Translate
Mostrando postagens com marcador Paranormalidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paranormalidade. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Sai Baba, o Iogue Reencarnado
A ciência moderna considera os milagres religiosos coisas do passado. Assim, eles podem ser comodamente desconsiderados, como produtos de uma era mais ingênua.
Não obstante, discípulos de inúmeros líderes religiosos testemunhavam eventos paranormais que remontam aos profetas e messias de outras eras. A mais conhecida dessas divindades contemporâneas era Sai Baba, um iogue que afirmava ser a reencarnação de seu homônimo, Sai Baba, de Shirdi, que morreu em 1918, oito anos antes de seu nascimento na província de Puttaparti.
O segundo Sai Baba levou uma vida relativamente normal até atingir a idade de 14 anos, quando sofreu um derrame cerebral debilitante, durante o qual ele periodicamente cantava e recitava passagens poéticas da filosofia védica. Emergindo da doença, que o deixou em uma espécie de transe, Sai Baba de repente anunciou para seus pais que era um avatar, ou uma reencarnação divina, do famoso homem santo que morrera quase uma década antes de seu próprio nascimento.
Outros iogues declararam ter conseguido realizar um ou dois milagres mediúnicos durante suas carreiras públicas. Sai Baba, por outro lado, realizava milagres com a mesma facilidade com que muitos de nós conferimos o saldo bancário ou escrevemos uma carta.
Entre os atos de fé supostamente realizados por Sai Baba estão o tele-deslocamento, a levitação, a telecinésia e a manifestação de objetos materiais - ele parece ter uma distinta preferência por pétalas de rosas - que surgem do nada. Dizem que Sai Baba também já ressuscitou mortos e multiplicou alimentos uma centena de vezes.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Nina Kulagina e a Telecinésia
Nina Kulagina foi provavelmente a mais famosa médium da União Soviética. Ela foi conhecida por seus poderes telecinéticos que, segundo dizem, usa para movimentar objetos mentalmente de um lugar para outro. De fato, filmes contrabandeados sorrateiramente para o Ocidente mostram a famosa médium usando movimentos manuais ou oculares para movimentar uma série de coisas: palitos de fósforo, bússolas, pequenas caixas, cigarros etc. Ela sabe como tirar proveito de todos esses objetos para demonstrar a força de sua mente.
O melhor desses filmes foi feito por Zdenek Rejdak, um pesquisador do Instituto Militar de Praga, que visitou a União Soviética em 1968 para estudar Kulagina e testar seus poderes telecinéticos.
- Depois que nos sentamos a uma mesa - explica Rejdak -, solicitei a Kulagina que se levantasse da cadeira em que se decidira sentar e passasse para o outro lado da mesa. O primeiro teste tinha por objetivo movimentar a agulha de uma bússola, primeiro à direita e depois à esquerda. Kulagina colocou suas mãos aproximadamente 5 a 10 centímetros sobre a bússola e, após um intervalo para concentração, a agulha girou mais de dez vezes. Em seguida, a própria bússola girou sobre a mesa, depois uma caixa de fósforos, alguns palitos isolados, e um grupo de cerca de vinte palitos de fósforo de uma só vez.
Quando a demonstração terminou, o dr. Rejdak colocou uma aliança de ouro sobre a mesa e, segundo ele, Kulagina teve pouca dificuldade em movimentá-la, também.
- Finalmente - disse o cientista tcheco -, eu a vi usar seus poderes de telecinésia para mover alguns copos e pratos.
A despeito da natureza aparentemente fácil desses poderes, Rejdak declarou que a força telecinética de Kulagina parecia guiada por vários princípios padrões. Por exemplo, para ela era mais fácil mover objetos cilíndricos e mais difícil movimentar coisas angulares. Os objetos com os quais ela não tinha familiaridade tendiam a se afastar dela. E quando ela se esforçava para mover os objetos, eles tendiam a se movimentar em exata coincidência com seu corpo, algumas vezes continuando a se mover, mesmo quando ela já havia parado.
A partir do fim da década de 60, alguns pesquisadores ocidentais visitaram a União Soviética para estudar os poderes de Kulagina. O dr. J. C. Pratt e Champe Ransom da Universidade de Virgínia foram os primeiros, e suas observações corroboraram as de Rejdak. Em seu livro ESP Research Today, por exemplo, o falecido dr. Pratt contou como ele observara Kulagina "praticar" seus poderes telecinéticos de sua posição atrás de uma porta ligeiramente aberta.
- Pude ver Kulagina através da porta aberta - declarou ele. - Ela estava sentada do outro lado de uma pequena mesa redonda, voltada para mim, e a caixa de fósforos e a bússola estavam diante dela, sobre a mesa. Depois de algum tempo, percebi que, enquanto mantinha suas mãos abertas em direção à caixa de fósforos, ela se movimentava alguns centímetros pela mesa em sua direção. Ela colocava a caixa de volta no centro da mesa e ela se movia novamente na mesma direção.
Por causa da publicidade que a parapsicologia soviética recebeu no final dos anos 60, os pesquisadores ocidentais foram proibidos de realizar novos testes com Kulagina, mas essa proibição foi cancelada em 1972. Kulagina ainda realizava até os anos de 1990 algumas demonstrações ocasionais para parapsicólogos estrangeiros, e seu nome foi mencionado em muitos jornais do Ocidente, quando ela foi chamada para ajudar os médicos a cuidar da saúde precária do primeiro-ministro da União Soviética, Nikita Kruschev.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
O Hotel do Suicídio
Uma pessoa pode "se ligar" a eventos passados? Sim, de acordo com a médium Joan Grant, que foi convencida por uma experiência em 1929.
Viajando com seu marido pela Europa, ela passou a noite em um quarto de hotel em Bruxelas. Por algum motivo inexplicável, o quarto deixou-a inquieta, mas como não havia outras acomodações disponíveis resolveu ficar. Seu marido achou seus temores improcedentes e saiu para dar um passeio sozinho.
Joan Grant decidiu tomar um banho para tentar acalmar os nervos, mas, quando viu que de nada adiantara, resolveu ler um pouco e depois ir para a cama. Foi aí que ela teve um choque. Enquanto estava deitada na cama, teve uma assustadora visão: um jovem pareceu sair correndo do banheiro e atirar-se pela janela. Ela esperou ouvir o baque surdo de seu corpo atingindo o chão, mas não ouviu nada. A perplexa médium tentou fazer uma oração, mas, algum tempo depois, teve a mesma visão outra vez.
Foi então que concluiu que aquela sensação desagradável no quarto tinha algo a ver com um evento do passado. Uma vítima de suicídio, pensou ela, alugara aquele mesmo quarto, e agora estava comunicando sua aflição à médium. Julgou que podia libertar o quarto do espírito do suicida, ou de qualquer coisa que estivesse perturbando aquele aposento, aprofundando-se no assunto. Seu maior receio, no entanto, era que poderia envolver-se tão completamente com o suicida que acabaria por saltar da janela também. Assumindo o risco, Joan Grant foi até a janela e disse:
- Seu medo já se apoderou de mim, e agora você está livre.
Ela repetiu essa mensagem várias vezes, antes de sentir que o quarto ficara, de repente, mais claro. Quando seu marido voltou, no início da noite, ela estava aborrecida:
- Seu monstro! - esbravejou ela. - Como pôde sair assim e deixar, deliberadamente, sua mulher envolver-se com um caso de suicídio? Não foi graças a você que deixei de pular pela janela e quebrar o pescoço.
- Qual é o problema? - perguntou o marido. - O que foi que aconteceu?
- Este quarto estava assombrado. Eu lhe disse que havia alguma coisa de errada aqui. Um homem ficou o tempo todo correndo do banheiro para a janela e pulando lá para baixo. Eu tive de me envolver para libertar o espírito dele e quase acabei pulando janela abaixo.
No dia seguinte, o sr. Grant verificou a história com o gerente do hotel, e foi informado de que, realmente, ocorrera um suicídio naquele mesmo quarto, cinco dias antes, e que o ocupante saltara pela janela.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Lágrimas de Alegria
Os jornais costumam noticiar casos de lágrimas ou sangue jorrando de quadros ou estátuas. Esses casos são, normalmente, testemunhados por membros da Igreja Católica, cuja fé em milagres é excessiva. Algumas vezes, no entanto, tais relatos originam-se de fontes protestantes.
Um desses casos foi relatado pelo reverendo William Rauscher, pároco da Christ Episcopal Church em Woodbury, Nova Jersey, quando participava de um seminário em 1975. Em visita ao quarto de um amigo, Bob Lewis, começaram a conversar sobre a avó de Bob. Por ter sido a primeira pessoa a fazer com que o jovem Lewis conhecesse o caminho da religião, ela chorara de alegria ao saber que ele decidira seguir a carreira religiosa. Mas aquela mulher morreu antes de ver seu neto ser ordenado.
Enquanto contava essa história, Lewis percebeu que uma foto da avó, que ele mantinha sobre a cômoda, estava chorando.
- A foto estava tão molhada que se formara uma pequena poça de água na cômoda - explicou Rauscher. - Examinando-a, descobrimos que estava molhada por dentro do vidro. Aquilo nos deixou realmente atônitos. A parte posterior da foto, feita de imitação de veludo, estava cheia de estrias e toda desbotada. Retirada do porta-retratos, a foto não secou rapidamente. E, quando isso aconteceu, a área ao redor do rosto continuou inchada, como se a água tivesse se originado ali e descido pela foto, desde os olhos.
Em resumo, Rauscher jamais conseguiu encontrar uma explicação normal para o incidente. Quanto a Bob Lewis, ele terminou o seminário feliz por saber que sua querida avó chorara novamente de alegria.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
A Estranha Visita de Mary Roff
Na questão longamente debatida da reencarnação, um dos casos mais recentes de que se tem notícia é também o mais surpreendente. Trata-se da história de Mary Lurancy Vennum que, aos 13 anos de idade, em 1877, sofreu alguns ataques de epilepsia com estranhos resultados.
A primeira evidência da reencarnação de Vennum emergiu após um ataque que a deixou inconsciente por cinco dias. Quando voltou a si, ela contou a seus pais que visitara o Paraíso e conversara com um irmão e com uma irmã que já haviam morrido. Mary Vennum não tinha irmãos nem irmãs, e para seus pais ela parecia destinada a parar não no Paraíso, mas em um hospício, particularmente depois que começou a falar com as vozes estranhas de um homem e de uma mulher.
Mas Asa Roff, um amigo da família, interveio. A filha de Roff morrera dezesseis anos antes durante um ataque epiléptico, e ele conhecia um médico que podia ajudar. O dr. E. W. Stevens foi chamado e encontrou Mary Vennum em transe mediúnico, incorporando primeiro o homem e depois a mulher.
Stevens prontamente hipnotizou a menina, que contou-lhe que havia sido possuída por maus espíritos. Quando o médico sugeriu que seria necessário um outro espírito do além para ajudá-la a se livrar daquelas entidades, a própria Mary fez uma sugestão: propôs que Mary Roff, a filha morta de Asa Roff, fosse chamada. Ele concordou sem perda de tempo.
Quaisquer que possam ter sido os distúrbios psicológicos daquela menina, o fato é que a ciência da psicologia dificilmente poderá explicar o que aconteceu a seguir. No dia seguinte, Mary Vennum pareceu transformar-se em Mary Roff, e quando a sra. Roff e uma filha foram visitá-la, Mary chamou a irmã pelo nome, embora as duas jamais tivessem se visto, abraçou as duas e chorou. Ela voltou com as duas à casa dos Roff e pareceu reconhecer tudo e todos na vizinhança, constantemente recordando incidentes da infância de Mary Roff. Interrogando-a a fundo, o próprio Stevens convenceu-se de que a menina sabia tudo sobre a vida de Mary Roff.
Após algum tempo, a menina disse à família Roff que só podia ficar ali alguns meses. Posteriormente, anunciou o dia exato em que partiria e, finalmente, despediu-se. Depois disso, ela voltou ao lar dos Vennum, onde o sr. e a sra. Vennum ficaram felizes ao ver que sua filha Mary Lurancy Vennum voltara para sempre - e completamente curada da epilepsia.
A primeira evidência da reencarnação de Vennum emergiu após um ataque que a deixou inconsciente por cinco dias. Quando voltou a si, ela contou a seus pais que visitara o Paraíso e conversara com um irmão e com uma irmã que já haviam morrido. Mary Vennum não tinha irmãos nem irmãs, e para seus pais ela parecia destinada a parar não no Paraíso, mas em um hospício, particularmente depois que começou a falar com as vozes estranhas de um homem e de uma mulher.
Mas Asa Roff, um amigo da família, interveio. A filha de Roff morrera dezesseis anos antes durante um ataque epiléptico, e ele conhecia um médico que podia ajudar. O dr. E. W. Stevens foi chamado e encontrou Mary Vennum em transe mediúnico, incorporando primeiro o homem e depois a mulher.
Stevens prontamente hipnotizou a menina, que contou-lhe que havia sido possuída por maus espíritos. Quando o médico sugeriu que seria necessário um outro espírito do além para ajudá-la a se livrar daquelas entidades, a própria Mary fez uma sugestão: propôs que Mary Roff, a filha morta de Asa Roff, fosse chamada. Ele concordou sem perda de tempo.
Quaisquer que possam ter sido os distúrbios psicológicos daquela menina, o fato é que a ciência da psicologia dificilmente poderá explicar o que aconteceu a seguir. No dia seguinte, Mary Vennum pareceu transformar-se em Mary Roff, e quando a sra. Roff e uma filha foram visitá-la, Mary chamou a irmã pelo nome, embora as duas jamais tivessem se visto, abraçou as duas e chorou. Ela voltou com as duas à casa dos Roff e pareceu reconhecer tudo e todos na vizinhança, constantemente recordando incidentes da infância de Mary Roff. Interrogando-a a fundo, o próprio Stevens convenceu-se de que a menina sabia tudo sobre a vida de Mary Roff.
Após algum tempo, a menina disse à família Roff que só podia ficar ali alguns meses. Posteriormente, anunciou o dia exato em que partiria e, finalmente, despediu-se. Depois disso, ela voltou ao lar dos Vennum, onde o sr. e a sra. Vennum ficaram felizes ao ver que sua filha Mary Lurancy Vennum voltara para sempre - e completamente curada da epilepsia.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Saiba qual foi a última e assustadora profecia da “Nostradamus dos Bálcãs”
Uma anciã falecida em 1996 é responsável pela previsão de grandes catástrofes mundiais, como o tsunami de 2004 e o 11 de setembro. Agora, um último e sinistro presságio parece começar a se cumprir inexoravelmente.
Trata-se de Baba Vanga, uma mulher nascida na cidade de Strumica, atual território macedônio, quando este ainda pertencia ao Império Otomano. Por causa da incrível precisão com que conseguiu antecipar grandes eventos no mundo, desde a mais tenra idade, ficou conhecida na região como a “Nostradamus dos Balcãs”.
Entre muitas outras previsões, a anciã, que morreu há quase duas décadas, aos 85 anos de idade, previu o atentado às Torres Gêmeas, quando, em 1989, afirmou que “os irmãos norte-americanos” seriam atacados por “duas aves de ferro”. Da mesma forma, antecipou o devastador tsunami que, em 2004, atingiria o litoral tailandês, quando disse: “uma grande onda cobrirá um grande litoral com pessoas e aldeias e tudo vai desaparecer debaixo d’água”.
Entretanto, o mundo voltou sua atenção para uma das últimas previsões da anciã macedônia, que, em 1996, disse que o mundo viveria uma “grande guerra islâmica” até 2016. De fato, muitos atestam que as visões de Vanga já tinham anunciado a Primavera Árabe, apesar de ela ter morrido 14 anos antes.
A anciã afirmou que essa “grande guerra islâmica” começaria na Síria para terminar com o controle absoluto de Roma, por volta de 2043. Além disso, declarou que ali seria estabelecido o Califado definitivo e que a Europa “deixaria de existir”, ao se transformar em um continente “quase vazio” e com “áreas desertas desprovidas de qualquer forma de vida”.
Entre as inúmeras previsões atribuídas a Vanga, há algumas bastante exóticas, como a que diz que alienígenas ajudarão o homem a viver debaixo d’água em 2130, ou uma possível guerra em Marte, em 3005. Por fim, talvez a mais fantástica seja também a mais apocalíptica: ela afirmou que não haverá sobreviventes no planeta Terra por volta de 3797.
Entre muitas outras previsões, a anciã, que morreu há quase duas décadas, aos 85 anos de idade, previu o atentado às Torres Gêmeas, quando, em 1989, afirmou que “os irmãos norte-americanos” seriam atacados por “duas aves de ferro”. Da mesma forma, antecipou o devastador tsunami que, em 2004, atingiria o litoral tailandês, quando disse: “uma grande onda cobrirá um grande litoral com pessoas e aldeias e tudo vai desaparecer debaixo d’água”.
Entretanto, o mundo voltou sua atenção para uma das últimas previsões da anciã macedônia, que, em 1996, disse que o mundo viveria uma “grande guerra islâmica” até 2016. De fato, muitos atestam que as visões de Vanga já tinham anunciado a Primavera Árabe, apesar de ela ter morrido 14 anos antes.
A anciã afirmou que essa “grande guerra islâmica” começaria na Síria para terminar com o controle absoluto de Roma, por volta de 2043. Além disso, declarou que ali seria estabelecido o Califado definitivo e que a Europa “deixaria de existir”, ao se transformar em um continente “quase vazio” e com “áreas desertas desprovidas de qualquer forma de vida”.
Entre as inúmeras previsões atribuídas a Vanga, há algumas bastante exóticas, como a que diz que alienígenas ajudarão o homem a viver debaixo d’água em 2130, ou uma possível guerra em Marte, em 3005. Por fim, talvez a mais fantástica seja também a mais apocalíptica: ela afirmou que não haverá sobreviventes no planeta Terra por volta de 3797.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Qual a verdadeira origem do perturbador tabuleiro ouija?
O ouija, um tabuleiro que supostamente permite invocar e conversar com o espírito de pessoas mortas, é certamente um dos jogos mais perturbadoramente populares dos últimos séculos.
É um jogo tão simples quanto macabro: um tabuleiro com as letras do abecedário, os números de 0 a 9, e as palavras “sim”, “não” e “adeus”. Dessa forma, por meio de um ponteiro, esse jogo tornaria possível um contato com os seres do além, que utilizariam esses elementos para elaborar respostas às perguntas feitas.
São conhecidas as histórias e lendas populares em torno do ouija, que falam sobre os sérios riscos que correm todos aqueles que se atrevem a jogá-lo sem nenhum conhecimento prévio sobre os portais energéticos que se abrem e a possível passagem de almas malignas. No entanto, ainda se sabe pouco sobre sua origem.
Em algum momento, descobriu-se que as origens do ouija estariam no Antigo Egito. Trata-se de uma lenda que teve impulso com a divulgação que os comerciantes do tabuleiro fizeram para benefício próprio. Na verdade, os primeiros tabuleiros surgiram no século XIX, quando, por volta de 1890, o universo do espiritual, do oculto e do paranormal começou a ganhar muita força noa EUA e na Europa.
Mais tarde, Charles W. Kennard criou a empresa responsável pela construção dos tabuleiros ouija e transformou um jogo essencialmente ocultista em um dos mais populares jogos de mesa da cultura norte-americana. Em um dado momento, a patente foi vendida para William Fuld, um funcionário da empresa de Kennard, que continuou comercializando o jogo até ele ter seus direitos adquiridos pela Parker Brothers, em 1966.
Os maiores picos de venda do tabuleiro ouija ocorreram durante os momentos mais trágicos da história humana moderna: a Primeira e Segunda Guerra Mundial, a Guerra do Vietnã e, posteriormente, a Guerra do Golfo. As pessoas sempre acreditaram que se tratava de um método eficaz para contatar aqueles que já morreram.
Fonte: esoterium
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
O misterioso povo sombra: ETs, viajantes do tempo, seres interdimensionais?
Eles não são fantasmas e nem seres humanos… Eles são comumente conhecidos como o ‘povo sobra’ (shadow people), ou ‘seres sombra’. Eles parecem estar cientes da nossa presença, e na verdade parecem que querem nos fazer sentir relutantes, amedrontados, ou até mesmo entrar em pânico perante sua presença.
A documentação destes eventos adversos causados pelo povo sombra é muito modesta. De fato, na maioria dos casos, eles aparecem e desaparecem gradualmente, logo que são detectados.
Estes sombras parecem não falar palavras, nem ficam perto da testemunha, enquanto ficam em pé nas entradas e cantos das salas. Algumas pessoas que os têm visto, ou estão cientes de sua existência, dizem que eles são estranhos; seres que entram e saem do plano físico.
Estes seres não somente existem, mas também são convidados frequentes em nossas vidas. Porém, nos relatos de testemunhas, uma observação em particular é mencionada com frequência: a observação de conformidade das aparições sombra.
Seriam eles uma raça elusiva que sempre coexistiu com nós, humanos?
É uma teoria interessante, porque ela sugere que estes seres não somente existem, mas também são frequentemente convidados em nossas vidas.
De acordo com a pesquisadora paranormal, Heidi Hollis, o povo sombra é constituído de entidades sobrenaturais maléficas. Embora seja remotamente possível que o povo sombra poderia lhe machucar fisicamente, talvez através do deslocamento de objetos, eles mais provavelmente irão atacar emocionalmente, pois o medo é que os alimenta.
Irrelevantemente se a testemunha for uma criança ou um adulto, ele ou ela sempre vê a mesma coisa. Todos os relatos de testemunhas, seja de que país, continente ou linguagem for, dá um relance do que foi visto e sentido na presença do povo sombra, mas estes relances são monótonos.
A única experiência relatada que não é monótona é o ‘medo’. Eles trazem consigo um sentimento sombrio, ou uma visão de medo que domina, da mesma forma que o povo de olhos negros o fazem.
As memórias são sempre similares uma das outras, embora o povo sombra seja uma parte regular da vida de muitas pessoas.
Aqueles que tiveram a experiência, ou estudaram o fenômeno, dizem que estas entidades elusivas costumam ser vistas somente por um momento muito breve, com o canto do olho. Eles ficam só em pé e se agitando, sempre em silêncio.
Recentemente, o número de pessoas que testemunharam a presença de seres sombra por longos períodos tem aumentado. Alguns relatam que até mesmo têm visto os olhos vermelhos assustadores destes sombras, e muitas vezes enormes silhuetas que instantaneamente aparecem em qualquer lugar e mostram a habilidade de caminhar através de paredes, o que desafia as leis comuns da física.
Muitos pesquisadores têm estudado o fenômeno, e em particular concordam com um aspecto disso: Seja lá o que ou quem forem estas entidades, elas se alimentam da energia humana, emanada pelas vibrações ruins e emoções negativas.
Teriam eles encontrado uma forma de entrar em nossa dimensão, ou acidentalmente entraram em ‘nosso plano físico’? Seriam eles entidades alienígenas, viajantes do tempo, seres interdimensionais com uma missão de observar e influenciar os humanos, ou estariam eles procurando se aproximar dos humanos?
Não sabemos. Somente os temos como companheiros ruins… associados à má sorte.
E você, acredita ou já viu alguma entidade parecida?
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
O Fantasma de Washington Irving
Será que o autor de uma das mais famosas histórias de fantasmas da literatura americana voltaria do mundo dos mortos para pregar uma peça em alguém? Washington Irving, autor de The Legend of Sleepy Hollow, era um homem engenhoso, gostava de se divertir, às vezes, à custa dos outros.
Pouco depois da morte de Irving, um dos velhos amigos do autor, o dr. J. G. Cogswell, trabalhava em sua biblioteca quando viu um homem retirar um livro da estante e desaparecer. Cogswell teve certeza de que o homem era Washington Irving - até ver uma outra figura fantasmagórica, a imagem de um segundo amigo já falecido, devolver um livro à estante.
E isso não foi tudo. O sobrinho de Irving, Pierre, segundo consta, teria visto o fantasma de seu tio na casa do falecido em Tarrytown, Nova York. Ali, Pierre e duas filhas disseram ter visto nitidamente o famoso autor caminhando pela sala de estar e entrar na biblioteca, onde ele costumava executar seu trabalho.
Quando vivo, Irving costumava declarar que não acreditava em fantasmas. O cavaleiro sem cabeça de sua obra, afinal de contas, era, na verdade, um simples mortal vestido de forma a assustar um rival. É provável que seu sobrinho tivesse a mesma opinião - até que o próprio Irving provou que os dois estavam errados.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Fantasma de bruxa enforcada em 1612 aparece em foto de cemitério
As arrepiantes imagens mostram o que poderia ser o fantasma de uma menina olhando para fora de uma lápide com um rosto branco mortal e um olhar gelado de seus olhos negros.
Estas imagens assustadoras poderia ser a melhor evidência até agora de que o espírito de Jennet, uma das bruxas de Pendle assombrou a notória cidade.
As imagens foram tiradas na semana passada pela medium e psíquica Christine Hamlett, 58, a partir de Northwich, Cheshire, na Igreja Paroquial de Santa Maria em Pendle.
Ela acredita que ela viu a menina de nove anos de idade, Jennet Preston, uma das “bruxas” que foi enforcada.
“Você pode ver o contorno de uma menina nas fotos. Eu sempre fui atraída para a área por causa da história e as lendas. Há definitivamente uma aura em torno do lugar”, disse.
“O cemitério é rico em história. Você pode realmente sentir isso quando você está lá.”
O julgamento das bruxas de Pendle aconteceu em 1612 e estão entre os julgamentos de bruxas mais famosos da história britânica.
Os doze acusados ??viviam na área ao redor de Pendle Hill, Lancashire, e foram acusados ??de assassinatos de dez pessoas pelo uso de bruxaria.
Dos onze que foram a julgamento – nove mulheres e dois homens – dez foram considerados culpados e executados por enforcamento, incluindo Jennet, enquanto um não foi considerado culpado.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Revelamos os lugares mais mal-assombrados do mundo
Nem o pesquisador paranormal mais experiente seria capaz de passar por qualquer desses lugares sem morrer de medo. Abaixo, seguem alguns dos lugares mais mal-assombrados da face da Terra.
Mansão Woodchester:
Além dos espíritos que abriga em seu interior, a fachada de estilo gótico já anuncia um cenário macabro. A mansão foi construída sobe as ruínas de uma antiga casa, chamada Primavera Park. Seu proprietário, William Leigh, decidiu erguer a Mansão Woodchester, mas foi à falência antes de poder terminá-la. Depois, ela foi utilizada como base dos exércitos canadenses e americanos na Segunda Guerra Mundial. É incontável a quantidade de pessoas que afirmam ter visto uma enorme variedade de espectros no interior e identificaram, inclusive, o fantasma de William Leigh perambulando pelos corredores.
Imagem: Matthew Lister Ttamhew - Licensed under CC BY-SA 3.0 via Commons
Catacumbas de Paris
Desde a era romana, quando funcionaram como minas de calcário, as Catacumbas deParis formam uma rede enorme de túneis. Com o decorrer do tempo, os corredores foram transformados em um cemitério, o qual, atualmente, abriga milhares decadáveres. Os visitantes desse local afirmam sentir um ambiente denso e pesado desde o primeiro momento. São muitos os que se sentem observados e tantos outros que relataram ter visto algumas das inúmeras almas penadas que se lamentam pelo local.
Além dos espíritos que abriga em seu interior, a fachada de estilo gótico já anuncia um cenário macabro. A mansão foi construída sobe as ruínas de uma antiga casa, chamada Primavera Park. Seu proprietário, William Leigh, decidiu erguer a Mansão Woodchester, mas foi à falência antes de poder terminá-la. Depois, ela foi utilizada como base dos exércitos canadenses e americanos na Segunda Guerra Mundial. É incontável a quantidade de pessoas que afirmam ter visto uma enorme variedade de espectros no interior e identificaram, inclusive, o fantasma de William Leigh perambulando pelos corredores.
Imagem: Matthew Lister Ttamhew - Licensed under CC BY-SA 3.0 via Commons Catacumbas de Paris
Desde a era romana, quando funcionaram como minas de calcário, as Catacumbas deParis formam uma rede enorme de túneis. Com o decorrer do tempo, os corredores foram transformados em um cemitério, o qual, atualmente, abriga milhares decadáveres. Os visitantes desse local afirmam sentir um ambiente denso e pesado desde o primeiro momento. São muitos os que se sentem observados e tantos outros que relataram ter visto algumas das inúmeras almas penadas que se lamentam pelo local.
Imagem: Upload original de MykReeve a English Wikipedia/CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons A Torre de Londres
Talvez por causa do período em que funcionou como prisão, a Torre de Londres é considerada um dos lugares mais mal-assombrados de todo o Reino Unido. Nas proximidades da Torre, houve uma infinidade de execuções, incluindo de membros da Casa Real. São muitos os relatos de visitantes que afirmam ter visto fantasmas de pessoas executadas.
Imagem: Stephan Brunker de de.wikipedia.org/CC BY-SA 3.0 vía Wikimedia Commons
Forte Bhangarh
Localizado no Rajastão, na Índia, esse lugar remonta aos tempos esplendorosos de um antigo reino. A lenda diz que o local é habitado não apenas por espíritos humanos, mas também por toda a sorte de demônios. É considerado um lugar tão perigoso que o governo colocou um cartaz proibindo a entrada depois do pôr-do-sol e antes do amanhecer.
Localizado no Rajastão, na Índia, esse lugar remonta aos tempos esplendorosos de um antigo reino. A lenda diz que o local é habitado não apenas por espíritos humanos, mas também por toda a sorte de demônios. É considerado um lugar tão perigoso que o governo colocou um cartaz proibindo a entrada depois do pôr-do-sol e antes do amanhecer.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
A Televisão Assombrada
Muitos médiuns talentosos afirmam que são capazes de projetar imagens em filmes lacrados. Mas existem outros que dizem poder transmitir imagens para a tela de um televisor.
Nesse aspecto, um dos casos mais estranhos foi relatado pela família Travis de Blue Point, Nova York. Os três filhos do casal assistiam à televisão, quando viram um rosto surgir na tela, obscurecendo o programa que tentavam ver. A sra. Travis não acreditou na história quando eles lhe contaram, mas ficou abismada quando viu a imagem com seus próprios olhos. O rosto, com forma de um perfil em silhueta, parecia ser feminino, e continuou perfeitamente visível mesmo com o aparelho desligado.
A notícia da televisão "assombrada" espalhou-se rapidamente por toda Blue Point. E, durante os dois próximos dias, dezenas de pessoas, inclusive repórteres, fotógrafos e técnicos de tevê, correram à residên
A imagem finalmente desapareceu 51 horas depois, tão misteriosamente quanto aparecera, embora existam diversas fotos que provam que ela existiu realmente.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Mulher filma atividade poltergeist em sua casa
Donna Ayres afirma que ela tem sido marcada por experiências paranormais por mais de cinco anos.
A mulher de 33 anos e sua família foram forçados a mudar de casa várias vezes desde que a atividade começou em 2009. Agora, em uma tentativa de documentar e compreender melhor o fenômeno, ela começou a gravar cada incidente e postar os vídeos online.
Exemplos incluem sons batendo inexplicáveis, objetos domésticos que circulam por si e o aparecimento de marcas de arranhões misteriosos nas paredes durante a noite.
“Eu acredito que isso está acontecendo porque a morte sempre me seguiu, mas tenho fortes suspeitas de que seja o espírito do meu irmão, que morreu quando eu era mais jovem “, disse ela.
“Provavelmente o pior momento foi quando eu fiquei preso a cama e foi muito traumático”.
Os vídeos que ela envia para o YouTube mostra vários distúrbios físicos tais como objetos que se movem por conta própria, têm atraído uma grande dose de ceticismo de usuários de internet com muitos argumentando que a filmagem foi falsificada utilizando cabos ocultos e outros truques.
“É difícil conseguir a filmagem e a atividade paranormal ocorre de forma rápida, mas eu acho que fiz bem ao capturar algumas coisas com o celular”, disse ela.
Um dos vídeos, o que mostra uma moeda em movimento dentro de um frasco, pode ser visto abaixo.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
O Fantasma do Marujo
De todas as histórias do mar, nenhuma é mais fantástica do que a que nos foi narrada sobre The Flying Dutchman. A lenda é baseada em um navio de verdade que, capitaneado por um hábil, porém jactancioso marujo chamado Hendrik Vanderdecken, nascido nas Índias Orientais Holandesas, zarpou em 1680 de Amsterdam para a Batávia, na ocasião um importante porto naquele país. Embora fosse comissionado por uma sociedade mercantil para comandar o navio da empresa e trazê-lo de volta carregado, Vanderdecken tinha certeza de poder trazer seus próprios ganhos ilícitos em quantidade suficiente para deixá-lo rico.
Segundo a lenda, quando o navio de Vanderdecken teve de enfrentar uma tempestade tropical, o marujo tentou todas as manobras possíveis para manter a embarcação flutuando. A providência mais segura teria sido esperar o término da tempestade, mas, levado por um desafio feito pelo diabo em um sonho uma noite, ele decidiu ignorar as advertências do Senhor e tentou levar o navio a atravessar o cabo da Boa Esperança. A embarcação afundou e os tripulantes morreram. Dizem que, como castigo, Vanderdecken foi condenado a navegar com seu navio até o Dia do Juízo Final.
Trata-se de uma lenda emocionante e romântica, mas testemunha após testemunha jura que é mais do que uma simples história. Em 1835, o capitão e os tripulantes de uma nau inglesa viram um navio fantasma aproximando-se no meio de uma forte tempestade com as velas enfunadas. O navio de repente desapareceu, quando já estava perigosamente perto. Em 1881, marujos do navio britânico H. J. S. Bacchante declararam que um dos membros da tripulação caiu do cordame e morreu um dia depois da fantástica aparição.
Um fenômeno mais recente do Dutchman ocorreu em março de 1939, em Glencairn Beach, África do Sul. No dia seguinte à aparição, um jornal publicou uma matéria em que dezenas de banhistas afirmavam ter visto o navio, com detalhes sobre a visão, notando que ele estava com todas as velas enfunadas e movendo-se normalmente, a despeito da falta de vento naquele momento.
Alguns cientistas explicaram que o que todas aquelas pessoas viram era apenas uma miragem. Mas as testemunhas protestaram, afirmando que teria sido difícil para elas ver uma embarcação do século 17 com tantos detalhes, principalmente porque muitas delas jamais viram uma.
Cinco objetos malditos da história
A aterrorizante boneca Annabelle, que é verdadeira e está exibida atualmente no Museu do Ocultismo, em Connecticut, deu origem aos filmes “Invocação do Mal” (2013) e “Annabelle” (2014). Donna, estudante de enfermaria, recebeu como presente essa boneca, que costumava usar de decoração em sua cama. Não passou muito tempo até ela notar que, ao voltar para casa, a boneca não estava onde ela a havia deixado. Com o decorrer dos dias, a boneca começou a aparecer em lugares diferentes, junto com uma série de mensagens enigmáticas, escritas com a letra de uma criança, pedindo ajuda. Finalmente, Donna recorreu ao Padre Cooke, especialista em demonologia, e que, depois de um estudo árduo do caso, chegou à conclusão de que Annabelle estava assombrada por um espírito, cujo objetivo era possuir Donna. Imediatamente, a casa foi exorcizada e a boneca acabou no museu onde está exibida atualmente.
A cadeira da morte
A história dessa cadeira começa em 1702, quando Thomas Busby, um assassino condenado à morte, cumpriu seu último desejo de almoçar em seu pub predileto, em Thirsk, na Inglaterra. Assim que terminou de comer, ele se levantou e rogou: “Que a morte repentina venha a todos aqueles que se atrevam sentar nesta cadeira”. Desde então, os sucessivos gerentes do local notaram que as pessoas que se sentavam na cadeira nunca voltavam. A lista é infinita, embora entre os primeiros casos estejam os de vários militares de uma base próxima. À medida que foi crescendo a fama macabra da cadeira, muita gente se atreveu a desafiá-la e, em nenhum dos casos, houve sobreviventes. Hoje, a cadeira é exibida em um museu, onde foi colocada a cinco metros do chão, para evitar que alguém sente acidentalmente nela.

O espelho de Myrtles Plantation
Trata-se do espelho de uma das casas mais assombradas dos EUA e, provavelmente, do mundo, datada de 1769 e construída sobre um cemitério indígena. De acordo com a história, pelo menos 10 assassinatos e acontecimentos paranormais ocorreram diariamente em suas instalações. No entanto, nenhuma anomalia se destaca tanto quanto a do espelho, que chegou à casa em 1980. Foi relatado que, a partir de seu reflexo, saem figuras humanoides e é possível observar as marcas das mãos de um menino, impressas no vidro. A lenda diz que o espelho tem os espíritos de Sara Woodruff e de seus filhos presos nele, os quais foram mortos por envenenamento.

O quadro do ebay (náuseas, vómitos e histeria)
“The Hands Resist Him”, mais conhecido como o quadro assombrado do eBay, é criação do pintor americano Bill Stoneham. Ele foi feito em 1972 e retrata um menino ao lado de uma boneca, em frente a um espelho no qual se veem várias mãos apoiadas. Dizem que os personagens abandonam a tela durante a noite para entrar no quarto ou na sala onde esteja o quadro. Mas essa não é a pior parte: quando ele foi colocado à venda, no eBay, as pessoas começaram a comentar que, após observá-lo por um breve tempo, sentiam náuseas e até vômitos – muitos relataram também pesadelos à noite e ataques de histeria. A quantidade de comentários foi tão grande que, finalmente, o quadro foi vendido por uma quantia dez vezes superior ao valor de base. Seu comprador, assim como o curador de um museu onde ele foi exposto, morreu depois de um ano.

Caixa de Dybbuk
Em 2001, um restaurador de móveis comprou essa caixa, que tinha pertencido a um sobrevivente do holocausto. Sua neta contou ao comprador que a caixa tinha permanecido por muitos anos no quarto de costura de sua avó e que nunca fora aberta, porque Dybbuk, um espírito maligno do folclore judeu, habitava seu interior. Quando o restaurador abriu a caixa, encontrou duas moedas de 1 centavo, uma mecha de cabelo castanho e outra de cabelo loiro, além de uma pequena figura com o escrito hebraico “Shalom”. Desde então, foram muitos os donos da caixa que relataram fenômenos paranormais ao seu redor. Entre os últimos, está Iosif Neitzke, que afirma que a caixa causou a aparição de luzes e fogos em sua casa, além de lhe provocar a queda do cabelo. Muitos mencionaram um forte odor de amônia vindo de seu interior e pesadelos que envolvem uma mulher idosa ao lado da caixa.

A cadeira da morte
A história dessa cadeira começa em 1702, quando Thomas Busby, um assassino condenado à morte, cumpriu seu último desejo de almoçar em seu pub predileto, em Thirsk, na Inglaterra. Assim que terminou de comer, ele se levantou e rogou: “Que a morte repentina venha a todos aqueles que se atrevam sentar nesta cadeira”. Desde então, os sucessivos gerentes do local notaram que as pessoas que se sentavam na cadeira nunca voltavam. A lista é infinita, embora entre os primeiros casos estejam os de vários militares de uma base próxima. À medida que foi crescendo a fama macabra da cadeira, muita gente se atreveu a desafiá-la e, em nenhum dos casos, houve sobreviventes. Hoje, a cadeira é exibida em um museu, onde foi colocada a cinco metros do chão, para evitar que alguém sente acidentalmente nela.
O espelho de Myrtles Plantation
Trata-se do espelho de uma das casas mais assombradas dos EUA e, provavelmente, do mundo, datada de 1769 e construída sobre um cemitério indígena. De acordo com a história, pelo menos 10 assassinatos e acontecimentos paranormais ocorreram diariamente em suas instalações. No entanto, nenhuma anomalia se destaca tanto quanto a do espelho, que chegou à casa em 1980. Foi relatado que, a partir de seu reflexo, saem figuras humanoides e é possível observar as marcas das mãos de um menino, impressas no vidro. A lenda diz que o espelho tem os espíritos de Sara Woodruff e de seus filhos presos nele, os quais foram mortos por envenenamento.
O quadro do ebay (náuseas, vómitos e histeria)
“The Hands Resist Him”, mais conhecido como o quadro assombrado do eBay, é criação do pintor americano Bill Stoneham. Ele foi feito em 1972 e retrata um menino ao lado de uma boneca, em frente a um espelho no qual se veem várias mãos apoiadas. Dizem que os personagens abandonam a tela durante a noite para entrar no quarto ou na sala onde esteja o quadro. Mas essa não é a pior parte: quando ele foi colocado à venda, no eBay, as pessoas começaram a comentar que, após observá-lo por um breve tempo, sentiam náuseas e até vômitos – muitos relataram também pesadelos à noite e ataques de histeria. A quantidade de comentários foi tão grande que, finalmente, o quadro foi vendido por uma quantia dez vezes superior ao valor de base. Seu comprador, assim como o curador de um museu onde ele foi exposto, morreu depois de um ano.
Caixa de Dybbuk
Em 2001, um restaurador de móveis comprou essa caixa, que tinha pertencido a um sobrevivente do holocausto. Sua neta contou ao comprador que a caixa tinha permanecido por muitos anos no quarto de costura de sua avó e que nunca fora aberta, porque Dybbuk, um espírito maligno do folclore judeu, habitava seu interior. Quando o restaurador abriu a caixa, encontrou duas moedas de 1 centavo, uma mecha de cabelo castanho e outra de cabelo loiro, além de uma pequena figura com o escrito hebraico “Shalom”. Desde então, foram muitos os donos da caixa que relataram fenômenos paranormais ao seu redor. Entre os últimos, está Iosif Neitzke, que afirma que a caixa causou a aparição de luzes e fogos em sua casa, além de lhe provocar a queda do cabelo. Muitos mencionaram um forte odor de amônia vindo de seu interior e pesadelos que envolvem uma mulher idosa ao lado da caixa.
Fonte: 20minutos.es
sábado, 26 de setembro de 2015
Os Fantasmas da Escada

Era o que o reverendo R. W. Hardy tinha em mente quando ele e sua mulher, visitando o museu em 1966, tentaram fotografar uma de suas atrações mais populares - a Escada Tulipa, originariamente construída para a rainha Ana da Dinamarca. Ele mal podia esperar que o resto de seu grupo de turistas subisse ao pavimento superior, para poder fotografar o corrimão da escada, com desenhos de tulipas esculpidos no metal.
Hardy, sua mulher e funcionários do museu foram unânimes em declarar que não havia ninguém na escada quando a foto foi feita. No entanto, quando o reverendo voltou ao Canadá e revelou o filme, duas figuras apareceram nos degraus. Envolvidos por alguma substância branca, evidentemente não eram seres humanos normais, mas aparições fantasmagóricas. As duas figuras pareciam estar subindo os degraus, apoiadas no corrimão, sem dar importância à máquina fotográfica. Um grande anel podia ser visto na mão de uma delas.
O reverendo Hardy não acreditava em fantasmas, mas em busca de uma explicação ele finalmente entrou em contato com o London Ghost Club. Membros do clube enviaram os negativos de Hardy à Kodak, onde ficou provado que o filme não havia sido falsificado. Os Hardy também foram interrogados pelo clube, e ficou demonstrado que eles eram honestos e que não estavam, de forma nenhuma, tentando perpetrar uma fraude ou uma brincadeira.
Ansiosa por se aprofundar nesse evento, a organização patrocinou uma vigília noturna junto à escada do museu, empregando máquinas fotográficas e filmadoras, sensores eletrônicos, medidores de temperatura e outros dispositivos para medir o vento e as condições atmosféricas. Os investigadores logo gravaram diversos sons estranhos, que identificaram como passos e soluços, mas não conseguiram filmar nem fotografar nada. As aparições, concluíram os membros do clube, eram fantasmas que apareciam apenas durante o dia. A identidade das figuras na foto, acrescentaram, não podia ser determinada.



sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Djinn ou gênios – os que retornam ao mundo real
A Teoria das Cordas defende a estrutura de um universo multidimensional, estabelecendo que as menores unidades de matéria não são partículas em forma de pontos, mas cordas vibrantes bidimensionais e que a vibração delas é determinante se uma partícula se tornará próton, nêutron ou elétron. Adicionando-se ou removendo-se energia de uma corda vibrante, uma partícula pode se transformar em outra e, a energia para vibrar cada corda se originaria de um universo paralelo.
As cordas que podem ser fechadas ou abertas, elas sustentam a noção da existência de pelo menos dez dimensões em nosso Universo. E um aspecto da teoria das cordas conhecido como Teoria M – das Membranas, ele estabelece que todas as cordas vibrantes são atreladas a uma membrana que age como se fosse uma teia gigante, amarrando juntas todas as forças do Universo. Os cientistas dão às essas membranas o nome de branas, como a matéria que compõe o espaço e tempo. A existência teórica de branas expandiu a Teorias das Cordas para onze dimensões.
Teoricamente universos inteiros estão ligados a branas de maneira multidimensional. No multiverso (infinitos universos) existe um numero incalculável de branas, cada constituída por partículas próprias e algumas com leis físicas diferentes. As branas permitem uma nova gama de possibilidades na física do multiverso, porque as partículas confinadas à brana teriam uma aparência mais ou menos parecida à que teriam no universo tridimensional, sem passar disso. Prótons, elétrons, nêutrons, quarks e demais partículas fundamentais estariam colados à brana, como gotas de água quando coladas a uma cortina de plástico. Entretanto, o gráviton por estar relacionado à corda fechada, ele não se cola em nenhuma brana, que no seu feitio para cordas abertas estão, no exemplo anterior, como ganchos presos a esta cortina. Só as cordas abertas podem ser ancoradas a uma brana.
Às vezes alguns ainda não fazem a necessária distinção entre “universos paralelos” e “dimensões”. Os universos paralelos estão associados à Teoria das Cordas e às branas, já anteriormente citadas. Uma dimensão é uma coordenada espacial. O ser humano vive na terceira dimensão com um eixo X, Y e Z e associada à ela o que ele chama de tempo (linear) geralmente considerado como passado, presente e futuro, existindo por assim dizer no mesmo lugar, mas em freqüência distinta. O tempo como quarta dimensão é a paridade espacial dentro do universo físico-humano – e, não está em nenhuma outra brana no multiverso.
No universo físico em que vivencia o ser humano existem seis dimensões adicionais, cada qual existindo em ângulos que ele não pode adentrar. Teoriza-se, que essas dimensões extras se dobram em volta de sua realidade e elas nada são mais do que pequenos bolsões, talvez não maiores do que o núcleo de um átomo. A membrana deste Universo está em toda a parte (à sua volta), portanto as partículas elementares que compõe o seu corpo estão também atreladas a ela – em uma finíssima membrana situada “em um lugar” na ordem de varias centenas de trilhões, trilionéssimos de um milímetro próximo a ele.
Todos os planetas, estrelas, galáxias e dimensões extras que o ser humano constata em seu Universo, bem como toda a energia eletromagnética pertencem à décima primeira brana – dependem dela para existir.
Um universo paralelo é outra brana com galáxias, estrelas e talvez, constituindo também dez ou mais dimensões. Algumas delas (membranas) podem ser maiores ou menores da que está “ancorando” o Universo que nele o homem vivencia fisicamente. Ainda, algumas estão mais distantes e outras bem perto dele no espaço-tempo e, neste ultimo caso, facilita, para que ele interaja mais facilmente em nível dimensional com estas outras realidades, através de túneis (buracos de minhoca). Esses túneis é que permitem acontecer a “flutuação” de seres e de matéria entre universos paralelos mais próximos.
Existe também a possibilidade das membranas (branas) não apenas se entrelaçarem como no primeiro caso, mas de colidirem e, neste ultimo caso, toda a matéria destes universos que se chocarem converta em cordas vibrantes de energia pela decomposição em seus elementos constituintes, mas retendo as informações já acumuladas (teoria ainda polemica), para que possa posteriormente formar um novo universo gigante ou vários outros universos pequenos.
Muitos físicos teóricos de instituições de aprendizado avançado e muito respeitadas, tais como a Universidade Carnegie Mellon, a Universidade da Califórnia em San Diego e a Universidade do Texas em Austin são receptivos à possibilidade de que essas outras realidades sejam habitadas por seres inteligentes.
Quando se leva em conta as muitas variações da Teoria das Cordas, não é difícil aceitar a idéia de que os djinn com a sua natureza oculta existem em outra dimensão – no multiverso. Os djinn compostos de “fogo sem fumaça” ou de plasma (quarto estado da matéria) sem necessidade de muito espaço para existir, têm facilidade de se esconder nas dimensões extras que se dobram em volta do mundo em que o ser humano vivencia e que ele chama de real.
Quando um djinn se comprime contra a membrana que divide as dimensões, ele aparece como uma imagem em sombra ou uma aparição fantasmagórica. Para compreender os segredos do multiverso e o mundo dos djinn, deve-se ampliar a visão de realidade, abrindo a mente para novas possibilidades, sem mais ostentar pensamentos rígidos direcionados ao bidimensional. Deve-se forçar a um estado consciente alem dos limites do corpo físico humano, usando-se da inteligência interior mais profunda (espiritual), para entender e perceber o que foge às informações trazidas pelos cinco sentidos e pelo tridimensional – e, possa em um “entrelaçamento de informações” aprender mais a respeito tanto da realidade humana quanto da realidade dos djinn.
___________________________
O djinn é conhecido pelos nativos norte-americanos como “ser travesso” e pelos os hindus como “ser enganador”. No Ocidente com o sentido religioso é conhecido como “demônio ou diabo” e para grande parte dos espiritualistas em sintonia com a Nova Era como o “trapaceiro do Universo”.
Este ser em outro plano de existência (dimensão) não mais movido por anseios emocionais e existindo em frequência superior a da terceira dimensão, ele tem facilidade de fazer a leitura do que está na mente humana e em função disto, conhecer os anseios e as necessidades cotidianas do ser humano, quando então de maneira travessa gosta muitas vezes de fazer “o jogo do gato com o rato”, dizendo-o coisas na forma de informações e de promessas para ver como ele comporta consigo mesmo e com os outros, na medida em que vai se divertindo com o seu comportamento emocionalmente inseguro e impressionável, que o leva quase sempre para os confrontos próprios deste seu mundo, que é também estruturalmente ilusório.
Não se pode confiar no que os djinn dizem, se o que informam é verdade ou não, por mais sinceros que pareçam. Quando eles não sabem a resposta para uma determinada pergunta (porque não alcançam o futuro), eles a inventam imediatamente sem importar com as conseqüências. Também fazem muitas vezes falsas promessas, porque não as cumprem.
Os djnnin muito dificilmente revelam a sua verdadeira identidade e como manipulam a matéria podem se mostrar com muitos disfarces, quando alguns se limitam brincar inocentemente com o ser humano, divertindo-se. Entretanto, outros não procedem desta forma, tendo intento mortal em relação a ele.
Para compreender os djinn e a sua localização no tempo e no espaço, precisa-se antes perceber o multiverso além do alcance dos sentidos físicos, explorando-o com a mente.
O que o ser humano interpreta como sua realidade física é uma ilusão, por causa dos muitos espaços entre os átomos que compõem a matéria. Quando ele apóia o seu braço sobre uma cômoda, por exemplo, esta parte de seu corpo não atravessa a madeira deste móvel, porque os campos elétricos das nuvens de elétrons tanto da cômoda quanto de seu braço repelem mutuamente, dando-lhe a ilusão que a matéria é muito solida. Portanto, a percepção humana do mundo sólido em que vivencia, ela nada mais é que a repulsão de campos elétricos.
O djinn vivem em outra realidade paralela e fisicamente invisível a que os seres humanos vivenciam.
A palavra djinn que em árabe significa “invisível ou oculto”, ela está associada a seres, que como os seres humanos possuem famílias. Mas, a unidade familiar imediata destes seres é pequena (geralmente com apenas um filho), porque o casal de djinn macho e fêmea só procria uma vez na vida.
De acordo com o Alcorão e com alguns escritos de origem persa a humanidade é a segunda raça do Universo, como a sucessora dos djinn, que é “o outro povo de Deus”. E de acordo com a doutrina budista os djinn (em realidade paralela regida por outras leis) não reencarnam, apesar de procurarem como os seres humanos alcançarem a iluminação, quando estes últimos procuram aprender suficientemente acerca do Universo e da verdadeira natureza da Realidade, como informações necessárias a uma consciência superior.
Os contos sobre o djinn revelam uma longa historia de injustiças. A principal delas (no entender deles) foi motivada por Deus em favor dos seres humanos, que acabaram por não serem também justos com eles. Na cultura islâmica Salomão (Sulayman) que é considerado um dos maiores governantes do mundo, um verdadeiro apostolo e mensageiro de Alá (protótipo de Maomé) possuía como dom divino o controle ditatorial sobre os djinn, quando os fez de escravos para ajudar na construção tanto do Primeiro Templo quanto de toda a cidade de Jerusalém. Também os forçou irem à guerra, sendo comandados por homens para lutarem contra outros homens e ainda os utilizou para impressionar a rainha de Sabá. Portanto, o ressentimento e o rancor mortal que alguns djinn guardam em relação aos seres humanos, eles já vêm de milhares de anos.
Os djinn por possuírem força sobre-humana e poder para erguer e levitar objetos de grande tamanho e peso, foi um dos motivos pelo qual foram utilizados por Salomão na construção do Primeiro Templo.
Ainda de acordo com estes contos os clãs de djinn brigavam constantemente por motivos até banais. Em relação a estas guerras que foram duradouras e poluentes do ambiente destruindo a natureza, não estão elas na verdade como os épicos Ramayana e Mahabharatha descrevendo fatos físicos destes acontecimentos?
No tempo em que os djinn viveram no universo (plano) físico eles construíram grandes cidades, quando começaram usar armas fantásticas e terríveis, chegando a ponto de causar danos irreversíveis ao universo físico. Neste ponto foi quando Alá ordenou a um exercito de anjos que os detivessem, gerando uma guerra que durou mil anos, que foi perdida por estes seres belicosos e que foram lançados em um mundo paralelo próximo ao que o ser humano hoje vivencia. A maioria deles aceitou esta transferência, mas alguns não.
Alguns djninn tiveram permissão para continuarem no universo físico, para ajudarem a reparar os danos que a sua raça causara à natureza, facilitando a nova raça (humana) a condição de habitar e povoar a Terra.
Estes seres que comunicam com os seres humanos muito provavelmente por portais interdimensionais (buracos de minhoca), eles são considerados no Oriente Médio djinn e no Ocidente como seres alienígenas ou seres extraterrestres. No mundo físico a “porta” de comunicação entre os dois planos de existência (humano-djinn) pode estar em qualquer lugar, mas as cavernas se destacam neste sentido.
Dentro destas cavernas quando se aproxima do portal e dos djinn muitas vezes ali forma uma neblina brilhante em tom esverdeado (neon) e dela vozes que comunicam com a pessoa.
O fenômeno da sarça ardente citado no Alcorão nele se percebe (como “tecnologia”) o envolvimento direto dos djinn.
Autoridades militares de Omã, da Arábia Saudita e dos Estados Unidos já sabem da existência real dos djinn e tentam negociar com eles, com o interesse nas atitudes belicosas de alguns e de seu poder no domínio da matéria.
Para muitos no Oriente Médio (principalmente em Omã, Síria e Iraque) os djinn já regressaram ao mundo físico, nele infiltrando e exercendo forte influencia nas pessoas de numerosas aldeias e de cidades daqueles países. Será que está ai a citação bíblica baseada na cultura religiosa judaica-cristã, que já no final dos tempos (mudança de ciclo) “as portas do inferno seriam abertas”?
Outrora pela sua atitude belicosa e com conseqüência drástica para o planeta os djinn como castigo divino perderam o controle sobre a Terra, responsabilidade que passou para a raça humana e que hoje recebe o mesmo conhecimento e controle. Mas, do jeito que a humanidade está se comportando, indo para este mesmo caminho, será que Deus irá criar uma terceira raça para substituir a atual?
Muitos dos djinn mais jovens (jovialidade não a mesma entendida pelos seres humanos) são bastante curiosos em relação ao ser humano. Comparativamente com uma criança humana de seis anos, “uma criança” djinn provavelmente terá milhares de anos, sendo voláteis e imprevisíveis em suas reações a afrontas e danos.
Para aproximarem dos seres humanos (mais de crianças do que dos adultos), estes seres tomam a forma de animais, de pássaros ou de outra forma que chame a atenção, para que possam ficar observando e ao mesmo tempo esconder a sua verdadeira identidade. Comumente eles ficam invisíveis, portanto quando não fisicamente presentes, eles comunicam apenas por meio da voz.
Os djinn verdes com milhares de anos de existência, mas ainda em sua maioria crianças ou jovens possuem o conhecimento da história da humanidade e do multiverso muito maior do que o de qualquer ser humano. Estes djinn podem ser brincalhões, temperamentais e às vezes gentis. Mas, podem ser também cruéis e vingativos, como são também alguns jovens humanos, que como eles podem ainda possuir diferentes níveis de poder através de conhecimento e de talento.
Os djinn azuis também chamados de marid existem em menor numero, são mais velhos, com o poder só inferior a de um anjo. Raramente eles interagem com a raça humana.
Estes djinn mais velhos e com mais conhecimento, eles podem manipular a matéria do Universo, mudando a vibração das cordas, da mesma forma que uma pessoa quanto mais souber tocar um violino, mais acordes ela saberá e mais vasto será o seu repertorio. Vibrações de cordas individuais determinam o tipo de partículas e de matéria formadas – e, estes djinn são capazes de mudar as notas das cordas, transformando uma forma de matéria em outra. Este talento de mudar as propriedades da matéria não é adquirido normalmente, eles precisam como os seres humanos de adquirir conhecimento para exercer determinada atividade e esta eles a adquirem depois de um longo período de informação e de aprendizado.
Os djinn vermelhos têm o único propósito de provocar a queda da raça humana, quando do meio das sombras vêm lentamente influenciando no decorrer de séculos os pensamentos dos seres humanos, que são induzidos pelos “sussurros” destes seres considerados “os terroristas” do Universo, para que pensem e ajam contra as Leis Universais. A única intenção deles é eliminar da Terra todos os seres humanos, para novamente apenas eles ocupá-la.
Existem os também os djinn pretos, mas poucas informações existem sobre eles e ainda os djinn amarelos, que de acordo com contos árabes parece que isolam do universo físico e dos outros tipos de djinn.
Embora todos os djinn são potencialmente perigosos (quando provocados), os realmente perigosos para a raça humana são os vermelhos que têm o único objetivo destruí-la. Eles como os outros são identificados “pelo fogo que não queima”, mas estes são particularmente identificados como “incendiários” pela sua natureza incendiária. Ficam felizes quando as coisas (em sentido figurado) “queimam ou esquentam”.
Os djinn como um trickster é “um espírito, um deus ou deusa”, que na forma de um homem, de mulher ou de animal antropomórfico prega peças e, fora disso, eles também desobedecem a regras normais e normas de comportamento. Eles têm tendências para brincadeiras de mau gosto, agindo de maneira maliciosa e maldosa. Apesar de não serem inerentemente malignos não possuem senso superior ao bem coletivo, movendo pelo instinto e seguindo apenas seus desejos e impulsos. Eles em suas atividades como “espírito” voltam sempre com maior intensidade ao assediado. Isto é próprio deles, que suspendem o assedio por algum tempo, para retornarem posteriormente com muito mais força.
O mundo antigo que gerou o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo, ele era repleto de entidades sobrenaturais que tinham o poder de intervir ou interferir nas questões humanas – e, as suas características se confundem.
Existem numerosas semelhanças e ambiguidades entre anjos, demônios e djinn, que dão amplas oportunidades para os djinn disfarçarem como um ou outro. Em muitos aspectos os djinn lembram algumas descrições dos primeiros anjos, quando algumas vezes eram gentis ou prestativos com as pessoas e outras vezes eram friamente justos e rígidos.
No mundo antigo os anjos eram probos, mensageiros divinos de Deus, porém capazes de destruir populações inteiras, sem misericórdia. Os djinn estavam mais próximos dos demônios em termo de comportamento, mas eles tinham uma ligação original com o reino angélico.
Os primeiros anjos judaico-cristãos exerciam o “poder da força física” impondo as regras de um “Deus” que irritava com as pessoas e mandava seus anjos repreendê-las, puni-las, batê-las e até matá-las.
Nos tempos modernos, na cultura ocidental a visão dos anjos é puramente mais idealista, sendo considerados aliados espirituais contra o mal.
Na tradição islâmica os anjos são sempre anjos – entes obedientes a Deus, portanto não existem anjos rebeldes ou caídos (em realidade mais densa). Quando Deus ordenou aos anjos que “se ajoelhassem diante de Adão”, todos assim o fizeram. O papel de desafiadores coube aos djinn – aos “decaídos” (entes de menos vibração).
Ainda, de acordo com esta tradição religiosa existem algumas diferenças entre os djinn, anjos e demônios. Nos três parágrafos a seguir estão algumas delas.
Os djinn têm gênero, vivem milhares de anos, mas morrem e são esquecidos, vinculavam-se originalmente com os anjos, são proscritos de Deus, vivem em lugares sujos/poluídos, comem e bebem, tem famílias e clãs, fazem sexo entre si e com humanos (engravidando mulheres), transformam em qualquer forma, são normalmente invisíveis a menos que queiram ser vistos, normalmente o seu único dever é consigo mesmo, são enganadores com natureza trickster, interferem nas questões humanas, provocam doença e infortúnio, causam possessão nos homens e mesmo em animais, podem entrar nos sonhos, tem conhecimento do presente e do passado, mas não do futuro.
Os demônios mudam de gênero, vivem mais que os humanos, morrem e se encolhem até seu estado primordial, tinham vínculos originais com os anjos, são proscritos de Deus, vivem em lugares sujos e poluídos, comem e bebem, organizam-se em hierarquia como os militares humanos, fazem sexo entre si, fazem sexos com humanos (engravidando mulheres), transformam-se em qualquer forma, geralmente são invisíveis a não ser que recebam ordem para serem vistos, seguem a vontade de um ser que o têm como o seu superior, possuem o único dever de subverter os humanos para este ser, são enganadores com natureza trickster, interferem nas questões humanas, provocam doenças e infortúnios, causam possessão nos homens e mesmo em animais, podem entrar nos sonhos, tem conhecimento do presente e do passado e do futuro.
Os anjos não têm gênero, vivem até o fim do Universo, são seres mais próximos de Deus, gozam da graça de Deus, vivem em reinos celestiais (de luz), não comem e nem bebem, são organizados em hierarquia de poder e dever, não fazem sexo entre si, alguns podem fazer sexo com os humanos (engravidando mulheres), transformam em qualquer forma, são geralmente invisíveis a não ser que recebam ordem para serem vistos, seguem a vontade de Deus, que é por eles glorificado e são seus mensageiros, não interferem sem a direção de Deus, dão apoio e ajuda, não causam possessão, podem entrar nos sonhos, têm o conhecimento do passado, presente e do futuro.
Os djinn, os demônios e os outros entes nesta categoria comportam (de acordo com a tradição) com receio do metal ferro, portanto este metal é uma das melhores e mais universais armas contra estes seres, sugando a sua energia e o seu poder, pelo campo eletromagnético que irradia.
A origem exata desta crença é desconhecida, mas ela já vem desde a Antiguidade. Para os babilônios, egípcios e astecas o ferro era sagrado, como vindo do céu. Os antigos gregos e romanos não permitiam a presença deste metal em seus templos e rituais, porque repelia os espíritos. Os antigos saxões não usavam varinhas de runas de ferro em cemitérios para não perturbar os mortos. Ainda, de acordo com estas crenças o rei Salomão escravizou os dijnn, utilizando-se de “um anel mágico” feito de cobre e de ferro que ostentava um talismã – um pentáculo gravado.
É razoável também que o “fenômeno djinn” não seja apenas visto pelo ângulo de culturas religiosas mais antigas, mas também pela visão de estudos para-científicos mais recentes – da ciência com informações mais atuais e associadas aos avistamentos de óvnis.
No livro Night Siege: The Hudson Valley UFO Sightings, dos autores Dr. J. Allen Hynek, Philip J. Imbrogno e, Bob Pratt estão vários casos documentados de contato “alienígena” no Vale do Rio Hudson, em Nova York. Neste livro existem varias investigações de Philip J. Imbrogno desde o ano de 1983, em uma época em que ele não sabia como classificar aqueles casos de contato, que não se enquadravam no cenário geral de “avistamentos de óvnis” e que eram rotulados de “alta estranheza” e arquivados. Agora, quando são revisados após 20 anos, percebe-se de maneira clara que estes casos eram na verdade contatos dimensionais envolvendo os djinn em vez de contatos extraterrestres, dentro do padrão clássico e mencionado pela ufologia tradicional.
Orbes (esferas) de luz costumam aparecer em áreas onde os óvnis são avistados, mas também se manifestam em “áreas mal-assombradas” e em outros locais ricos em atividades paranormais. Em anos recentes milhares de pessoas captam em suas fotos digitais estranhos orbes de todas as formas e cores. Embora os especialistas em imagem e fotografia tenham múltiplas explicações para varias destas fotos, há um bom numero delas que deixa até os mais céticos aturdidos. Mais informações no texto do Prof. Árjuna Panzera – “Bolas de Luz nas Fotos: Real ou Fictício?”, na Pagina Fotos Analisadas, neste Site.
Os “caçadores de fantasma” crêem que os orbes são espíritos desencarnados, os ufólogos acham que eles representam algumas espécies de sondas alienígenas, os chamados “canais espiritualistas” acreditam que os orbes são anjos e alguns investigadores do paranormal pensam que se trata de um fenômeno que chamam de “luz fantasma”.
Talvez nenhuma destas teorias esteja correta. É perfeitamente possível que estas luzes sejam os djinn verdes (não tanto pela neblina “cor neon” quando se mostra, mas pela sua pouca idade) e, um dos motivos pelos quais estão aparecendo mais constantemente nas fotografias, seja o fato da realidade em que o homem vivencia esteja cada vez mais se mesclando com o mundo deles.
Principalmente neste momento da Transição Planetária “entes” de outras realidades paralelas estão cada vez mais presentes (se mostram) na terceira dimensão, desde em locais mais isolados dentro de uma mata à beira de uma fogueira até em festas infantis e em comícios. Entretanto, para que sejam vistos no mundo real é necessário que exista como no primeiro caso “o clima” de sintonia e de aceleração mental que gere a vibração propicia para isto como a de um trabalho mental direcionado entre adultos ou nos dois últimos casos a de uma festa que comemora o aniversário de uma criança e a de um comício político-partidário. Nestes três casos entre outros é ainda necessário que aquele que está fotografando, torne de fato a “ponte” para que eles (djinns?) apareçam na foto, porque a máquina fotográfica em suas mãos está sendo apenas o veiculo físico para isto. O “clique” verdadeiro não está em seu dedo, mas em sua mente também em estado de aceleração.
Os djinn devem ser considerados apenas como outra forma de seres inteligentes no Universo e não criaturas sobrenaturais, embora comparados com os seres humanos sejam capazes de façanhas incríveis e tenham uma expectativa de vida incomparável à da humana.
Na medida em que os seres humanos forem familiarizando com a raça dos djinn (daqueles que permitem aproximação), os atuais casos de interação (contato) com eles sem explicação, farão mais sentido. Então, os djinn poderão ser compreendidos como entidades muito antigas e mesmos os mais jovens deles (os verdes) considerados com a mesma idade de boa parte da historia civilizatório-humana.
Este texto foi composto com algumas informações do Livro “Os Vingativos Djinn”, dos autores Rosemary Eleen Guiley e Philip J. Imbrogno
___________________________
Texto de Antônio Carlos Tanure
Assinar:
Postagens (Atom)

















Imagem: Arindambasu2 /CC BY-SA 3.0 via 







