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sábado, 2 de maio de 2015

Ufonautas em Quipapá


No dia 25 de fevereiro de 1966, duas irmãs, Maria Marluce e Maria Marilucy da Silva, 20 e 17 anos respectivamente, em companhia da amiga Ofélia Versoa, estavam indo para a casa das duas irmãs, que ficava perto da Usina Água Branca, em Quipapá (PE). Mas ao invés de de tomarem a estrada de rodagem, referiram andar pelos trilhos da linha férrea, de propriedade particular da Usina, mas que passava ao lado da residência da família.
Elas caminhavam alegres e despreocupadas quando por volta das 22 horas observaram um objeto luminoso a uns 100 metros de distância em uma estrada lateral à ferrovia. Elas de início pensaram tratar-se de um jipe parado no local. Aproximaram-se uns 50 metros e então perceberam que a luz provinha de um objeto estranho, em formato de prato emborcado, de uns 4 metros de diâmetro.
Tal objeto encontrava-se suspenso no ar, a uns 30 centímetros do solo. Ao lado, no chão, havia um homem, com uns 2 metros de altura aproximadamente. Junto dele haviam outros seres menores, com aproximadamente 1,50 de altura gesticulando e movimentando a cabeça como se estivessem conversando animadamente, embora não se ouvisse som algum.
Todos vestiam uma roupa inteiriça, como um macacão, de uma peça só. De ombro a ombro, à altura do peito, havia uma faixa luminosa com cores variando entre amarelo claro, verde e azul.
Esta ultima cor parecia com a luz de um arco elétrico. Na cabeça havia uma espécie de quepe brilhante, cuja luminosidade era semelhante à da faixa peitoral.
APAVORADAS
Em pânico, Marilucy e Ofélia voltaram correndo, enquanto Marluce permaneceu para observar melhor. O objeto e os seres estavam em um local onde as três deveriam passar. Então Marluce incentivou as amigas à passarem todas juntas. Nesse momento veio pela estrada um jeep e as moças aproveitaram a oportunidade para atravessar. Cruzaram com a viatura e a partir dai não viram mais o objeto. Posteriormente notaram que o mesmo havia se escondido em uma depressão no terreno um pouco mais perto da linha férrea em outro local onde teriam de passar. Como não havia sinal dos tripulantes elas correram, passando ao lado do objeto. Correndo chegaram em casa assustadas e cansadas.
D. Joana da Silva, mãe das irmãs, ouviu a história e resolveu acompanhá-las até o local da observação. Quando estavam na altura da porteira da fazenda todas elas viram o objeto voando a região à baixa altura. Gritando apavoradas voltaram correndo para casa. Apenas Marluce permaneceu observando o objeto até este sumir de vista.
Marluce passou o resto da noite com crise nervosa, chorando e com muita dor de cabeça que só sumiu no dia seguinte.