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Mostrando postagens com marcador Marte. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 19 de abril de 2016

Buzz Aldrin fala em entrevista sobre possibilidades de comunicação com extraterrestres

Buzz Aldrin - entrevista AOL
Buzz Aldrin, o legendário astronauta da NASA, falou recentemente sobre a colonização de Marte e confirmou suas crenças sobre formas de vida mais elevadas.
Aldrin foi entrevistado pela AOL Build na semana passada, a fim de promover seu novo livro e, enquanto respondia as perguntas, disse acreditar sobre a existência de seres mais inteligentes no Universo.
Em resposta a um membro da audiência, Aldrin começou discutindo sobre uma estória de ficção científica que ele estava trabalhando e está relacionada à Jornada nas Estrelas, dizendo que ele já está na metade do projeto.
Ele aludiu à uma civilização alienígena que enviou aos humanos “toda a sua esperteza” há 9.000 anos, para que pudéssemos viajar para onde eles estão localizados no Universo.
Quando lhe foi perguntado se isto era ficção científica ou sua própria crença, o piloto da Apolo 11 chamou isto de “a ficção científica mais realista do passado, do presente e do futuro que você alguma vez lerá”.
Aldrin explicou que as “criaturas” usaram “energia de ponto zero”, e então lembrou que os chineses atualmente estão usando ondas gravitacionais de alta frequência que podem “ajudá-lo a viajar pelas distâncias interestelares”.
“Uma civilização muito mais avançada, e chegaremos lá, irá se comunicar através de ondas gravitacionais de alta frequência”, disse ele.
O ex-astronauta de 86 anos adicionou que a única coisa que poderemos encontrar quando colonizarmos Marte seria “talvez uma criatura rastejante defunta”.
“Eu não acho que há alguma chance de encontrarmos algo ainda vivo por lá”, disse ele.

Fonteaol.com

quinta-feira, 17 de março de 2016

Missão russo-europeia é lançada rumo a Marte

ExoMars 2016 liberará um módulo de testes de pouso e uma sonda na órbita de Marte (Foto: Divulgação)
Nesta segunda-feira (14), a missão russo-europeia ExoMars 2016 entrou em órbita. Partindo do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, o foguete Proton deve chegar à órbita de Marte em outubro.

Depois de liberar o módulo de testes de pouso, o foguete Proton deve colocar na órbita de Marte a sonda TGO (Trace Gaz Orbiter), que buscará vestígios gasosos na atmosfera do planeta. A expectativa dos cientistas é descobrir se no planeta vermelho há carbono e metano, que compõem 90% dos componentes biológicos da Terra. Caso estes gases sejam encontrados, pode ser um indício de que há vida em fase de micro-organismos em Marte. O argentino Jorge Vago, responsável científico da TGO, disse que a sonda "será como um grande nariz no espaço".Se tudo correr como esperado, em sete meses, o módulo de testes de pouso Schiaparelli deve aterrissar em solo marciano. O equipamento, dotado de uma estação meteorológica básica, foi nomeado em homenagem a Giovanni Schiaparelli, astrônomo italiano do século XIX famoso por ter observado os canais de Marte.
A missão ExoMars 2016 começou a ser planejada entre a Agência Espacial Europeia (ESA) e a NASA, mas a agência espacial norte-americana desertou do projeto após um corte orçamental. Apesar das sanções econômicas entre a União Europeia e a Rússia, a Roscosmos (Agência Espacial Federal Russa) decidiu aderir à missão.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

5 descobertas científicas, as quais indicam que a vida existiu, ou ainda existe em Marte

marte01
Hoje, mais do que nunca, as pessoas estão convencidas de que há uma grande probabilidade da existência, pelo menos em forma microbiana, de vida em algum lugar de Marte.  Cientificamente falando, têm havido numerosas indicações de que algo estranho está ocorrendo no planeta vermelho, e estas indicações pode ser a evidência final de vida em Marte.
Aqui estão cinco indicações científicas que apoiam a teoria de que houve, ou ainda há vida em Marte:

Nitrogênio biologicamente útil:

Usando o instrumento Sample Analysis at Mars (SAM), abordo do jipe-sonda Curiosity, uma equipe de cientistas detectou pela primeira vez nitrogênio na superfície de Marte, o qual acredita-se ser oriundo da liberação durante o aquecimento de sedimentos marcianos.  Pesquisadores detectaram o nitrogênio na forma de óxido nítrico e acredita-se que tenha sido liberado a partir da quebra de nitratos durante o aquecimento em Marte. De forma interessante, os nitratos são uma classe de moléculas que possui nitrogênio, de forma que pode ser usado em organismos vivos.  Esta descoberta é de grande significância para a equipe de cientistas da NASA, já que ela adiciona mais evidências à teoria de que Marte antigamente era propícia à vida, tal qual a conhecemos.  Sabemos que o Nitrogênio é essencial para todas as formas de vida conhecidas na Terra.  Isto porque ele é útil na construção dos blocos de moléculas maiores, como o DAN e RNA, os quais codificam as instruções genéticas para vida.

Metano

Um instrumento científico abordo do jipe-sonda Curiosity da NASA encontrou um dos indicadores mais significantes de que Marte pode conter vida.  Na Terra, 90% de todo o metano na atmosfera é produzido por organismos vivos. O Curiosity capturou traços de metano no planeta vermelho, e cientistas acreditam que isto poderia apontar para a presença de vida no planeta vermelho.  O Curiosity registrou picos nos níveis de metano, através o uso do instrumento SAM.  Estes picos mostram que os valores base são menores do que se pensava (somente 0,7 partes por milhão em volume – ppmv), mas os dados mostram que os valores aumentaram significativamente em seis ocasiões, até mesmo excedendo sete ppmv, o que é dez vezes mais alto.  Isto indica que há uma fonte adicional e metano, de origem desconhecida.

Há água líquida fluindo em Marte

Há pouco tempo os pesquisadores acreditavam que era praticamente impossível existir água no estado líquido em Marte.  Hoje seus pontos de vista e opiniões mudaram drasticamente, pois a evidência de água no estado líquido foi encontrada.  De acordo com cientistas da NASA, há água no estado líquido na superfície do planeta vermelho, e esta descoberta dá fôlego, como nunca antes, à possibilidade de se encontrar formas de vida alienígena em outras partes do cosmos.  A descoberta de água no estado líquido em Marte, que ocorreu no ano passado, é somente uma de uma série de anúncios feitos pela NASA nos últimos dois anos, os quais dramaticamente alteraram tudo que pensávamos a respeito de Marte.
A NASA chama isto de ‘evidência espectral’. Linhas em quatro diferentes locais da superfície de Marte, as quais confirmaram as hipóteses dos pesquisadores sobre a existência de água no estado líquido naquele planeta.

Marte teve um enorme oceano, o qual cobria um quinto de sua superfície

Além do fato dos pesquisadores agora terem encontrado água fluindo na superfície marciana, há pouco tempo especialistas descobriram que num passado distante o planeta vermelho não era vermelho como é hoje.  De acordo com os estudiosos, um gigantesco oceano primitivo cobria um quinto da superfície do planeta.  Marte era morno, úmido e ideal para o desenvolvimento da vida.  Este antigo oceano em Marte tinha 1,6 km de profundidade em certos locais do planeta, contendo mais água do que se encontra no Oceano Ártico hoje.
“Finalmente podemos concluir esta ideia de um oceano cobrindo 20% do planeta, o qual abre à ideia da habitabilidade e da evolução da vida naquele planeta”, disse Geronimo Villanueva, o primeiro autor do estudo.

Marte tinha uma atmosfera muito similar à da Terra hoje

Além de encontrarem em Marte água no estado líquido, nitrogênio útil biologicamente, picos de metano e um vasto oceano que uma vez cobriu um quinto daquele planeta, os cientistas aprenderam que num passado distante ele tinha uma atmosfera muito similar à da Terra.
De acordo com cálculos dos cientistas da missão MAVEN, um quarto de libra (11 gramas) do que permaneceu da atmosfera marciana (que é composta de oxigênio e dióxido de carbono) escapa a cada segundo para o espaço.  A atmosfera do planeta vermelho, que uma vez foi hospitaleira, foi ‘assoprada’ do planeta.
Mas como isto aconteceu?  Bem, a atmosfera escapou porque o campo magnético de Marte desligou.  Os cientistas da NASA dizem que embora o planeta vermelho tivesse um campo magnético, por volta de 4,2 bilhões de anos atrás ele desligou.  O processo da perda da atmosfera marciana provavelmente ocorreu sobre um período de várias centenas de milhões de anos.  Os cientistas especulam que durante este tempo, Marte era atingido por ‘fótons extremos de ultravioleta’ vindos do Sol.  Antes disso acontecer, a água provavelmente era abundante e é bem provável que a vida, tal como a conhecemos, poderia ter desenvolvido em Marte.
via ovni hoje

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Cartógrafo britânico desenvolve mapa digital de Marte

mapa (Foto: Ordnance Survey)
O cartógrafo Chris Wesson, da Ordnance Survey, agência britânica de mapeamento, desenvolveu um mapa digital de Marte. Com base nos dados disponibilizados pela NASA, ele teve a ideia de realizar o projeto como forma de experimentar novas técnicas de mapeamento para futuras missões no planeta.
O mapa cobre 3672 x 2721 quilômetros em uma escala de 1 para 4 milhões e pode ser usado para explicar as futuras missões para Marte para o público. Como a agência espacial americana pretende enviar uma missão tripulada para o planeta vermelho em 2030, é interessante que todos consigam entender melhor a superfície marciana.
"É de interesse de todos que nos tornemos mais familiares com o espaço e a oportunidade de aplicar nossa cartografia inovadora a um planeta diferente foi um desafio ao qual não conseguimos resistir", disse David Henderson, diretor de produtos da Ordnance Survey em entrevista ao Science Alert.

O mapa está disponível online (você pode fazer o download de duas versões dele no Flickr da Ordnance Survey) e mostra regiões como a Western Arabia Terra, pela qual passaram a Pathfinder e a Opportunity. Veja abaixo:No blog da agência britânica de mapeamento, Wesson explicou que sua maior dificuldade foi entender melhor a topografia de Marte que, por sua vez, é bem diferente da Terra. "A superfície é bem esburacada, mas em uma escala tão grande que eu vi vários pedaços de terra que apareciam planos em relação às crateras com milhares de metros de profundidade, por isso a necessidade de iluminar partes diferentes e exagerar porções da superfície", escreveu o cartógrafo. 
mapa (Foto: Flickr/Ordnance Survey)
mapa (Foto: Flickr/Ordnance Survey)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

NASA divulga "selfie" que Curiosity tirou em Marte

curiosity (Foto: NASA)

Robôs também tiram selfies. E melhor ainda: em outros planetas. Na sexta-feira (29), a NASA divulgou a selfie tirada pelo robô de exploração Curiosity em Marte. A imagem faz parte da leva de 57 fotos captadas pelo Mars Hand Lens Imager, a câmera que fica no fim do "braço" do Curiosity, no dia 19 de janeiro.

A missão também tem como objetivo entender como ocorreram as mudanças ambientais de Marte. Mais especificamente, como as condições do planeta vermelho forma de úmidas e favoráveis para o desenvolvimento da vida microbiana para mais secas e rígidas. A partir da selfie é possível ver um laboratório móvel do tamanho de um carro ao lado de uma grande duna onde o robô estava coletando amostras de areia – tarefa na qual tem se empenhado ao longo dos últimos dois meses. A ideia é estudar como o vento e as partículas se movem em Marte
É possível acompanhar a movimentação do Curiosity pelo site da NASA. Confira aqui.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Nasa divulga fotos para comemorar os doze anos da exploração de Marte


Em 25 de janeiro de 2004, o veículo de exploração espacial Opportunity aterrissou com segurança em Marte, dando continuidade ao plano de reconhecimento do planeta vermelho. Para comemorar os doze anos da missão Opportunity, a Nasa divulgou uma série de imagens registradas pelas câmeras do veículo.
Pesquisadores dando os últimos ajustes nos dois rovers que foram enviados a Marte (Foto: Divulgação/Nasa)
Em julho de 2003, a Nasa lançou no Cabo Canaveral o foguete que levou o veículo Opportunity a Marte (Foto: Divulgação/Nasa)
202 dias após o lançamento, o Opportunity chegou a Marte; o homem de bigode é Pete Theisinger, chefe da missão (Foto: Divulgação/Nasa)
Até Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia na época, acompanhou e comemorou a aterrissagem segura da missão Opportunity (Foto: Divulgação/Nasa)
Fotografia com Opportunity no centro de uma cratera na região de Meridiani Planum (Foto: Divulgação/Nasa)
O pôr do sol em Marte (Foto: Divulgação/Nasa)
Encosta informalmente apelidada de Wopmay; imagem gerou polêmica por supostas inscrições no rochedo (Foto: Divulgação/Nasa)
Opportunity fotografa as marcas deixadas pelo pouso (Foto: Divulgação/Nasa)
Dunas marcianas fotografadas em agosto de 2004 (Foto: Divulgação/Nasa)
Panorama da colina Payson, nomeada em homenagem a uma região do Estado do Arizona (Foto: Divulgação/Nasa)
Fotografia do solo de Marte tirada com uma câmera microscópica (Foto: Divulgação/Nasa)
Cratera Victoria vista de lado (Foto: Divulgação/Nasa)
Formação rochosa de Cape St. Mary, com aproximadamente 15 metros de altura (Foto: Divulgação/Nasa)
Fotografia mostrando a trilha deixada pelo veículo Opportunity no solo de Marte (Foto: Divulgação/Nasa)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Você sabe quanto custa para enviar um cartão de Natal a Marte?


Você possui parentes ou amigos em Marte? Está planejando enviar um cartão de Natal bem especial a eles? Bem, brincadeiras à parte, um garoto inglês chamado Oliver Giddings, de 5 anos, resolveu perguntar ao serviço britânico de correspondência, o Royal Mail, quanto gastaria para enviar uma carta ao planeta vermelho. Giddings é aficionado pelo espaço e por outros planetas.
Logicamente, os funcionários da companhia não possuíam uma tabela de preços pronta com essa informação e ficaram frustrados em não poder responder o garoto. No entanto, com a vontade de descobrir isso e não se dando por vencidos, eles foram atrás da resposta. E quem mais indicado para responder algo sobre o espaço do que a NASA?
Consultados pelo Royal Mail, cientistas do Centro Espacial da NASA, na Flórida, fizeram alguns cálculos e chegaram à conclusão que, para mandar uma postagem como um cartão de Natal a Marte, Oliver gastaria £ 11.602,25 (R$ 68,7 mil). Esse valor foi obtido levando em consideração a distância da Terra ao planeta vermelho, o peso da correspondência do menino, o custo do combustível e a taxa de postagem internacional, que seria necessária para enviar a carta à NASA.
Com o mesmo valor para realizar essa entrega interplanetária, o pequeno Oliver poderia comprar cerca de 18,4 mil selos de primeira ou 21,4 mil de segunda classe no Reino Unido. De qualquer forma, até que o plano de enviar um cartão postal ao planeta vizinho se torne viável, o garotinho pode mudar de ideia. Não há qualquer previsão de decolagem de nova missão a Marte para os próximos anos.
Logo, para conseguir se comunicar por meio de cartas com os “amigos ou parentes” que possui no planeta vermelho, Oliver terá que esperar alguns anos. Ou então, ele pode conseguir uma nave particular e viajar os 400 milhões de quilômetros para entregar por conta.
http://www.megacurioso.com.br/

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Mistério de Marte

Possível entrada para base subterrânea em Marte



Ovniólogos alegam ter descoberto uma série de misteriosas estruturas alienígenas ocultas no planeta Marte. Essas possíveis estruturas parecem ter sido construídas por alienígenas, que desejam ocultar suas presenças dos visitantes àquele planeta.
As imagens que mostram as alegadas estruturas alienígenas, descobertas no Google Earth, foram publicadas no YouTube por Sandra Elena Andrade, em 2 de dezembro de 2015.  Porém, algumas fontes relatam que as misteriosas estruturas foram originalmente descobertas pelo prolífico caçador de anomalias marcianas, Marcelo Irazusta, o qual reportou ter detectado algumas das estruturas, apesar dos esforços da NASA em ocultá-las usando “Photoshop ‘marreta'”.
As imagens disponibilizadas no YouTube por Andrade, a qual alega se tratarem de evidências da presença alienígena em Marte, têm sido visualizadas milhares de vezes por membros curiosos da comunidade ovniológica.  Muitos entusiastas parecem estar convencidos de que elas são autênticas, sendo evidências confiáveis de vida alienígena no planeta Marte.

Entrada para base subterrânea em Marte, de acordo com ovniólogos (Imagem via Google Earth)
Rumores falam que a maioria das bases em Marte são habitadas… e pessoas curiosas continuam a descobrir fatos baseados em evidências que levam à verdade.”  
“O ponto é que quando você os (NASA) coloca na frente da verdade e da evidência, eles adotam a estratégia do silêncio, ou eles inventam algumas explicações loucas e hilárias… muito triste.”
“Com cada foto de Marte, o desacobertamento de Andrew Bisiago está sendo provado como verdadeiro.  Ele basicamente alega que já nos teleportamos até Marte diariamente, com tecnologia secreta… e temos bases militares subterrâneas lá.”
O vídeo de Andrade, no YouTube (abaixo) dá as direções detalhadas sobre como você pode encontrar e examinar as alegadas estruturas e entradas para as bases marcianas subterrâneas.


Vídeo viaSandra Elena Andrade
“Estruturas misteriosas em Marte. A maioria estão intencionalmente escondidas”, escreve a ovnióloga na descrição do vídeo, como também fornece as coordenadas que as supostas estruturas podem ser encontradas:
44°18’34.26″N 158°16’25.14″O
44° 9’35.34″N 158°15’55.94″O
44° 0’44.04″N 158°15’26.36″O
43°46’42.86″N 158°15’17.72″O
43°37’53.62″N 158°15’6.98″O
43°32’52.55″N 158°15’1.12″O
43°25’55.35″N 158°14’7.84″O
43° 9’14.65″N 158°13’57.00″O
41°28’15.03″N 158°11’8.48″O
40°58’45.19″N 158°12’42.94″O
38°58’52.29″N 158°12’49.07″O
37° 0’31.61″N 158°10’28.62″O
37°59’42.27″N 153°37’20.06″O
39°17’19.19″N 153°40’2.30″O
43°19’50.68″N 153°51’33.65″O
43°42’43.53″N 153°52’56.70″O
45°43’53.84″N 153°59’41.19″O
Porém, uma alegada estrutura localizada nas coordenadas 45°57’03.88″N 23°32’27.16″E tem chamada uma atenção especial da comunidade de estudiosos do fenômeno.  De acordo com Scott Waring, do siteUFO Sightings Daily, a foto mostra entrada, cuidadosamente ocultada, para uma enorme base subterrânea para naves alienígenas.
Embora  Dahboo77, que publicou o vídeo abaixo, alega que algumas das estruturas pareçam ter alienígenas ainda as ocupando, Waring acredita ser provável que as estruturas subterrâneas abaixo das entradas localizadas nas coordenadas 45°57’03.88″N 23°32’27.16″E tenham sido abandonadas pelos alienígenas que as construíram, e que elas devem servir como um local ideal para o primeiro assentamento humano em Marte.


Vídeo viaDAHBOO77
Waring argumenta que o local seria um habitat eficiente para os primeiros assentamentos humanos em Marte, porque parece ter fornecido um abrigo seguro para os construtores alienígenas que o abandonaram após sua missão em Marte ter terminado.
“Esta é a localização que a Terra deveria escolher, se querem fazer um assentamento em Marte”, escreve Waring.  “Esta é a localização que tem sido usada e constatada eficaz pelos alienígenas.  Ela está provavelmente abandonada… simplesmente esperando por novos proprietários.” 
Dahboo777 expressa empolgação sobre a descoberta e fala mal da NASA por esconder evidências de vida alienígena em Marte.  De acordo com ele, seria impossível para a NASA fingir que uma enorme entrada subterrânea em Marte seja somente uma formação rochosa, ou sombra. Ele insiste que esta recente evidência é muito clara e inegável.
“Toda a vez que uma descoberta sensacional é feita em Marte, eles rapidamente falam para as ovelhas que se trata de uma rocha ou uma sombra!  Repetidas vezes.  Eles tentam fabricar desculpas para os objetos que estão sendo descoberto em todo o planeta Marte.”
Ele também critica os céticos que apoiam a alegada política sinistra da NASA em esconder a verdade sobre a presença de alienígenas e OVNIs em Marte, reinventando desculpas engenhosas para descartarem a evidência fotográfica em massa de vida extraterrestre e inteligente naquele planeta.
“Sem dúvidas, algumas das pessoas com mentes curtas lá fora irão aceitar as mentiras da NASA até a Grande Depressão”, escreve Dahboo77. “Mas para aqueles lá fora com uma mente aberta e que sabem que estão mentindo para eles, esta descoberta é muito gritante!”
Dahboo77 descreve esta última descoberta como evidência inegável de vida alienígena em Marte, pelo menos no passado.

OVNI / UFO é fotografado em foto de Marte – dezembro de 2015


Logo após a descoberta da estrutura em forma de cúpula em Marte, um OVNI foi avistado pelo jipe-sonda Curiosity.  Estariam os dois eventos relacionados?  O número de OVNIs em Marte parece estar aumentando. Seriam os OVNIs um sinal de que alguém está ficando nervoso sobre a exploração humana daquele planeta?
O OVNI mais recente aparece numa foto tirada pelo jipe-sonda Curiosity em 4 de dezembro, de 2015.  A imagem mostra um OVNI sobre a superfície, com o jipe-sonda visível na lente grande angular. Estaria este OVNI na mesma região da estrutura em forma de cúpula?  É difícil determinar olhando para a foto.
OVNI em Marte, dezembro de 2015
OVNI em Marte, dezembro de 2015
Essa é uma questão que vale a pena contemplar, pois parece que o número de OVNIs que estão sendo avistados sobre a superfície marciana está aumentando.  Essa forma estranha mostrada na foto abaixo foi fotografada em agosto de 2015.
OVNI em Marte, agosto de 2015
OVNI em Marte, agosto de 2015
Em março de 2015, o que parece ser um disco voador pousado ou acidentado na região Aram Chaos de Marte foi fotografado pela sonda Mars Observer.
Possível disco voador na superfície marciana
Possível disco voador na superfície marciana, fotografado em março de 2015
São muitos os OVNIs avistados em somente poucos meses.  Antes disto, eles eram vistos com menos frequência. Um OVNI com o formato de disco voador aparece numa foto tirada em julho de 2014, pelo jipe-sonda Curiosity.
OVNI em Marte, julho de 2014
OVNI em Marte, julho de 2014
O OVNI abaixo foi fotografado em janeiro de 2014 pelo Curiosity, e parece estar deixando para trás algum tipo de rastro…
OVNI em Marte, janeiro de 2014
OVNI em Marte, janeiro de 2014
Por que os avistamentos de OVNIs em Marte parecem estar aumentando?  Uma teoria que está sendo divulgada é a de que eles são oriundos de bases secretas em Marte, gerenciadas por corporações e empresas.  Uma série de entrevistas foram conduzidas em 2014 com Randy Cramer, também conhecido como Capitão Kaye, que alega ter despendido 17 anos em Marte, como parte da Força de Defesa de Marte, comandada pela Mars Colony Corporation, a qual teria estabelecido assentamentos e conduzido operações de mineração naquele planeta…

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Um posto de gasolina na lua? Cientistas da NASA revelam a melhor rota para Marte


NASA pretende lançar um drone para Marte em 2020, que desempenham a função de reconhecimento e ajudar a escolher o caminho mais seguro para os veículos de exploração Marciana.Enquanto outro grupo de cientistas sugere que o melhor caminho para uma missão tripulada a Marte é através da Lua.
"Estamos desenvolvendo a tecnologia para criar um drone, voando sobre os robôs exploradores, para explorar a rota deles, de modo que este iria ser mobilizados de forma mais eficiente e segura", dizem os especialistas da agência espacial americana  por 'Space News'.
O drone assumiria a forma de um pequeno helicóptero de um quilograma e de um palmo de metro de envergadura de suas hélices. Enquanto isso, cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) sugere  que uma missão tripulada a Marte poderia reduzir sua carga consideravelmente se parasse na Lua.
NASA  sugere que o gelo encontrado em algumas crateras na lua poderia ser usado e, refiná-lo para transformá-lo em combustível. No momento, é apenas uma teoria, mas, de acordo com o MIT, uma parada na Lua para reabastecer reduziria a massa da missão em 68%.
De acordo com a agência espacial dos EUA para enviar uma missão tripulada a Marte custaria acima de US $ 300 milhões e grande parte desse orçamento será usada para deixar a Terra com uma carga enorme.
Pesquisadores do MIT desenvolveram um modelo matemático que sugere o envio de missão com combustível apenas para entrar em órbita ao redor da Lua, que iria recolher os tanques de combustível liberados por uma planta de produção, que deve ser instalado na superfície lunar, e continuar a viagem a Marte.
Christine Daniloff / MIT

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Estrutura descoberta em foto de Marte intriga ovniólogos

Cúpula em Marte

Esta pode ser a imagem mais incrível já tirada na superfície marciana.  Olhe atentamente na imagem e qual é a primeira coisa que você pensa?  Essa coisa na foto não se parece com uma cúpula em Marte?


Planos para assentamento no planeta vermelho estão conectados aos conceitos artísticos de cúpulas, as quais, de acordo com os cientistas, podem acabar sendo opções confiáveis para o assentamento em Marte.  Mas, seria possível que já exista cúpulas na superfície de marciana?  E se isso for verdade, quem as construiu?
De acordo com a imagem capturada pelo jipe-sonda Opportunity, da NASA, há cúpulas em Marte, o que significa que há algo, ou melhor, alguém em Marte, ou havia.
Não, a imagem não é falsa, se é isso que você está pensando.  A imagem, tirada pela câmera panorâmica do jipe-sonda, pode ser vista no site da NASA (Sol 4073).  Na misteriosa foto, você pode claramente ver uma semi-esfera saliente na parte superior da colina.  Ovniologos dizem que aqui não há chance alguma de que estejamos olhando para uma formação natural.  Não se parece nem um pouco natural.  Melhor ainda, se ampliarmos a imagem podemos ver pequenos círculos escuros distribuídos de forma homogênea na base da estrutura.  Seria este algum tipo de cúpula em Marte, ou estaria a pareidolia novamente pregando uma peça em nossas mentes?
A misteriosa cúpula não parece ser uma formação natural, já que, de acordo com ovniólogos, as rochas ao redor são muito diferentes dela.  Mas, e se a ‘cúpula’ em Marte for na verdade a ponta de outra colina localizada no plano de fundo, que tipo de fenômeno natural criaria uma forma tão ‘perfeita’?
O objeto similar a uma cúpula parece ser inconsistente com os arredores e se realça na imagem tirada pelo jipe-sonda Opportunity.
Cúpula em Marte 2
Você pode conferir a estrutura similar à uma cúpula em Marte, visitando a galeria oficial no site da NASA,aqui e aqui.
Seria possível que estamos olhando para algum tipo de prédio deixado para trás por antigos habitantes de Marte?  E se estivermos olhando para a maior evidência que prova o fato do planeta vermelho ter sido habitado num distante passado por seres que desenvolveram por todo o planeta, bem como os humanos se desenvolveram na Terra?  Afinal, sabemos que Marte tinha, num passado distante, vastos oceanos, rios, lagos e uma atmosfera, e podia ter sustentado a vida tal como a conhecemos.
Neste momento, é muito difícil dizer o que o jipe-sonda fotografou.  Embora poderia ser algum tipo de formação rochosa natural, e isso seria extremamente estranho, não podemos descartar o fato de que poderíamos estar olhando para os restos de uma estrutura alienígena em Marte.
Há porém uma terceira opção.
De acordo com um ex-fuzileiro naval dos EUA, os humanos não somente chegaram até Marte, mas também desenvolveram um programa espacial secreto e uma esquadrilha que opera no espaço.  Parece que há duas versões que estão sendo filtradas para a sociedade, no que diz respeito ao espaço, Marte e arquivos secretos relacionados aos dois.  A primeira é que nunca estivemos em Marte, ainda  há muito trabalho a ser feito e nossa tecnologia ainda é muito limitada.  A outra é exatamente o contrário; uma versão que vários indivíduos têm confirmado na última década.  A questão aqui é, quem está falando a verdade?  E seria ridículo pensar que já chegamos em Marte e colonizamos o planeta vermelho graças aos programas espaciais secretos?

De acordo como Capitão Kaye, que é um ex-fuzileiro naval dos EUA, ele esteve em Marte por anos e sua missão era a de proteger cinco colônias humanas das formas de vida lá nativas.  Segundo Kaye, ele não somente ficou anos em Marte, mas também serviu abordo de uma espaçonave gigante por três anos…
Via : OVNI Hoje

Apesar do alarde, muito ainda precisa ser superado para missão a Marte


Andy Weir, autor do romance sobre o qual o novo filme “Perdido em Marte” se baseia, esforçou-se para dar realismo ao seu mundo ficcional; tudo, desde o tipo de vida vegetal que poderia crescer na crosta árida do planeta vermelho até a força de sua gravidade (um terço da gravidade da Terra), tudo foi baseado nos mais recentes dados científicos.
Entretanto, quando chegou a hora de escolher quando a história teria lugar, Weir teve que se afastar do reino dos fatos e partir para a especulação. Escolheu o dia 7 de novembro de 2035 como o dia em que sete homens de uma tripulação da NASA iriam pousar em Marte.
A realidade é que uma missão tripulada a Marte exige a superação de uma ampla gama de obstáculos tecnológicos, assim como a resolução de problemas éticos e financeiros.
A década de 2030 é a mais falada para a realização da missão em Marte planejada pela NASA, que definiu como meta provisória o ano 2039 para que suas botas espaciais pisassem no chão marciano pela primeira vez. No entanto, a razão da data escolhida pela NASA pode ter como motivo tanto fatores psicológicos como práticos – 2039 ainda soa razoavelmente próximo, em comparação com a década de 2040, por exemplo.
Abhijeet Rathore, ex-engenheiro da Agência Espacial da Índia, acredita que este seja o caso. Ele afirmou em um email que “2040 seria muito distante e prejudicaria a motivação das pessoas e, consequentemente, o financiamento [para a realização da missão]”. É possível que ele tenha razão.
A realidade é que, uma missão tripulada a Marte exige a superação de uma ampla gama de obstáculos tecnológicos, bem como problemas éticos e financeiros, de modo que a década de 2030 é uma data baseada mais em capacidades técnicas do que em uma probabilidade realista.
A grande distância entre a Terra e Marte significa que demorará nove meses até que os astronautas cheguem lá, quando as órbitas de ambos os planetas estiverem alinhadas. Isso significa que o equipamento existente usado nas missões da Estação Espacial Internacional (ISS) terá que ser modificado, e pode levar décadas até que a nova tecnologia seja construída, aperfeiçoada e testada.
Alguns desses instrumentos já existem. A NASA lançou a “Amanhecer”, a primeira sonda espacial que usa propulsão iônica, para o espaço em 2007. Os propulsores de íons são alimentados por eletricidade, que pode ser abundantemente gerada no espaço exterior através de painéis solares. Esta parece ser uma eficiente substituição para o combustível de foguete, que é demasiado pesado para missões de longa distância.
A propulsão de íons é suficiente para empurrar naves espaciais no espaço, mas é necessário um impulso mais poderoso para descolar da superfície de Marte, no momento do regresso à Terra. A SpaceX já está testando motores Raptor, que usam metano como combustível, uma substância abundante em Marte.
Os astronautas também vão precisar de muito espaço para se movimentarem e exercitarem durante a viagem para Marte – em gravidade zero, o corpo humano pode deteriorar-se rapidamente sem exercícios constantes, e por isso é necessário um “habitat espaçoso”. A NASA já projetou um habitat espacial de 17 por 5 metros, sem incluir o propulsor de íons e a cápsula espacial que transporta os astronautas. Para economizar em massa, o habitat espacial poderá ser feito de material insuflável, e a NASA está atualmente testando um módulo deste material na ISS.
A versão de 2011 do habitat espacial num centro de testes no deserto (Desert RATS), durante testes de campo (NASA)
A versão de 2011 do habitat espacial num centro de testes no deserto (Desert RATS), durante testes de campo (NASA)
Outros aparelhos espaciais ainda estão apenas na fase conceitual. A NASA planeja enviar um gerador de oxigênio em um rover para Marte em 2020. O dispositivo, chamado de Mars Oxygen In-Situ Resources Utilization Experiment (MOXIE), retirará dióxido de carbono da fina atmosfera empoeirada do planeta, e o transformará em monóxido de carbono e oxigênio puro.
“Nós não podemos transportar todo o oxigênio da Terra. Portanto, há planos para enviar uma carga de antemão, que irá produzir oxigênio para a tripulação que chegará mais tarde”, disse Rathore.
Diagrama que mostra os instrumentos científicos para a missão do rover a Marte, em 2020 (NASA)
Diagrama que mostra os instrumentos científicos para a missão do rover a Marte, em 2020 (NASA)
A atmosfera de Marte é muito mais fina do que a da Terra, o que se traduz em uma entrada na atmosfera muito mais rápida, e um atrito e calor muito mais elevados. A aterragem da cápsula espacial em Marte implica usar um escudo térmico especial, que seja leve e resistente o suficiente para desacelerar a descida da cápsula, mas que ao mesmo tempo não pegue fogo no processo.
Escudos de calor para cápsulas de menores já foram utilizados em missões a Marte anteriores, mas os seres humanos são muito mais delicados do que um rover. A NASA está atualmente analisando ideias de estudantes sobre como construir um escudo térmico insuflável grande o suficiente para uma cápsula espacial multiton, através do seu desafio anual “Big idea challenge”.
No entanto, o maior obstáculo para uma missão tripulada a Marte não diz tanto respeito à logística e tecnologia, e sim à saúde e segurança humana. No espaço, os astronautas absorvem a radiação de raios cósmicos que, ao contrário de raios solares, não podem ser facilmente bloqueados e a exposição aos mesmos é um fator de risco para o desenvolvimento de câncer.
Um estudo feito em 2014 pelo Public Library of Science descobriu que permanecer apenas 18 meses, para as mulheres, e 24 meses, para os homens, na ISS pode gerar um aumento de 3% no risco de câncer, o máximo permitido pela NASA a seus astronautas. Uma viagem de ida e volta a Marte poderia facilmente exceder essa quantidade de tempo.
Mesmo se todos estes desafios puderem ser superados, é preciso saber se o público está realmente disposto a oferecer os fundos necessários para superá-los, e essa é uma outra questão completamente diferente. A construção de um habitat para o espaço e o teste de todos os equipamentos espaciais poderiam facilmente custar centenas de milhares de milhões de dólares, e a NASA já está com pouco dinheiro.
O atraso recente do lançamento da cápsula espacial Orion, que estima-se custar de US $8.5 a $10.3 bilhões, foi atribuído à falta de fundos por Lamar Smith, presidente da House Science Committee. Além disso, o público já manifestou relutância em gastar mais.
Em um inquérito social geral de 2012, apenas 20% dos norte-americanos apoiaram mais financiamento para a exploração do espaço; 40% pensavam que o financiamento foi adequado, e 30% queriam baixá-lo. Durante a Guerra Fria, a NASA pôde contar com um apoio generoso devido ao medo do público em relação à União Soviética; hoje, há apenas um grupo eclético de entusiasmados com a colônia em Marte.