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sexta-feira, 31 de julho de 2015

O Mistério da Caixa Preta


Em 1975 ou 1976, quatro pescadores amadores voltavam de uma pescaria em um barco a motor no rio Guaraguacú – localizado na estrada que permite acesso ao litoral paranaense – próximo à Praia de Leste, quando o Sr. Batista lhes chamou a atenção para um estranho objeto que se encontrava acima d’água na "Curva do Boto" (como denominavam o local devido ao avistamento de um boto a algum tempo atrás). O objeto que tinha a forma e o tamanho de um bote esférico invertido, era luminoso esverdeado, disparou rapidamente à direita entrando em um rio menor. As testemunhas puderam notar apenas que o objeto apresentava duas luzes fracas, uma branca e outra verde.
Em seu depoimento lembraram que o Sr. Geme, proprietário de um armazém da localidade, próximo ao rancho que possuíam, contou-lhes uma história curiosa, confirmada pelos moradores locais. Segundo ele, um outro objeto foi presenciado por dois pescadores da localidade. Eles testemunharam um objeto tipo caixa sendo jogado para fora caindo na beira do rio, junto com alguns pedaços de metal – que no momento consideraram lixo. A caixa era preta – lembrando uma bateria – possuía uma tampa misteriosamente sem dobradiças, o que os deixou perplexos. Algum tempo depois o boato se espalhou e um oficial do Exército a paisana que se identificou, esteve no local, pedindo para verificar a tal caixa. Interessado ofereceu Cr$ 100 cruzeiros (que na época valia uma quantia razoável) pela estranha caixa. O Sr. Geme sem vacilar fechou o negócio e entregou a tal caixa preta ao oficial. Perguntei sobre os detritos que tinham sido guardados dentro da caixa, mas afirmaram que o Sr. Geme havia jogado no rio, pois não via valor algum naquilo.