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sábado, 14 de novembro de 2015

Antes, durante e depois do Continente da Lemúria/Mu - Primeira Parte


A civilização muril no Continente de Mu, só aconteceu mediante a presença de seres extraterrestres que aqui chegaram pela primeira vez, quando elevou a Cordilheira dos Andes milhões de anos atrás, regressando tempos depois, para povoar a Terra empregando os seus conhecimentos tecnológicos para construir e reconstruir algumas vezes (após cataclismos) a civilização que erguiam através edificações surpreendentes subterrâneas, verdadeiros palácios e cidades, valendo-se dos recursos naturais da Terra daquela época. Entretanto, é bom salientar, que paralelamente a presença destes seres planetários alienígenas interferindo neste planeta (e mais recente os seres de Ophiúcus), a sua evolução natural sempre continuou presente, mais alem e sem interferências, conduzida pela Hierarquia Divina.
Como o leitor pode também constatar neste texto, cada ciclo evolutivo para gerar a atual humanidade através das cinco primeiras Raças Raízes (cada uma com as suas sete sub-raças), estas desenvolviam em um determinado continente, que sempre depois de um cataclismo substituía outro, que já não estava mais qualificado para um objetivo direcionado superior.
A atual humanidade já alcançou a “curva de retorno” e agora sem mais volta tangida pelo Quinto Princípio Universal – o de Ritmo, que encerra a verdade de um movimento para diante e para trás como no movimento de um pendulo – um movimento entre dois pólos que se manifestam nos planos físico, mental e espiritual.
O Homem já é capaz de criar outras formas de vida através da genética e já alcança também a intimidade do átomo, inclusive, o âmago da matéria “dissecando” a partícula “bóson de Higgs“, que é também chamada “partícula de Deus“, porque ela é a única capaz de explicar a origem do Universo, quando deu origem a massa de todas as outras partículas existentes.

   
O caminhar do homem… De um corpo bruto animalesco para um corpo sutil iluminado… De um ser que em sua Essência nunca deixou de “Ser”… Divino…

Agora, os seres humanos “em seu retorno” com alguns deles já no padrão mental-evolutivo da 7ª Raça, a sua busca mais premente não se volta tanto mais para o mundo exterior, mas para o seu mundo interior, para que a sua alma (através de seu campo biomagnético – aura) possa como antes fazia nos primórdios dos tempos, cristalinamente sintonizar e interagir sem mais barreiras como se fosse um só Corpo com a Energia (Vital) da “Mãe Natureza” – e através dela com os Deuses da Natureza e com as Divindades.
Nesta Frequência Mental de Sintonia e de Interação tanto a compreensão quanto a percepção da matéria como universo físico, elas são mais inteiras, mais completas, mais verdadeiras como “desígnios” de Deus.
A Mente Infinita é a Causa e a Direcionadora da mente finita, seja ela de um ser humano ou de um alienígena tecnologicamente mais desenvolvido, mesmo que para este ultimo muitos (religiosos) ainda insistem em chamá-lo de “deus”, por ainda achá-lo “verdadeiramente deus”.
O Criador – ou Deus como A Criação, exprimindo-se no Plano da Manifestação pela Matemática e Geometria Universais é O Enigma Imensurável.

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1ª Raça-Raiz (Protoplasmática)
Em um tempo muitíssimo longínquo as três primeiras Raças do Planeta Terra eram auto-geradoras (sobretudo, as duas primeiras). A procriação era feita por cisão e saliência (brotamento). E foi neste período inicial da humanidade muitos milhões e milhões de anos atrás, que o ser humano na Mente Infinita de Deus começou “ser modelado” em corpos mais sutis para que pudesse tornar muito tempo depois o homem de agora em seu corpo denso.
A Primeira Raça Raiz era constituída por matéria extremamente tênue, que ficou registrada nos Anais do Conhecimento como a “Raça dos Deuses”. Esta Primeira Raça que possuía formas indefinidas – não humanas, foi o “protótipo” do que seria o homem futuramente. E ela era imune à destruição pela morte, por ser de matéria sutil ainda não humana, portanto não podia ser atingida por nenhum elemento do mundo físico. A Primeira Raça Raiz ou Protoplasmatica habitou o que hoje se conhece como a Calota Polar Norte, onde antes era conhecida como a Terra de Asgard, citada em antiquíssimas tradições como a distante Thule paradisíaca dos nórdicos e a Ilha de Cristal dos astecas.
Esta extraordinária humanidade em seu estado primordial (“primigênio”) eram seres andróginos totalmente divinos e inefáveis além do bem e do mal. Protótipos de perfeição eterna para todos os tempos eram também seres meio físicos, com corpos protoplasmáticos de bela cor negra com formas filamentosas, de cor prateada. Quase não possuíam consciência (individual), tanto podiam viver em pé, como caminhar, correr e flutuar na atmosfera. Assexuados, a reprodução se fazia por cissiparidade, no princípio dividiam-se em duas partes (metades) iguais e mais tarde em partes desiguais, fazendo surgir descendentes menores que cresciam e que por sua vez produziam pelo mesmo processo outros descendentes. Os seres desta Raça Raiz possuíam poderes ocultos associados à Energia Vital – e, à “Mãe Natureza”.

Ilustração no intuito de retratar a 1ª Raça Raiz

Alguns estudiosos deste assunto relacionam a 1ª Raça-Raiz ao “Pólo Norte” como a Raça Polar, mas deixando claro que não se trata apenas do pólo geográfico, mas que se trata, sobretudo, do “pólo espiritual” da Terra naquele momento, quando esta Raça teria ocupado todo o território da Pangea e quando os continentes estavam unificados – portanto, esta é uma forma de dizer que a 1ª Raça Raiz se estendeu sobre toda e única superfície do planeta.

2ª Raça-Raiz (Hiperbórea)
A 2ª Raça Raiz apareceu no cenário terrestre como resultado de incessantes transformações na superfície da Terra, além daquelas que a 1ª Raça Raiz experimentou. Esta Raça ocupou as regiões boreais, que na forma de uma fechadura continental circundou a Calota Polar Norte. Ela ocupou a atual norte da Ásia, Groenlândia, Suécia, Noruega e outros locais desta região, estendendo-se até as Ilhas Britânicas.
É impossível encontrar-se restos desta Raça e da 1ª Raça. Destas duas Raças dos Primeiros Tempos (Primevos) que eram constituídas de protomatéria, eram semifísicas. Só na “Memória da Natureza” que os clarividentes podem inteirar-se e estudar a história das duas.
A 2ª Raça Raiz foi sendo modelada para que “absorvesse” a Primeira Raça Raiz. O que fosse interno na primeira tornasse externo na segunda. Esta inversão foi o início de um processo necessário à evolução da futura humanidade. Portanto, esta raça apareceu no cenário terrestre como resultado das incessantes transformações, que através do tempo a Primeira Raça Raiz experimentou. E este período foi de varias mutações, quando também grande diversidade de espécies foi gestada no tubo de ensaio da Natureza.
Esta Raça era ainda constituída de formas mal definidas, filoarborescentes e ígneas, portanto com reflexos brilhantes avermelhadas, com tonalidades douradas. Já possuía os sentidos da audição e do tato, respondendo aos impactos do ar e do fogo. Reproduzia a princípio como na primeira raça, ou seja, por cissiparidade, para numa segunda fase apresentar com vaga manifestação dos dois sexos, donde a denominação também de andróginos latentes.  

Ilustração no intuito de retratar a 2ª Raça Raiz

No final da formação da Segunda Raça Raiz, o globo terrestre sofreu grandes transformações provocadas pelo deslocamento de grandes massas de água, com os oceanos mudando de seus leitos. Devido a estes deslocamentos de água, a grande maioria da Segunda Raça Raiz desapareceu neste grande cataclismo, causado pela evolução do planeta durante este ciclo da existência pré-humana.
Os sobreviventes desta Raça continuaram desenvolvendo durante a primeira grande divisão dos blocos geológicos do planeta, já em um deles como o grande Continente da Lemúria fixando-se, sobretudo, ao sul do Equador, razão pela qual a sua população foi também chamada de Antípoda pela sua localização oposta a da 1ª Raça Raiz, que antes tinha ficado mais ao norte.
Se a 2ª Raça Raiz “absorveu” a 1ª Raça, que se “sacrificou” a favor da primeira, é porque isto sempre acontece na eterna transmutação da Natureza. De fato, esta Nova Raça desenvolveu com o tempo uma forma de reprodução do tipo “gotas de suor” (possível referencia à presença do sêmen).

 A 3ª Raça-Raiz (Lemuriana)
A 3ª Raça-Raiz – Lemuriana, ela foi primeira Raça considerada de fato manifestada fisicamente.
As condições para que a consciência humana surgisse, aconteceu mais no final do período em que se formou a Terceira Raça Raiz – no período em que aconteceu a vinda para este planeta de seres extraterrestres de grande conhecimento tecnológico – “dos deuses construtores”. Eles vieram implantar, impulsionar e orientar o desenvolvimento desta Raça Raiz. Com a vinda destes Seres para a Terra houve o início da estimulação do corpo mental no homem-animal. Este foi o início do processo de individualização da consciência.
No início da Raça Lemuriana o Mental era muito pouco desenvolvido e, por motivo obvio, era também muito limitado o recurso do uso da palavra. Mas, à medida que o ser (“protótipo humano”) daquela época foi evoluindo, aumentava a sua capacidade mental que se exteriorizava, fundamentalmente pelo seu “dom” de expressar através da palavra, que é o meio pelo qual o seu pensamento materializava em forma de vibração sonora. Assim com alguma exceção, quanto maior for o uso da capacidade mental, maior será também a capacidade de expressão por meio da palavra.
As “Sementes” para formar a Terceira Raça Raiz, assim chamadas por estes “deuses construtores”, eram bastante qualificadas. Neste processo evolutivo após ter terminado a fase de separação dos sexos, a visão foi também nesta etapa o órgão dos sentidos mais desenvolvido, para facilitar a futura humanidade em seu contato com o mundo exterior (acrescentando-se aos da audição e do tato já adquiridos pelas duas Raças anteriores).

Alguns estudiosos referem a um continente perdido no Pacífico por vários nomes, mas na maioria das vezes ele é chamado de Lemúria ou de Mu. Outros nomes são  Zu, Lu, e, possivelmente, Oz.

Com o tempo a “monitorada” 3ª Raça Raiz já “se esboçando” como a humanidade infante, preparou-se para realizar suas primeiras sínteses mediante serviços físicos. Eles adquiriram mobilidade e uma inteligência prática rudimentar, resultando na elaboração de ritos primários e de uma forma de arte muito dinâmica, da qual a arte africana é um exemplo.
No transcorrer dos tempos para a formação desta Raça Raiz ela desenvolveu uma estrutura óssea e assim mais fisicamente elaborada e mais evoluída os seres desta Raça aprenderam que se unindo uns aos outros adquiriam maior segurança. E então, passaram a lutar e a trabalhar por suas tribos, conquistando juntos mais espaços e, com isto, teve início o desenvolvimento das famílias. O “ideal doméstico” gerou a idéia de clã, que foi a base da existência tribal. Nesta etapa as relações de parentesco foram concebidas.

   
Durante a 3ª Raça Raiz as criaturas desenvolveram uma estrutura óssea mais elaborada, mais fisicamente erguida e também passaram a ter uma existência tribal.

Na 3ª Raça Raiz já a partir de sua quinta sub-raça as criaturas começavam nascer no seio materno, débil e desvalida (sem mais a necessidade da presença do ovo) e a partir da sexta e da sétima sub-raças já nasciam pelo ajuntamento de sexos. Estes “protótipos” para a futura humanidade se expressavam na Linguagem Universal, tendo poder sobre o fogo, o ar, a água, a terra e sabiam escutar nas sete vogais da Natureza – na voz dos Deuses da Natureza, quando estas sete vogais ressoavam em seus corpos.
A Lemúria constituiu-se no 3º continente, que os geólogos conhecem por Gondwana com a sua geologia situada entre as Eras Primária e Secundária e nos períodos Devoniano, Carbonífero, Permiano, Triássico (apogeu da Lemúria), Jurássico e mesmo Cretáceo. Ela surgiu pela modificação ocorrida com a emersão da imensa cadeia do Himalaia, quando mais ao sul os continentes se elevaram ao lado dos hoje países Ceilão e Austrália, indo até a Tasmânia e ainda alcançando a Ilha de Páscoa mais ao leste e Madagascar mais ao oeste. Uma parte da África emergiu igualmente.
Os órgãos visuais desenvolveram-se durante a evolução da Raça Lemuriana, que inicialmente possuía um olho único central, registrado nas lendas como aquele possuído pelos gigantes ciclopes. E foi mais tarde que se formaram os dois olhos, porém apenas na 4ª Raça-Raiz é que eles se tornaram de fato o órgão normal da visão externa, quando lentamente ocorreu a interiorização deste “olho central”, que passou a constituir a chamada glândula pineal, cujas funções e secreções os cientistas até hoje não as conhecem bem. 

Ilustração do gigante ciclope. Ele foi apenas lenda de um passado muitíssimo distante?

Na 3ª Raça-Raiz o futuro ser humano obteve a incipiente capacidade mental (e de raciocínio), pelo consequente desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso para uma vida de relação, mas também trazendo o sentimento de egoidade, que permitiu surgissem as idiossincrasias e os obstáculos de toda sorte para serem vencidos – entre eles, os sentimentos do bem e do mal no transcurso de sua evolução.
 
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Australopithecus, Homo habilis, Homo erectus, Homo sapiens neanderthalensis e homo sapiens sapiens – “o caminho” pelo qual passou fisicamente o atual ser humano.

Os aborígenes da Austrália e da Tasmânia provêm da 7ª sub-raça de Mu ou Lemuriana. E os malaios, papuas, hotentotes e dravídicos do sul da Índia surgiram de uma mistura desta 7ª sub-raça com as primeiras sub-raças atlantes.
Neste planeta, todas as raças negras possuem ascendência da raça Lemuriana – a 3ª Raça-Raiz.  Quando a Lemúria começou a submergir os povos desse continente migraram para outras regiões e dentre estas a atual África que foi palco onde se desenvolveu a raça negra que chegou ao seu apogeu com os abissínios, os núbios e os egípcios.

Todas as raças negras possuem ascendência da Raça Lemuriana – a 3ª Raça Raiz, que dela originou-se a 4ª Raça Raiz e desta a 5ª e atual Raça Raiz.

Cada ano que passa, vão acontecendo novas descobertas arqueológicas, informando que a historia da humanidade não é precisamente a que é citada em livros oficiais, como comumente consta nos livros de geografia, de historia e de ciência, entre outros.
Pelas informações que foram dadas aos dimensionais e pesquisadores do Projeto Portal pelos seus parceiros de outras realidades, o povo de muril no Continente de Mu chegou pela primeira vez neste planeta quando se elevou as Cordilheiras dos Andes milhões de anos atrás, paratempos depois regressarem e povoar a Terra através de suas tecnologias, aproveitando o que já existia aqui construído pela evolução natural. Então, foram por etapas construindo edificações surpreendentes subterrâneas, verdadeiras cidades e palácios e, reconstruindo-os, por causa dos ciclos de transformação (cataclismos) que por eles a Terra passou, mas sabendo quando ela voltasse à normalidade tudo poderia estar em parte novamente presente. Estes seres possuíam compleição gigante, portanto as suas construções arquitetônicas eram também gigantescas, levantadas com enormes blocos de pedra.


Qual construção milenar deve existir debaixo da construção secular Forte Príncipe da Beira, emCosta Marques/RO – Brasil?…

O que restou como legado desta misteriosa civilização muril, que espalhou pelas atuais Américas e que se refazia após os cataclismos, sempre causou interesse dos pesquisadores após buscarem informações, como as que foram fornecidas pelos índios aos conquistadores espanhóis e aos colonizadores portugueses (no Brasil). Informações na forma de insistentes relatos sobre a existência de cidades perdidas em meio às densas selvas, que eram por eles reverenciadas e ao mesmo tempo temidas, portanto nem mesmo estes silvícolas ousavam delas se aproximar. Cidades conhecidas como Muribeca, Paititi, Eldorado e principalmente as três cidades dos “deuses” chamadas Akhaim, Akhanis e Akhakor.
Estas cidades relatadas como “tradições históricas”, passadas de geração em geração pelos ancestrais destes índios, sempre foram procuradas. Expedições já foram enviadas e continuam sendo levadas à Amazônia Brasileira em busca destas três cidades.

Mapa de parte da região amazônica onde provavelmente estão ruínas de civilizações mais antigas e ainda não descobertas.

No livro A Crônica de Akhakor, o jornalista alemão Karl Brugger descreve uma das inúmeras “lendas” disseminadas na Amazônia sobre a existência de uma civilização muitíssima antiga, que estaria localizada na Serra do Gupira, região do alto Rio Negro. Tal civilização no passado teria usado outras tecnologias e desaparecido muito antes mesmo do descobrimento do Brasil. Dentre as informações que este jornalista recebeu, estava a que mencionava a existência de três cidades habitadas chamadas Akhahim, Akhakor e Akhanis. E onde este índio dizia estar Akhakor, existe Chan Chan, a capital do império Chimu declarada pela UNESCO como Herança Cultural da Humanidade, tendo uma importância comparável às cidades do Antigo Egito, Mesopotâmia, Índia, China e de Teotihuacán no México. Esta cidade capital que fica a 15 km da fronteira do Peru com o Brasil, ela foi escavada nos anos 60, mostrando o que se restou dela.
Também Paitíti ou Candire é mais uma “cidade lendária”, que está supostamente oculta em uma destas regiões: a leste dos Andes, em alguma parte da selva tropical do sudeste do Peru (Madre de Dios), nordeste da Bolívia (Beni ou Pando), no noroeste do Brasil (Acre, Rondônia ou Mato Grosso). De acordo com antigos documentos ela foi capital de um reino chamado Moxos ou Grande Paitíti, que como “mito” é semelhante ao de Manoa ou do Eldorado.

Sempre existiram mapas consultados por pesquisadores, que procuram ruínas incas na América do Sul e que buscam desvendar a história e os mistérios deste povo.

A milenar civilização do Continente Lemuriano ou de Mu deixou vários registros de sua existência. As Pegadas de Tarawa (citadas na Revista da Sociedade polinésia, Vol. 58, Nº 4, Dezembro de 1949, Wellington, Nova Zelândia), são uns deles. Pegadas ciclopicas com seis dedos que podem ser encontradas nas ilhas Kiribatis, mas são mais presentes na aldeia de Banreaba.
De acordo com James Churchward a Ilha de Páscoa foi originalmente parte da Lemúria. E o que dá credibilidade tanto a Ilha de Páscoa e quanto o Havaí fazendo parte de um continente maior já desaparecido, vem das mesmas cabeças gigantescas de pedra encontradas em cada uma destas ilhas. É surpreendente a semelhança facial esculpidas nestes dois monólitos mostrados abaixo, especialmente os lábios, com semblantes arrogantes de uma raça de imperialistas e militaristas conquistadores de mundos. 

  
À esquerda o gigantesco monumento no Havaí e à direita outro semelhante na Ilha da Páscoa – monólitos com expressões sérias de guerreiros e de guardiões no tempo da Lemuria.

A passagem desta civilização de um povo gigante por este planeta está registrada por construções e artefatos tecnológicos em varias partes de seu subsolo e muitos deles ainda bem escondidos (guardados) esperando serem descobertos.
Construções megalíticas que espalham por toda a Terra, elas foram levantadas com pedras gigantescas. Estão também presentes em varias partes do planeta monólitos (imensos blocos de pedra), que pesam muitas e muitas toneladas. Estas presenças ainda não foram explicadas adequadamente, tornando-se enigmas sem igual tanto no Hemisfério Norte quanto no Hemisfério Sul. Pedras complexas poligonais de várias toneladas, que foram empilhadas, moldadas e às vezes fundidas juntas. Como e por quê?
Através de muitos milhares de anos de constantes terremotos e erupções vulcânicas, a Lemúria foi “se escondendo” nas ondas embravecidas do atual Oceano Pacífico, enquanto ia surgindo outro continente (no fundo do oceano que hoje leva o seu nome) para o desenvolvimento da 4ª Raça Raiz – os atlantes, que já tinha começado a ser engendrada pela 3ª Raça Raiz, muitíssimo anos antes.
Ao norte de Damasco, na atual Síria encontra-se uma plataforma construída com enormes pedras, com algumas delas medindo vinte metros de lado e pesando quase duas mil toneladas. Por que e como foi construído este gigante de pedra, que hoje é chamado de terraço de Baalbek? Quem foram seus construtores? Até agora a arqueologia não pôde oferecer nenhuma explicação convincente. O Grande Terraço de Baalbek é uma dessas construções que a arqueologia moderna com todos os recursos de que dispõe, ainda não é capaz de explicar.

 
Em Baalbek (Síria) cidade do deus Baal, (do senhor deus Enki “dos campos” (da agricultura), gigantescos blocos estão esculpidos com perfeição e foram levados àquele local há milhares de anos. Levados por uma raça de gigantes? Pelos Gigantes Anunnaki (originais)?

Baalbek foi uma das cidades estados dos fenícios e nela foi cultuado o deus Baal – o “Senhor do Céu e da Terra”. E entre muitas outras construções megalíticas ao redor do mundo, talvez seja as Pirâmides de Gizé que mais geram celeuma sobre a sua construção e sobre a sua verdadeira finalidade. No meio desta confusão de opiniões seria pelo menos coerente aceitar, se de fato foram os antigos egípcios que as construíram, eles empregaram técnicas especiais que já não são mais conhecidas da ciência atual. Perderam-se ao longo tempo.
O rei Salomão quando foi construir o seu famoso templo em Jerusalém (em um local que a tradição dizia ser antes um santuário), os trabalhadores quando foram inicialmente limpar o chão, eles deram com uma pedra que parecia fazer um som oco. Ao levantar esta pedra, eles descobriram que mais abaixo parecia existir o que restou de um templo ainda mais antigo do tempo pré-diluviano e de Enoque. Então um trabalhador desceu por uma corda e descobriu um dos dois pilares sobre os quais Enoque tinha gravado todos os segredos da civilização que existia antes do dilúvio. De acordo com a tradição, o “Arcanjo Uriel” passou para Enoque ainda nos tempos pré-diluvianos, a responsabilidade de preservar segredos daquela civilização, registrando-os sobre dois pilares, porque um desastre global iminente estava para acontecer.
Anunnaki significa “aquele que desceu dos céus” na língua suméria, para os hebreus era Nefilim (Elohim) e para os antigos egípcios Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos e cinquenta anos são a base da teoria de que uma avançada civilização proveniente de Nibiru (um planeta distante, mas ainda neste Sistema Solar), desembarcou na antiga Mesopotâmia aproximadamente 450 mil anos atrás. Eram os Anunnaki, alienígenas que colonizaram a Terra com o propósito principal de extrair grandes quantidades de ouro. 

A ciência atual não é capaz de dar explicações para os objetos desenhados com o formato de helicóptero, planador e submarino no Templo de Osíris, encontrados em Abydos e hoje expostos no Museu do Cairo, no Egito.

 
Desenhos dos tempos mais antigos que lembram vestimentas dos atuais astronautas, eles estão como registros arqueológicos em cavernas das Américas, Europa, África, Extremo Oriente e Austrália.

Os gigantes Anunnaki ocuparam não somente a Mesopotâmia, como também o Egito, a Índia e as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados praticamente em todas as partes do mundo.
A criatura que seria depois chamada de humana, ela foi “construída” (criada geneticamente) por estes belicosos gigantes para servi-los como verdadeira maquina nas minas, também nas construções de palácios e de cidades, em instalações astronômicas localizadas em todos os continentes e nas guerras travadas entre si, utilizando-a como guerreira. E, como estes alienígenas precisavam de mais e mais desta criatura e o tempo que dedicavam para “construí-la” estava comprometendo os seus propósitos, já que no inicio era só de machos – de “Adão”, eles utilizaram novamente do próprio DNA, para que agora esta sua criatura procriasse pelo surgimento também de fêmeas – de “Eva”.

   
Ninhursag – registros arqueológicos na forma de imagens

Ninhursag: “Nin (Senhora) e “Ḫursag” ou “Ḫur.Sag” (Montanha sagrada)) foi uma deusa (“dingir”) Suméria, possuidora ao longo da historia da Mesopotâmia de diversos nomes e atributos próprios e especiais de uma deusa mãe. Entre vários outros atributos, os seguintes:  “Ninmah” Grande Rainha; “Nintendo” – Senhora da vida; “Nintu” Senhora do nascimento; “Mama” ou “Mami” Mãe; “Ninzinak” Senhora do embrião; “Ninmag” Senhora vulva; “Amaududa” Mãe que dá à luz. Ninhursag teve com Enki (seu irmão) o filho Marduk e com Enlil (outro seu irmão) o filho Ninurta-Hercules.
Com o passar do tempo os homens e mulheres iniciais cada vez mais desenvolvidos (espalhados por varias partes do planeta) e já como o começo da 4ª Raça Raiz surpreendiam seus “construtores” alienígenas pela sua beleza, o que despertou o interesse destes. E alguns deles utilizando-se de determinadas fêmeas humanas agora já férteis, com elas tiveram filhos. Mas, esta união não era aceitável pela elite dos Anunnaki, que decidiu se silenciar e não salvar a população humana colonizada (a humanidade daquele tempo) sobre a inundação global – “o dilúvio bíblico” pela inversão dos pólos, que aconteceu naquele tempo.
Os sobreviventes humanos e protegidos dos Anunnaki foram com o tempo introduzindo um sistema sócio-político fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência direta dos próprios Anunnaki. Eles foram “Iniciados” versados na ciência da matemática e da astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, de arquitetura e de engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio de “colégios” – os “colégios de mistérios”.
A presença final dos Anunnaki neste planeta coincide com as informações (já a partir da Antiguidade Clássica) sobre a “Atlântida” mencionada por Platão, que foi submergida. Entretanto, tanto o local quanto a presença desta civilização como elas estão hoje postas por alguns pesquisadores, eles sempre foram contestados e mesmo rejeitados por vários outros pesquisadores, por não aceitarem o local onde dizem ter existido, muito menos existido como um continente – inclusive, esta rejeição é também a do Projeto Portal.
Alan Cameron comenta que “só nos tempos modernos é que as pessoas começaram a levar a sério a história da “Atlântida”, ninguém a fez na Antiguidade”. Embora pouco conhecida na Idade Média, a história de “Atlântida” foi redescoberta pelos humanistas na Idade Moderna. As descrições de Platão serviram de tema para trabalhos de vários escritores da Renascença, como Francis Bacon em “Nova Atlântida”. O assunto ainda inspira a literatura – da ficção científica aos gibis e ao cinema. “Atlântida” tornou-se referência para qualquer suposição sobre avançadas civilizações pré-históricas perdidas.
Foi Platão o primeiro a citar a Ilha de Poseidon – como o que restou de um antigo continente – a “Atlântida”. De acordo com ele, existia nesta Ilha lendária uma potência naval localizada ”na frente das Colunas de Hércules”, que conquistou grande parte da Europa Ocidental e da África, aproximadamente em 9.000 a.C., mais ou menos no mesmo período em que aconteceu o dilúvio universal mencionado na bíblia. Ainda de acordo com Platão, a “Atlântida” teria afundado no oceano “em um único dia e noite de infortúnio”.
Os estudiosos discutem se a história de Platão foi inspirada por antigas tradições. Alguns dizem que este filósofo criou a história mediante memórias de antigos acontecimentos, inspirando-se na guerra de Tróia, na erupção minóica de Thera (um dos maiores incidentes vulcânicos da História da humanidade) e na fracassada invasão ateniense da Sicília, em 415 a.C.–413 a.C.
Entretanto, uma das mais polêmicas teorias sobre “este Continente Atlante” foi proposta mais recentemente, ela foi feita pelo pesquisador e professor Ezra Floid. Partindo do desenho da cidade circular descrita por Platão, Floid propõe que “Atlântida”, na verdade, era uma gigantesca nave espacial, uma espécie de disco voador movido a hidrogênio e hidromagnetismo, com uma usina central de hidroforças, chamada de Templo de Poseidon, um imenso OVNI descrito por muitas culturas como A Ilha Voadora relacionada à Jerusalém Celestial descrita na Bíblia (Apocalipse 3, 12), à Purana Hindu que desce do céu e ao Disco Solar dos astecas, maias, incas e egípcios.
Ainda de acordo com Ezra Floid, esta gigantesca nave como uma missão colonizadora extraterrestre, ela teria estado em muitos pontos da Terra, pois se locomovia e se instalava em diferentes regiões. Este seria o motivo pelo qual a localização da ilha ora é imaginada no Mediterrâneo, ora na Indonésia, ora no Atlântico, nos Pólos e nos Andes.
E a afirmação deste pesquisador de que a “Atlântida” foi uma gigantesca nave extraterrestre, ela é também a do Projeto Portal, que para ele esta “Atlântida Continente” nunca existiu, mas na verdade era uma gigantesca nave de seres extraterrestres planetários, utilizando-se a tecnologia de Ophiúcus. Este suposto continente nunca foi achado, porque antes de acontecer o 4º e ultimo cataclismo chamado de “dilúvio bíblico”, esta nave emergiu totalmente, voltando para Ophiúcus.

 
Ilustrações da Ilha de Poseidon

Esta suposta “Atlântida” seria ainda a mesma nave descrita na Epopéia de Gilgamesh, dos sumérios. Segundo esta teoria, “Atlântida” não teria submergido catastroficamente, mas sim intencionalmente, como parte do projeto colonizador que estes alienígenas realizavam na Terra. Depois de permanecer algum tempo no fundo do mar como cidade submarina, esta imensa nave teria usado também a hidroenergia de emersão para lançar-se no espaço sideral, provocando, com o seu enorme volume e seu arranque, um gigantesco tsunami circular no oceano, a partir do ponto onde antes estaria oculta. Os sobreviventes deste tsunami depois da tragédia teriam julgado ter sido afundada, o que consideravam ilha. No entanto, os seres desta gigantesca nave apenas teriam voltado para o seu Sistema de Origem no Universo.

Prováveis tecnologias pré-diluvianas são constatadas em varias partes do mundo.


4ª Raça-Raiz
A 4ª Raça-Raiz – a atlante, ela foi a primeira Raça-Raiz, que para ela se pode realmente dizer humana e que tinha como representativas as cores de pele vermelha e amarela, respectivamente de suas duas sub-raças “pele-vermelha” (indígena) e mongol (original) ou “mogno”. Os seres desta Raça-Raiz desenvolveram o sentido do paladar e também alcançaram desenvolvimento psíquico-emocional, o que é comum naqueles que possuem estas cores de pele. A quarta Raça Raiz que teve o seu inicio em tempos pré-diluvianos ainda viveu no Éden (“Paraíso”), era comum para ela viver muitos séculos, como acontecia com os Patriarcas. A palavra Adam tem o sentido de “vermelho” em hebraico.
Em épocas pré-diluvianas estavam ainda presentes os gigantes alienígenas Nefilins (Anunnaki originais), que o Livro de Genesis os mencionam como “anjos do senhor”. Estes gigantes que no Velho Testamento estão também relacionados como “a presença viva de deus” e (provavelmente) na antiga cultura grega como os deuses do Olimpo, “construíram” através de técnicas genéticas a possibilidade do ser humano possuir o seu atual corpo físico e, com isto, criando condições para que ele “mentalmente se aperfeiçoasse”, sem os longos e os necessários estágios evolutivos engendrados pela Natureza.

  
Enki “deus” da ciência      Enlil “deus” das leis                               Anu “deus” pai

O primeiro grande cataclismo atlante aconteceu cerca de 550 mil anos atrás, despedaçando o gigantesco continente e transformando-o em ilhas de diversos tamanhos, algumas delas com tamanho continental. Este cataclismo trouxe para a superfície das águas a região hoje da Escandinávia, grande parte da Europa meridional, o Egito, quase toda a África e parte da América do Norte, enquanto a Ásia setentrional afundava-se nas águas. Aconteceu uma segunda catástrofe em torno de 435 mil anos passados e a terceira a cerca de 180 mil anos atrás, quando as regiões do Planeta tomaram mais ou menos as conformações que se conhece hoje, muito embora as ilhas Britânicas aparecessem ainda ligadas à Europa, o mar Báltico não tivesse feito sua aparição e o deserto do Saara continuasse um oceano. E finalmente em torno de 9.000 a.C aconteceu o ultimo cataclismo diluviano global.
A primeira catástrofe aconteceu nos meados do período Mioceno, ou seja, na Era Terciária, e “uma destas ilhas”, verdadeiro continente por ser uma das maiores, compreendia o Norte da África até o Tirreno, o Iucatã e o Brasil, constituindo com o passar do tempo dilatado império dividido em sete reinos, cada qual habitado por uma de suas sub-raças.
Tais reinos tinham por capitais as duas famosas e riquíssimas cidades conhecidas como a “Cidade das Portas de Ouro” e a “Cidade dos Telhados Resplandecentes”. Esta última era a sede fulgurante construída pelos Toltecas e Turânios, comandava a região hoje correspondente ao planalto que se estende pelos confins do Amazonas, Mato Grosso e o planalto de Goiás.
A “Ilha Posseidonis” citada por Platão, outras fontes a citam também como “Pais de Mu”. Segundo as expressões do Codex Troanus, escrito há 3.500 anos pelos Maias de Yucatan, após tremendos tremores de terra “o País de Mu foi sacrificado” desaparecendo para sempre no seio das águas, com seus 64.000.000 de habitantes. Esse Codex se acha atualmente no Museu Britânico e faz parte da coleção Le Plongeon. Outro manuscrito pertencente aos arquivos de um antigo templo lamaísta, em Lhassa, de língua caldáica, conta que 2.000 anos a.C., a estrela Baal caiu no lugar onde hoje só existe mar e céu e as dez cidades, com suas portas de Ouro e Templos transparentes tremeram e estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudidas pela tormenta… Eis que uma nuvem de fogo e fumo se elevou dos palácios. Os gritos de horror lançados pela multidão enchiam o ar. Todos buscavam refúgio nos Templos, nas cidadelas e o sábio Mu, o grande sacerdote apresentando-se, lhes falou:
Não vos predisse eu todas essas coisas”?… “Morrereis com vossos escravos, vossas riquezas e de vossas cinzas surgirão outros povos. Se eles, porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem a mesma sorte lhes caberá. O mais que posso fazer é morrer juntamente convosco”!…
É interessante observar que nestes dois documentos antiquíssimos e guardados em locais bastantes distantes um do outro, mesmo assim eles informam uma mesma situação e também que a palavra Mu identifica, sobretudo, um Alto Sacerdote possuidor de muito conhecimento, sabedoria e autoridade, portanto não propriamente uma ilha, região, ou continente.