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sexta-feira, 8 de maio de 2015

DIÁRIO DE RICHARD E. BYRD



Em fevereiro de 1947, o explorador e almirante Richard Evelyn Byrd (1888-1957) levantou vôo em Spitzbergen, Islândia, para sobrevoar o Pólo Norte. Sobrevoou e voltou. A história oficial termina aí - justamente onde começam as lendas. Entusiastas da teoria da TERRA OCA afirmam que Byrd encontrou a entrada que leva ao mundo subterrâneo de AGARTHA. Existe até um suposto diário de bordo escrito pelo almirante e disponível na Internet no site da International Society for a Complete Earth: (www.hollow-earth.org).

A aventura começa com uma forte turbulência a 2.950 pés de altura, às 9h55 da manhã de 19 de fevereiro de 1947. Depois prossegue:
10h00 - Estamos passando por uma montanha baixa em direção ao Norte. Depois da montanha existe o que parece ser um vale com um pequeno rio correndo no centro. Não deveria existir uma área verde lá embaixo! Algo está totalmente errado e anormal aqui! (...) Nossos instrumentos de navegação estão malucos! O giroscópio está apontando para baixo!
10h05 - (...) A luminosidade parece bem diferente. Não conseguimos mais ver o sol. Descemos até 1.400 pés e fizemos uma nova curva. Agora estamos vendo um grande animal logo abaixo de nós. Parece um elefante! Não!! É um mamute! Isso é incrível!
10h30 - Encontramos montanhas verdes abaixo de nós. O indicador de temperatura indica 74 graus Fahrenheit (23 graus Celsius)! Fascinante!
A história prossegue com o avião de Byrd sendo abordado por discos voadores que o forçam a pousar. Ele é recebido por emissários de Agartha, que o aceitam como hóspede mas expressam preocupação com os testes nucleares realizados na superfície. Depois de uma rápida estadia, Byrd e sua tripulação são conduzidos para fora da Terra Oca. Desde essa época, uma vasta conspiração mundial esconde de nós a existência de Agartha. As fotos de satélite só mostram um Pólo Norte sem buraco no meio porque foram devidamente maquiadas, é claro.