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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Os antigos Sumérios estiveram na América do Sul!


FUENTE MAGNA - Uma Descoberta para mudar a Estória contada sobre a humanidade e levá-la a conhecer sua verdadeira História.
Um grande recipiente/vaso de pedra, nomeado Fuente Magna, foi encontrado na área do lago Titicaca, Bolívia, cerca de 80 km de La Paz, na propriedade da família Manjón, por um camponês no final da década de 50 do século XX. Este achado arqueológico foi resgatado e restaurado pelo arqueólogo boliviano Don Max Portugal Zamora, que intitulou o vaso como Fuente Magna, e neste objeto foram encontradas inscrições de origem Sumério-Acadianas, confirmadas e traduzidas pelo Dr. Clyde Winters (PhD).
O magnífico achado não foi mostrado até começarem as investigações, tendo ficado desconhecido até o ano 2000, quarenta anos após a sua descoberta. De forma impressionante o sítio arqueológico não foi objeto de investigação até a chegada dos arqueólogos Bernardo Biadós Yacovazzo e Freddy Arce, que acabaram fazendo mais descobertas.
Os dois arqueólogos nomearam o recipiente como Pedra Rosetta das Américas, e segundo relatos do antropólogo Mario Montano Aragon o local tem sido investigado com restrições, com acompanhamento de dois Prefeitos locais, mesmo o trabalho não tendo financiamento estatal.
Em nota os investigadores acrescentam os itens mais importantes do trabalho que realizam:
1- Estamos lidando com um objeto feito de acordo com as tradições da Mesopotâmia;
2- Eles contêm dois textos: um em escrita cuneiforme e outro em língua semítica da região do Sinai, de possíveis influências cuneiforme;
3- De acordo com os símbolos utilizados é um objeto que, evidentemente, pertence ao período de transição entre a escrita ideográfica e cuneiforme.
4- Cronologicamente, isto nos leva à 3500/3000 A.C., o período sumério/ acadiano.
Quando os investigadores chegaram ao local onde foi encontrado o objeto tiveram sérias dificuldades para localizá-lo, pois ninguém conhecia a antiga família Manjón, que tivera suas terras trocadas pelo General Armando Escobar Uria, para que as investigações de Max Portugal Zamora pudessem ser feitas a contento. Fica evidente que na época do achado, Don Portugal teve toda a proteção do Estado para que fizesse o seu trabalho. Altamente misterioso foi o “abandono” e a “ocultação” dos estudos por tantos anos.
Para superar as dificuldades contaram com a ajuda do ancião Maximiliano de 98 anos, que foi o único a reconhecer a foto do vaso que a equipe carregava, ao qual chamou de "El Plato del Chancho". O mais impressionante foi o relato do ancião, que disse existirem vários pratos com inscrições parecidas que foram retiradas do local. O ancião demonstrou o exato local aonde foi extraída a Fuente Magna.
Os Símbolos e a referência com os Sumérios
De acordo com os textos antigos, Ni-ash (Nammu o Nía) era a deusa que deu à luz ao Céu e a Terra, nos tempos dos sumérios. O baixo-relevo que existe na parte interior do copo, que pode evocar uma rã (símbolo da fertilidade), segundo alguns investigadores é justamente a representação de Nía, a deusa dos Sumérios.
Os outros símbolos que se encontram nas laterais do baixo-relevo e na parte adjacente às incisões proto-sumérias, foram interpretadas como quellca, idioma escrito da civilização Pukara, mas não foram decifradas.
Na parte externa do copo existem alguns baixos-relevos zoomorfos que lembram a cultura de Tiahuanaco: peixe e serpente. É muito provável que a Fonte Magna tenha sido utilizada como copo sagrado para cerimonias esotéricas que cultivava a fertilidade e a busca da pureza.
Aqui surge a seguinte pergunta: como é possível que haja inscrições proto-sumerias em um artefato encontrado perto do lago Titicaca, a aproximadamente uns 3800 metros de altura acima do nível do mar, distante milhares de quilômetros do lugar de expansão da civilização suméria?
Texto parcialmente extraído do link original:http://noitesinistra.blogspot.com.br/…/fuente-magna-pedra-d…