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sexta-feira, 12 de junho de 2015

ÓVNI na Ilha dos Namorados- Barra da Tijuca - RJ

FOTO TIRADA NA Ilha dos Namorados-RJ em 1952
No dia 7 de maio de 1952, dois repórteres fotográficos do semanário brasileiro "O CRUZEIRO", chamados João Martins e Ed Keffel foram enviados à Barra da Tijuca, no rio de Janeiro. Tinham que obter várias fotografias do lugar denominado "Ilha dos Namorados". Martins e Keffel haviam começado seu trabalho no lugar indicado quando Martins, ao levantar a vista, foi surpreendido pela chegada de um silencioso objeto que se movia acima deles. À distância parecia um avião visto de frente, mas o estranho era que se deslocava lateralmente e em enorme velocidade. "Vinha diretamente do oceano para a terra - explicou depois Martins - e em direção perpendicular às rotas das linhas comerciais de aviação. Eu disse: "Olha Keffel, que diabo será isso?" Qualquer outra pessoa não teria dado importância ao fato, mas nós somos cronistas e por dever profissional temos a atenção sempre alerta. O objeto pareceu diminuir de velocidade e suas formas se apresentaram mais claras ao passar em frente ao sol. Keffel tinha uma lente ultra rápida e uma carga completa em sua máquina. Focalizou o disco e apertou o disparador. Como se do aparelho nos tivessem observando, enquanto Keffel o fotografou mudou de rumo, pôs-se em posição vertical e desapareceu no horizonte, do lado do mar, numa velocidade extraordinária." 
"Não fazia nenhum ruído de motor e apenas deixava uma esteira que se desvaneceu em seguida. Creio que as pessoas que se achavam perto de nós nem sequer perceberam sua presença." 
"Quando chegamos à redação corremos ao gabinete de revelação para ver o que Keffel havia fotografado. Eram fotos claras de um Disco Voador. Ao calcular em seguida seu tamanho chegamos à conclusão de que o disco media entre 20 e 30 metros de diâmetro e sua espessura era de 4 a 6 metros. A impressão que eu e Keffel tivemos do local começou a ter de novo efeito sobre nós quando pudemos ver as provas das revelações." 
As provas gráficas desses hábeis repórteres foram minuciosamente controladas pelo governo brasileiro e por funcionários do FBI norte-americano. Não existe nelas nada que permita qualificá-las de falsas e são consideradas como uma das mais valiosas já obtidas. 

(Jornal Tribuna da Imprensa - Rio de Janeiro - 11 e 12 de agosto de 1973)