de Antônio. Ao passar perto de hortaliças um dos seres coletou um  tomate e mostrou-o ao outro ser. Eles trocaram algumas palavras ininteligíveis, jogando fora o tomate. Mais calmo a testemunha perguntou-lhe de onde vinham e o que desejavam. Não houve resposta, Apenas sorriram e voltaram para os aparelhos. Quando chegaram no local onde eles estavam pousados estes se elevaram e simplesmente recolheram os tripulantes. Sempre sincronizados eles decolaram produzindo a princípio um chiado leve que foi tornando-se mais grave e forte.
Antônio não pôde ver detalhes da vestimenta dos seres porque eles ficaram na maior parte atrás de capim alto e devido à altura dos mesmos não pôde apurar detalhes da vestimenta. No rosto a pele parecia lisa, sem rugas, e bronzeada.