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quarta-feira, 3 de junho de 2015

GNOMOS DE ZURIQUE


Os Gnomos de Zurique têm mais poder que todos os governos da Europa juntos. dizem os conspirólogos. Não são gnomos de verdade, leitor. “Gnomos” é a maneira pejorativa pela qual os inimigos se referem aos membros da Grande Loja Alpina, a maior sociedade maçônica da Europa. Segundo os paranóicos, os grandes banqueiros do continente fazem parte da irmandade. Além de controlar as finanças do mundo inteiro (olha o dólar subindo de novo...), eles têm planos detalhados para alguns países. No momento, os gnomos conspiram para restaurar a monarquia na França e restabelecer o fascismo na Itália, entre outras sacanagens. Vários cardeais romanos seriam, secretamente, gnomos atuando dentro do Vaticano. Esses pérfidos teriam tramado o assassinato do Papa JOÃO PAULO I, que se opunha à sua influência corruptora na Igreja. Francis Ford Coppola e Mario Puzo se basearam nesta teoria para escrever o roteiro de O Poderoso Chefão III.
Os gnomos também são freqüentemente associados à organização secreta PRIORATO DE SIÃO e à conspiração milenar para restaurar o poder da DINASTIA MEROVÍNGIA na Europa. Os autores do livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada (Nova Fronteira, 1993) alegam ter descoberto uma série de documentos e manuscritos na Biblioteca Nacional de Paris supostamente produzidos pelos gnomos. Um desses trabalhos. chamado Les descendents merovingiens et l’enigme du Razès wisigoth (Os descendentes merovíngios e o enigma do Razés visigodo), assinado por uma certa Madeleine Blancassal, apresenta na página de rosto o selo da Grande loja Alpina. A Loja, no entanto, nega qualquer relação com o livro e com o enigma que envolve o SANTO GRAAL e a igreja de MARIA MADALENA em RENNES-LES-CHÂTEAU. Naturalmente, eles podem estar mentindo. Ou podem ter sido associados, sem saber, a uma colossal brincadeira de mau gosto.