Translate

terça-feira, 3 de março de 2015

Golias, os hobbits e a teoria das três espécies de seres humanos

Segundo os escritos bíblicos, o pequeno Davi venceu o gigante Golias e se converteu no segundo monarca hebreu

Davi e Golias do pintor Osmar Schindler - 1869 / 1927 (Domínio Público)


O referido achado parece ser uma peça a mais no quebra cabeças de uma teoria mantida no limbo pela comunidade antropológica e arqueológica, que postula a coexistência de três espécies humanas de distintos tamanhos na antiguidade: os gigantes, os humanos atuais e os anões. Foram se acumulando tantas evidências acerca da existência destas três espécies humanas, que os cientistas têm tido de se esforçar muito para “fazer vista grossa” e manter o esquema de evolução linear que é aceito pela maioria.
Para começar, a existência de uma raça de homens Hobbit com uma média de altura em torno de um metro, passou da lenda para a realidade no outono de 2004, quando um grupo de pesquisadores descobriu na Indonésia ossos de pequenos humanos que teriam convivido com o homem atual há cerca de apenas 12.000 anos atrás. Mesmo que a data de extinção desta raça seja baseada nos restos encontrados, foram tecidas hipóteses que postulam a sobrevivência de descendentes de hobbit na parte mais remota das selvas daquele país.
Porém, o que muita gente ignora, é que no século passado não foram escassos os achados de fósseis de homens de tamanhos que triplicam a altura de um humano usual. De fato, são tantos que apenas podemos tratar alguns superficialmente. Praticamente, foram achados restos de homens gigantes em todos os pontos do globo.
Talvez o caso mais popular, reconhecido cientificamente, seja o do “gigante de Java”, encontrado no sul da China, cuja antiguidade ronda os 300.000 anos. Na porção meridional deste mesmo país, foram encontrados restos de um humano semelhante, possuidor de seis dedos em cada extremidade. Esta característica, a polidactilia (número anormal de dedos nas extremidades), parece ter sido um padrão habitual nesta raça de homens. Uma passagem bíblica conta: “Houve ainda também outra peleja em Gate, onde estava um homem de alta estatura, que tinha seis dedos em cada mão, e seis em cada pé, vinte e quatro por todos; também este era descendente do gigante.” (Samuel 21:20 e Crônicas 20:6).
Um caso similar ao anterior aconteceu em uma gruta de Atyueca (ex-União Soviética), onde foram encontrados esqueletos de homens que mediam entre 2,80 e 3 metros e também apresentavam seis dedos nas mãos e nos pés.
Outros casos que podemos nomear, repassando os anais arqueológicos, são os das tumbas de Chenini, em Túnis, onde descansavam os restos mortais de indivíduos de 3 metros de altura; o sepulcro de Bradford, nos EUA, encontrado em 1880, que guardava esqueletos de mais de 2 metros de altura com estranhas proeminências em forma de corno que sobressaíam acima dos arcos ciliares; as pegadas da era cretácea, em Glen Rose, Texas, que mediam 54,61 por 13,97 centímetros e que, curiosamente, se encontravam junto a rastros de um brontossauro; os jovens gigantes de Lixus, cuja altura, aos onze anos, ficava na média dos 2,20 metros; e, por último, os restos ósseos encontrados em Garós, no sistema montanhoso de Urbasa, em Castela, Medinaceli, León, Cantabria e outros lugares, todos situados na Espanha.
Segundo os documentos, o maior gigante encontrado até o momento, teria um esqueleto de 5,18 metros de altura, e foi desenterrado em 1956, em Gargayan, nas Filipinas. Cada um de seus dentes incisivos tinha cinco centímetros de largura, por quinze de comprimento. Acredita-se que, em vida, este homem pudesse ter alcançado os 5,40 metros.
Porém, nem tudo são restos biológicos. Alguns exploradores têm se deparado com ferramentas com um tamanho nada discreto. A seis quilômetros de Safita (Síria), arqueólogos encontraram clavas de 3,8 kg de peso. No Marrocos, foram descobertos machados de lâmina dupla de 8 kg. Dadas as dimensões destas ferramentas, apenas poderiam ter sido manipuladas por seres de um porte extraordinário.
Colocando de lado as lendas (que, por certo, são abundantes), ferramentas e ossos de gigantes, há outro fator que os partidários da teoria das três raças propõem como argumento válido da existência de gigantes: os monumentos megalíticos de tamanhos descomunais que se encontram erigidos em quase todos os continentes da Terra. Se levarmos em conta que na atualidade não existem meios para mover rochas de magnitudes como as que formam as pirâmides do Egito, o Stonehenge, os moai da ilha da Páscoa (Chile), etc., podemos começar a cair em uma arrepiante incerteza. É verdade que algumas destas enormes rochas poderiam ser movidas mediante a maquinaria que temos conseguido desenvolver em nossos tempos, porém… como o conseguiram os antigos humanos? Talvez, mediante a existência desta raça de Golias, se possa encontrar a resposta.
Mas aceitar de fato que os humanos modernos tenham coexistido até a muito pouco tempo com seus pares anões e gigantes significaria derrubar uma quantidade de teorias arraigadas e recomeçar do zero. De fato, as provas existem, mas ao que parece ainda não há um grande número de cientistas dedicados a estudá-las. A história parece haver mostrado novamente que mitos populares encerram uma grande realidade, porém a pseudociência da parcialidade ainda persiste.
Por exemplo, existe uma exposição proveniente da China, que anuncia desde muito tempo o que a maioria dos cientistas tacharam de irrisória, a existência do “hobbit”. Referida exposição propõe que há 100.000 anos os deuses criaram as três espécies humanas em questão para testar qual era a que mais se adaptava ao ambiente terrestre. Diz-se que para os anões as distâncias eram enormes e para os gigantes os recursos e as distâncias eram demasiado curtos. Por isto, no lapso de 50.000 anos, ambas as espécies começaram a extinguir-se. Segundo a referida exposição, os humanos medianos, que haviam se adaptado melhor a este mundo, seriam os atuais povoadores da Terra. Também afirma que alguns poucos gigantes sobreviveram no anonimato, e o último se extinguiu faz aproximadamente um século. O mesmo se diz dos anões, que se ocultaram por temor de serem eliminados, mas que alguns também puderam sobreviver no anonimato, inclusive até os dias de hoje. Surpreendentemente, esta exposição que tem começado a difundir-se também no ocidente, revela dados muito similares aos obtidos mediante os estudos científicos.
Em conclusão, as lendas de anões e de gigantes que são narradas no folclore de praticamente todas as etnias do mundo, transcenderam as provas verazes de sua existência. Se estivéssemos dispostos a afrontar uma realidade como esta, a tomar coragem e derrubar o seguro refúgio do que se aprendeu, seguramente várias perguntas saltariam na forma de uma grande ebulição em nossas cabeças: Como puderam haver coexistido três espécies humanas tão díspares em tempos antigos? Teriam relações sociais amistosas ou hostis? Ajudavam-se? Ignoravam-se? Que estruturas sociais tinham? Poderia ter sido hoje a melhor raça adaptada (e, portanto, a sobrevivente) a dos “hobbit”? Poderia ter sido a dos gigantes? Quantos mitos mais existentes na história esperam para revelar-se através de provas concretas neste mundo humano? A verdade é que isto parece impossível de se saber. Enquanto isto, apenas podemos seguir caminhando muito vagarosamente, pelo estreito caminho da ciência. Isto sim, tomando cuidado para não cairmos de bruços ao tropeçar com algum outro “mito” que possa ser real.
Epoch Times

Stonehenge ainda é um dos maiores enigmas da humanidade



Ainda não existe uma teoria conclusiva sobre os motivos da construção de Stonehenge (Garethwiscombe / Wikicommons)


Em 2007, arqueólogos descobriram uma pequena aldeia na Grã-Bretanha, que remonta ao período Neolítico (7.000 a 4.000 a.C.). A aldeia foi encontrada próxima ao sitio arqueológico conhecido como Stonehenge (ou Círculo de Pedras, em português), Patrimônio Mundial da Humanidade.
A pouco mais de três quilômetros a nordeste do monumento, Mike Parker Pearson e o Projeto Stonehenge Riverside descobriram um local conhecido como “Muros de Durrington” (Durrington Walls). Construído principalmente de madeira, estima-se que a aldeia tenha sido construída entre 2600 e 2500 a.C. Apesar de sua antiguidade, as moradias foram encontradas em surpreendente estado de conservação.
Uma vez que o monumento de Stonehenge pertence aproximadamente ao mesmo período, os especialistas conjecturam que a vila, tenha sido o local de residência dos seus construtores.
A partir de 2003, uma investigação financiada pela National Geographic escavou casas, camas e outros itens de mobiliário de madeira, um caminho de pedra, e até mesmo pegadas em argila. Além das relíquias da vida cotidiana, os arqueólogos descobriram uma estrutura de postes de madeira arranjados em círculos concêntricos. Os pesquisadores acreditam que a estrutura seja uma réplica em madeira do monumento de Stonehenge, localizado nas proximidades.
Outra descoberta curiosa no local tem sido a grande quantidade de cerâmica quebrada e restos de animais espalhados pela vila. Os pesquisadores sugerem que os habitantes da aldeia não eram simplesmente descuidados. Em vez disso, eles afirmam que esses artefatos quebrados e restos de animais sejam produtos de cerimônias religiosas. Alguns também acreditam que a aldeia não era um local de residência permanente, e sim uma moradia temporária, utilizadas em reuniões periódicas.
Stonehenge é uma das estruturas arquitetônicas mais enigmáticas do planeta e, talvez, o destino turístico mais popular na Grã-Bretanha. O mistério desta grandiosa estrutura de pedra se deve, em parte, à falta de uma explicação de como uma tecnologia primitiva poderia ter movido os blocos gigantes de pedra. Algumas das pedras do monumento pesam entre 25 e 45 toneladas, e foram trazidas de uma pedreira localizada a muitos quilômetros de distância. Além disso, os blocos estão colocados de tal forma que desafiam até mesmo a tecnologia moderna.
Ainda não existe uma teoria conclusiva sobre os motivos da construção de Stonehenge. Apesar de a maioria dos pesquisadores aceitar a hipótese de que Stonehenge tenha sido um lugar de adoração usado para honrar os mortos, também foi proposto que o local tenha servido para outros tipos de rituais religiosos ou para a observação astronômica. Sabe-se que os seus construtores tinham conhecimento da astronomia, já que se descobriu que, nos equinócios e solstícios, o sol nascente brilha diretamente através do eixo da estrutura.
Embora pareça bastante primitivo, à primeira vista, os investigadores continuam a descobrir a quão sofisticada é a estrutura de Stonehenge. Em seu livro “Stonehenge Decoded” (Stonehenge Decifrado), o professor de astronomia Gerald Hawkins descreve como a estrutura pode ser usada para prever eclipses com exatidão. Da mesma forma, em “Stonehenge: Sun, Moon, Wandering Stars” (Stonehenge: Sol, Lua, Estrelas Errantes), M. W. Postins revela como Stonehenge, em sua relação com vários sítios arqueológicos na área circundante, tais como os Círculos de Aubrey, apresenta correlações como todo o sistema solar.
Embora o Projeto Stonehenge Riverside forneça as hipóteses mais recentes a respeito dos possíveis construtores do monumento, elas não são de modo algum as únicas. Muitos pesquisadores acreditam que a construção da estrutura tenha recebido a contribuição de diferentes grupos ao longo de milhares de anos. O historiador do século XII, Giraldus Cambrensis, sugeriu até mesmo que o lendário arturiano Merlin tenha estado pessoalmente evolvido na construção de Stonehenge!
Mas quem quer que tenham sido os responsáveis pela construção de Stonehenge, como seus construtores foram capazes de mover e arranjar estrategicamente as enormes pedras? E como eles puderam obter conhecimentos astronômicos tão detalhados milhares de anos antes da invenção do telescópio?
Epoch Times

Há mais de um universo?

Apesar das diversas teorias, o universo permanece um mistério para a ciência (Shutterstock)


Ou o universo é finito ou é infinito. Se ele é infinito, o físico Brian Greene diz que isso significa que universos paralelos provavelmente existem.
Ele usou uma metáfora para explicar a ideia de NPR: Imagine o universo como um baralho de cartas. “Agora, se você embaralhar as cartas, há diversas ordenações que podem acontecer”, disse Greene. “Se você embaralhar as cartas muitas vezes, as ordens terão que se repetir. Da mesma forma, com um universo infinito e um número finito de aspectos da matéria, a forma em que a matéria se organiza tem que se repetir.”
Greene disse que muitos teóricos estão abordando seriamente a possibilidade de um multiverso, abordando-o de diferentes ângulos.
Confira aqui alguns destes ângulos:
1. Universos em bolhas
Teoria busca explicar a formação do universo em uma comparação com bolhas (Shutterstock)
Teoria busca explicar a formação do universo através de uma comparação com bolhas (Shutterstock)
O cosmólogo da Universidade de Tufts, Alexander Vilenkin, diz que bolsões de espaço podem ter começado a inflar após o Big Bang, criando muitos “universos bolhas” isolados.
Nossa bolha parou de inflar, criando certas condições aqui em nosso universo. Porém, outros universos continuam a inflar e possuem propriedades físicas muito diferentes das do nosso, de acordo com a teoria de Vilenkin.
2. Nosso universo é uma projeção de outro universo
A teoria das cordas vê o universo como um mundo feito de finas cordas vibrando. Essas cordas criam a atração atualmente conhecida como gravidade. O mundo das cordas é entendido como um holograma projetado de um cosmo de uma dimensão inferior, um que é mais simples, mais plano e sem gravidade.
3. Enorme vazio no espaço poderia ser o canal para outro universo, diz físico
Um vazio no espaço, com 1 bilhão de anos-luz de extensão, deixou os cientistas perplexos quando descoberto em 2007. Em seguida, outro vazio abrangendo 3,5 bilhões de anos-luz foi descoberto em 2009. Esses vazios não podem ser explicados pelo atual entendimento da estrutura e evolução do universo. Vazios deste tamanho não poderiam ter se formado na quantidade de tempo que passou desde o Big Bang, eles exigem muito mais tempo para se formar.
Laura Mersini-Houghton, física teórica e professora associada à Universidade da Carolina do Norte, disse à New Scientist: “É a impressão inconfundível de um outro universo no limite do nosso”. Ela diz que o entrelaçamento quântico entre o nosso universo e o outro deixou um vazio com separação entre eles.
4. Universos paralelos que poderiam se chocar
O Big Bang é a atual teoria da origem do universo, e pode ter sido causado pela colisão entre dois universos tridimensionais em outro espaço dimensional. O Big Bang pode ter sido um dos vários Big Bangs, a criação pode ser cíclica, de acordo com Paul Steinhardt, professor de física na Universidade de Princeton, e Neil Turok, diretor do Instituto Perimeter, em Ontário, Canadá.
A teoria deles é parcialmente baseada na teoria das supercordas. Elas são citadas na descrição do livro deles, Infinito Universo além do Big Bang: “Nós afirmamos que o que pensamos como o momento da criação, era apenas parte de um ciclo infinito de colisões titânicas entre o nosso universo e um mundo paralelo”.

Houve realmente um grande dilúvio?

"Depois do Dilúvio" de Filippo Palizzi. A história do Grande Dilúvio está presente em muitas culturas antigas (Wikimedia Commons)


“No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram, e caiu chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites”, Genesis 7:11-12
Aproximadamente entre 5 e 9 mil anos atrás, na região do Mar Negro, na província de Sinop, norte da Turquia, um evento de magnitude histórica espetacular acorreu. Tão espetacular, de fato, que alguns acreditam que isso representa a prova de que o “Grande Dilúvio”, narrado na Bíblia, pode ter sido uma representação verdadeira (ainda que de modo exagerado) de eventos reais.
Em setembro de 2004, uma expedição ao Mar Negro conduzida por um grupo de cientistas de várias instituições (incluindo a National Geographic Society) determinou que o mar em questão nem sempre foi como o conhecemos hoje.
Eles concluíram que ele se originou de um imenso lago de água negra que, em certo ponto da história, começou a se expandir de uma maneira extraordinariamente rápida. A mudança foi tão grande, de fato, que os habitantes das áreas ao redor foram obrigados a procurar terras mais seguras imediatamente, deixando para trás apressadamente suas casas, ferramentas e outros traços de suas vidas anteriores.
Isso fez com que a expedição subaquática liderada pelo oceanógrafo Robert Ballad declarasse que existiram assentamentos humanos que agora se encontram a 91 metros abaixo d’água. Essa descoberta surpreendente sobre o Mar Negro não contribuiu apenas para uma melhor compreensão histórica das alterações marcantes do nível do mar que ocorreram no antigo Oriente Médio, mas também levantou questões sobre a causa das alterações.
Desde então, cientistas e repórteres continuam a sondar uma questão não-respondida; que é uma peça chave para explicar o desenvolvimento histórico da civilização humana e os diferentes períodos climáticos pelo qual a Terra passou. Além disso, é um tema importante que liga não só a tradição judaico-cristã, mas também muitas outras lendas de diferentes culturas ao redor do mundo, o Grande Dilúvio.
O Mar Negro: Prova do Dilúvio?
Hipóteses contemporâneas de que o rápido crescimento do Mar Negro foi consequência de uma incrível chuva de proporção planetária nunca foram levadas muito a sério. Esse cenário se torna bastante improvável se for levado em consideração a grande quantidade de leis científicas, principalmente geológicas, que foram estabelecidas com base na observação empírica ao longo dos anos.
Primeiramente, os geólogos céticos propuseram que se tal dilúvio tivesse ocorrido nós acharíamos um estrato similar por todo o mundo, coberto por pedras, lodo, pedregulhos e outros elementos. É curioso que essa camada não seja encontrada, ainda que o dilúvio narrado na Bíblia tenha ocorrido em torno de 3000 a.C., uma época recente do ponto de vista geológico.
Nem um estrato de fósseis pode ser encontrado, com diferentes espécies de animais e vegetais ocupando camadas específicas do solo. De acordo com a lógica do dilúvio, os restos de animais de todas as espécies existentes antes do grande dilúvio (incluindo os extintos dinossauros) deveriam ser achados hoje em apenas um estrato, sem qualquer distinção. Mas a paleontologia contradiz completamente essas suposições.
Mesmo assim, esses exemplos parecem ser unicamente a ponta do iceberg dos argumentos que refutam um dilúvio global. Ainda assim, muitos desses argumentos são negados com elegância similar pelos cientistas “pró-dilúvio”. De fato, descrições como “romperam-se todas as fontes do grande abismo” e “as janelas do céu se abriram” relatadas no Gênesis estão apoiadas em hipóteses que, apesar de incríveis, são impossíveis de julgar por serem incompatíveis com a realidade.
Uma das hipóteses mais dramáticas proposta foi a de que o planeta poderia ter sido coberto por água até os seus pontos mais altos, ao contrário dos cálculos que indicam que toda a água suspensa na atmosfera seria suficiente para alcançar apenas modestos 3 centímetros acima da superfície de toda a Terra.
Esses “apoiadores do dilúvio” calculam que se a geografia da Terra passou por uma nivelação da superfície, as montanhas sendo rebaixadas e o mar sendo elevado, então toda a Terra seria coberta por centenas de metros de água.
De acordo com a teoria de que a-água-cobriu-a-Terra, na época de Noé, as camadas superiores da atmosfera continham uma quantidade substancial da água que compõe os oceanos de hoje. Essa água atmosférica foi a que cobriu o planeta inteiro e que posteriormente retornou aos oceanos através do movimento vertical violento das placas tectônicas. Pesquisadores simpáticos a essa ideia acreditam que esse fato se encaixa na descrição “e as janelas do céu se abriram”, em função da condensação da água atmosférica, devido às cinzas geradas por várias erupções vulcânicas simultâneas.
A respeito dos mitos não-bíblicos sobre um dilúvio purificador, pode-se encontra-los em culturas hindus, sumerianas, gregas, acadianas, chinesas, mapuchianas (ou araucanas), maias, astecas e pascoenses, entre outras. Várias dessas estórias apresentam fatores comuns surpreendentemente similares. Entre os temas mais repetidos estão os anúncios celestiais ignorados pelas pessoas, o grande dilúvio mesmo, a construção de uma arca para preservar a vida do dilúvio e a posterior restauração da vida no planeta.
Um exemplo claro dessa similaridade é fornecido por uma história pré-bíblica da Mesopotâmia sobre o dilúvio, na qual o deus chamado “Ea” (ou Enki) avisou Uta-na-pistim, rei de Shuruppak, sobre a punição que cairia sobre a humanidade por causa da terrível degeneração moral. Uta-na-pistim recebeu instruções do deus para construir um barco em forma de cubo com oito andares, e disse que nele deveriam entrar um par de cada espécie animal e sementes, assim como a família dele. Desta forma, Uta-na-pistim sobreviveu ao prolongado dilúvio, liberou um pássaro para verificar a proximidade da terra seca e fez um sacrifício animal em homenagem aos deuses.
A procura da arca perdida
Outro ponto que adiciona um peso maior à controvérsia bíblica é o conjunto de evidências fotográficas e físicas de um largo objeto atolado no Monte Ararat, onde, de acordo com as narrativas cristãs, finalmente ancorou a Arca de Noé.
No início de 2006, o professor Porcher Taylor, da Universidade de Richmond, declarou que, de acordo com um estudo extensivo baseado em anos de observação de fotos de satélite, há um objeto estranho encrustado na área nordeste da montanha, cujas dimensões coincidem perfeitamente com as da arca descrita na Bíblia.
Essas imagens de satélite do Monte Ararat estimularam a curiosidade de um grande número de cientistas desde que a declaração foi feita em 1974. Várias expedições de investigadores também conseguiram resgatar restos de madeira petrificada, assim como 13 grandes âncoras de pedra na área circunvizinha da suposta localização do tesouro arqueológico. Exames de ultrassom também foram feitos, revelando uma estrutura estranha encrustada na rocha.
A despeito da multiplicidade de textos de diversas civilizações e culturas que contam a história de um grande dilúvio antigo, a magnitude e a duração de tal evento parece ser um motivo de discussão, até mesmo entre aqueles que acreditam que o evento realmente aconteceu. Portanto, enquanto um pequeno número de pesquisadores sugere que o dilúvio cobriu toda a Terra com vasta quantidade de água, a maioria dos geólogos acha que tal cenário é impossível.
Embora nem todo mundo acredite em relatos antigos que descrevem a recriação da humanidade da salvação por um punhado de pessoas; ainda assim, parece que uma catástrofe climática planetária realmente ocorreu vários milênios no passado. Podemos também assumir seguramente que um número indefinido de seres humanos em localizações elevadas tiveram a capacidade de continuar a civilização e transmitir a história do ocorrido às gerações posteriores.
Até o dia em que evidências reveladas façam pender definitivamente a balança em favor de uma teoria particular, a estória de uma época quando um grande dilúvio expurgou os pecados dos homens será considerada mito por uns e fato histórico por outros. De qualquer forma, este grande dilúvio antigo permanece para sempre como parte da história da humanidade.
Epoch Times 

Descubra a relação entre a glândula pineal e o terceiro olho

Todos nós temos pelo menos três olhos

Mulher sendo massageada em um chakra que os antigos filósofos orientais acreditavam possuir grandes poderes espirituais, além de uma relação direta com a glândula pineal (Shutterstock)


A glândula pineal, que fica no cérebro humano, tem a estrutura de um olho. Possui células que funcionam como receptores de luz, tal como a retina faz. Ela tem uma estrutura comparável com o vítreo, uma substancia parecida com um gel que fica entre a retina e a lente do olho. Ela tem também a estrutura semelhante a uma lente.
Cientistas ainda estão aprendendo muito sobre a glândula pineal, conhecida tanto no espiritualismo oriental quanto na filosofia ocidental como a sede da consciência humana. Crenças orientais também sustentam que, em outros planos de existência, os olhos podem ser vistos por todo o corpo. A ciência ocidental está lentamente começando a entender a glândula pineal como um terceiro olho.
Por muitos anos, os cientistas reconheceram as semelhanças entre a glândula pineal e os olhos. Em 1919, Frederick Tilney e Luther Fiske Warren escreveram que as similaridades listadas acima provam que a glândula pineal foi formada para ser sensível à luz, e possivelmente ter outras capacidades visuais.
Mais recentemente, em 1995, a Dra. Cheryl Craft, presidente do departamento de neurobiologia e células da Universidade da Califórnia do Sul, escreveu sobre o que ela chamou de “olho da mente”.
“Sob a pele do crânio de um lagarto encontra-se um ‘terceiro olho’ sensível à luz, que é equivalente à glândula pineal do cérebro humano. A pineal humana não tem acesso à luz diretamente, mas como o ‘terceiro olho’ do lagarto, ela mostra uma versão melhorada do seu hormônio, a melatonina, durante a noite”, escreveu ela. “A glândula pineal é o ‘olho da mente’”.
Um feixe de fibras nervosas a conecta à comissura posterior, uma outra parte do cérebro que não é bem compreendido.
Por volta de 1950, pesquisadores descobriram a habilidade da glândula pineal de detectar a luz, e de produzir melatonina de acordo com a quantidade de luz que ela detecta. Deste modo, ela controla de forma essencial alguns ritmos importantes do corpo. Ela afeta os sistemas de reprodução e do sistema imunológico. A glândula pineal foi previamente pensada em ser algo vestigial, mas esta descoberta mostrou que ela realmente tem uma função importante.
Em maio de 2013, foi feita uma outra descoberta que poderia mudar completamente a visão sobre a glândula pineal.
Foi observado que a glândula pineal de um rato produz N,N-Dimethyltryptamine (DMT). O DMT tem uma ampla presença nos seres orgânicos que não é bem compreendida. Algumas pessoas ingerem DMT para induzir experiências psicodélicas, muitas vezes caracterizadas como intensamente espirituais.
O Dr. Rick Strassman realizou uma pesquisa clínica aprovada pelo governo dos EUA na Universidade do Novo México em 1990, injetando DMT em voluntários humanos. Ele chama o DMT de a “molécula do espírito”.
O estudo que confirmou a presença de DMT na glândula pineal dos ratos foi realizado na Universidade de Michigan pelo Dr. Jimo Borjigin e na Universidade Estadual de Louisiana pelo Dr. Steven Barker. Ele foi parcialmente financiado pela Fundação de Pesquisa Cottonwood, que é dirigido pelo Dr. Strassman, que apoia pesquisas científicas sobre a natureza da consciência. O estudo foi publicado na revista Cromatografia Biomédica.
Epoch Times

- Caso Hermelindo da Silva

Um interessante caso de tentativa de abdução envolvendo um comerciante de Vargem Grande (MG), em 9 de setembro de 1976



A casuística ufológica brasileira é de longe a mais extraordinária e pitoresca de todo o planeta. Em nenhum outro lugar encontram-se tantos casos fantásticos, por vezes aterrorizantes e traumáticos, com tantos detalhes estranhos que colocam em xeque as mais diversas interpretações sobre o Fenômeno OVNI. A região norte e nordeste e partes da região sudeste parecem concentrar a maior parte destes tipos de casos. Um dos mais extraordinários é o do fazendeiro e comerciante Hermelindo da Silva, do município de Vargem Grande, na região do Vale do Rio das Velhas, em Minas Gerais. O protagonista possuía um bar à beira da estrada, na saída da cidade. Ele morava a 70 metros do bar com a esposa, seis filhos e cunhado.
Por volta das 2 horas da madrugada do dia 9 de setembro de 1976, Hermelindo se dirigia para casa, acompanhado de seu cão que demonstrava estar muito agitado. Ainda próximo do bar acendeu-se um clarão que iluminou todo o local ao mesmo tempo em que era ouvido um estranho zumbido. Acima deles havia um objeto que intensamente iluminado com aproximadamente 4 metros de diâmetro com uma espécie de buraco no fundo. Com o surgimento do objeto o cão de Hermelindo tornou-se extremamente agressivo, latindo sem parar para o objeto até receber algum tipo de choque e fugir aterrorizado.
Hermelindo da Silva, alguns anos após o contato, reproduzindo o momento em que se abrigou à porta de seu comércio em Vargem Grande (MG)
Repentinamente a luz se apagou. Com isso Hermelindo acreditou que ela havia ido embora e correu em direção à porta dos fundos do bar com a intenção de se abrigar algum tempo por lá. Ele estava tão nervoso que não conseguiu destrancá-la. Ainda com medo ele ficou o mais perto que pôde da parede do bar, ao mesmo tempo em que tentava verificar se ainda havia alguma coisa acima do estabelecimento. Foi aí que o objeto acendeu-se novamente assustando a testemunha. Hermelindo apanhou um pedaço de madeira que estava ao seu alcance e jogou na direção do objeto. Hermelindo ouviu o barulho supondo que o mesmo havia atingido alguma superfície. Nesse momento a luz apagou-se novamente. Nesse momento o zumbido cessou e em seu lugar surgiu um silvo semelhante à de uma lamparina à gàs. A seguir ele sentiu uma pancada no ombro que o derrubou. Em pânico ele correu em direção à sua casa. A estranha luz que estava acima do estabelecimento posicionou-se a mais ou menos 8 metros acima dele. Aí aconteceu algo muito estranho.
Do objeto saíram quatro cabos com vários ganchos. Enquanto Hermelindo tentava escapar desses ganchos surgiu um pequeno ser que descia através destes cabos. Ele golpeou o ombro da testemunha que se desequilibrou e caiu. Ao cair Hermelindo reagiu e entrou em luta corporal contra a criatura. Durante uns 15 minutos o estranho ser tentou a todo custo prender o protagonista nos ganchos. Hermelindo além de se defender tentava soltar-se dos ganchos presos à ele. Em dado momento a estranha criatura passou um dos ganchos ao redor do tornozelo esquerdo de Hermelindo e subiu correndo por um dos cabos e rapiramente entrou no OVNI. Os cabos estavam sendo puxados para dentro do objeto fazendo com que a testemunha ficasse de cabeça para baixo. Hermelindo estava sendo içado através dos cabos em direção à abertura existente na parte inferior do objeto. Segundo Hermelindo ao se aproximar da abertura sentiu um calor intenso oriundo dessa abertura.
Durante toda a luta Hermelindo gritava por socorro. Seu cunhado ouviu os gritos e foi até a janela para verificar o que estava acontecendo. Ele viu o objeto subindo lentamente, com vários cabos prendendo Hermelindo ao objeto. Quando chegou à borda do orifício no fundo do OVNI Hermelindo apoiou seu pé direito na parte externa do objeto. Com isso o gancho escapou de seu pé esquerdo e ele caiu de uma altura aproximada de 6 metros sobre uma planta denominada iúca, que possuiu bordas cortantes. Mesmo cansado e machucado Hermelindo livrou-se da planta, correu até a casa abrindo a porta a ponta-pés. Ele tinha cortes por todo o corpo, o pé esquerdo estava inchado e o joelho cheio de hematomas.
Segundo Hermelindo o estranho ser tinha aproximadamente 1 metro de altura e formas humanas. Estava vestindo um uniforme cinza, de aparência dura e polida. O rosto não estava visível. Sua descrição do objeto foi limitada devido ao seu campo de observação. Durante toda a experiência a testemunha viu apenas a parte inferior do objeto. Seu cunhado que acompanhou o final da luta pela janela da casa pôde observar melhor e o descreveu como tendo forma cônica com topo redondo, deixando-o com uma aparência de sino.
Fenomenum

::: A TEORIA DO GENOMA ESPIRITUAL:::


A Teoria do Genoma Espiritual explora o fato do DNA atuar como um computador quântico, podendo ser validada ao ser claramente encontrada nos textos sagrados do Hinduísmo, como os Upanishads, escritos há mais de 2.500 anos atrás. 
Através deste trabalho, os Upanishads puderam ser interpretados usando a mais avançada Neurociência e Física Quântica. Com estes estudos, podemos dizer não apenas a localização do “Eu Interior ou Eu Superior” como o que experienciamos, através dos 5 sentidos, ser passível de ter sido gerado de um ponto interno para o externo.
Os mesmos aspectos podem ser encontrados através de uma interpretação quântica do princípio de “Maya” - a antiga doutrina hindu sobre a natureza ilusória de todas as coisas.
Segundo Brad Bartholomew, autor do livro, “The Spiritual Genome”, o DNA de todos as criaturas viventes está conectado ao substrato quântico, sendo este o substrato da inteligência que constitui o “Todo Essencial”, a fonte da qual brota toda a diversidade de vida que vemos ao nosso redor.
Esta é de fato uma realidade virtual, inserida na inteligência que tudo integra.

Conheça a história do jovem britânico está "preso" no tempo há oito anos


Quem assistiu ao filme "Feitiço do Tempo” sabe exatamente o que acontece com o personagem de Bill Murray: ele acorda todos os dias como se fosse o mesmo dia. Esta circunstância não parece estar restrita à ficção e, por motivos médicos, é possível, sim, que uma pessoa fique "presa" em uma espécie de confusão temporal, confinada por anos em um estranho fenômeno que chamamos de déjá vu.
Esse é o caso de um jovem britânico de 23 anos, que atravessava um déjà vu persistente desde 2007. O artigo publicado pelo Journal of Medical Case Reports relata que tudo começou com um quadro de TOC, que o fazia lavar as mãos com muita frequência, assim que entrou na universidade. Ao deixá-la, começaram os déjà vu, cada vez mais frequentes e prolongados. O problema piorou quando ele decidiu tomar um LSD: os episódios se tornaram totalmente recorrentes. Em 2008, ele foi a um neurologista, porém tanto o eletroencefalograma quanto a ressonância magnética não mostraram nada de anormal. Mas os déjà vu eram tão persistentes que ele deixou de ver TV, escutar rádio e ler os jornais, já que sentia uma sensação aterrorizante de já ter visto, escutado e lido tudo aquilo antes. 
Não é o primeiro caso de déjà vu crônico, embora todos aqueles registrados anteriormente estivessem vinculados a pessoas com diagnóstico de demência, incapazes de diferenciar a realidade de seus processos mentais. O jovem inglês, no entanto, é totalmente consciente de sua anomalia. Os médicos que estudam o caso dizem que isso pode se dar devido a uma doença psicogênica, ou seja, que seu cérebro funciona de maneira atípica sem nenhuma explicação física.
Fonte: La Vanguardia 

Conheça o segredo para “aprender mais” que Albert Einstein passou ao seu filho


Depois de vários anos de esforço, o genial Albert Einstein resumiu, em apenas duas páginas, o trabalho de toda sua vida: a teoria geral da relatividade. E foi nesse momento que ele decidiu compartilhar um de seus segredos guardados com maior zelo com seu filho mais velho, Hans Albert.
Era o ano de 1915 e Albert Einstein, com 36 anos, vivia um dia a dia inquietante na cidade de Berlim, estremecida com a Primeira Guerra. Enquanto isso, sua primeira esposa, Mileya, e seus dois filhos, Hans Albert e Eduard, viviam em Zurique, distantes do conflito. Eufórico, após formular sua teoria revolucionária, Einstein escreveu para o seu filho mais velho, Hans Albert. Além de agradecer pelas cartas que recebia do pequeno, com 11 anos na época, o físico prometeu passar, todos os anos, uma temporada ao seu lado – quando compartilhou com ele sua mais nova descoberta científica. “Você pode aprender muitas coisas boas e belas comigo, coisas que ninguém mais poderá lhe ensinar. O que conquistei com muito trabalho extenuante não está apenas aí para pessoas estranhas, mas, principalmente, para meus próprios filhos. Esses dias, concluí uma das obras mais belas da minha vida. Quando você for maior, lhe contarei”, Einstein escreveu na carta publicada no livro “Posterity: Letters of Great Americans to Their Children”, em 2008, uma compilação na qual Einstein, cidadão norte-americano desde 1940, foi incluído.
“Estou muito contente que você tenha encontrado alegria no piano (...) Toque, principalmente, as coisas de que gosta, mesmo se o professor não lhes der como tarefa. Essa é a forma de aprender mais: quando está fazendo algo com tanto prazer que não se dá conta de que o tempo passou. Às vezes, estou tão envolvido no meu trabalho, que me esqueço de almoçar”, confessou o cientista.

Fonte: Farnam Street 

Buzz Aldrin: "EUA devem estabelecer uma base permanente em Marte"


EUA. precisa de mais do que levantar sua bandeira em Marte se a nação quer ser um líder na exploração do espaço, diz ex astronauta Buzz Aldrin que esteve na Lua em 1969.


"Na minha opinião, não há nada mais convincente para demonstrar a liderança dos EUA para o resto deste século que a presença permanente em Marte ",  disse terça-feira no Senado dos EUA o astronauta e membro da primeira expedição à Lua, Buzz Aldrin.



Voos de ida e volta a Marte sem estabelecimento de uma colônia são insuficientes para garantir a liderança dos EUA, de acordo com Aldrin. As bases lunares não será suficiente , pois "outros países não vão precisar de muito tempo para atingir o mesmo nível tecnológico ".
RT

Poderia a matéria escura acumular-se no Sol?


Uma equipe de astrofísicos do Reino Unido acredita que a matéria escura poderia ser parte d Sol, o que explica o mistério do seu comportamento.


Por mais que a ciência e a tecnologia se desenvolve, a Mãe Natureza sempre deixa a comida ser humano matéria de reflexão. Ultimamente, os astrofísicos internacionais estão se interessando muito pelo comportamento do sol.

Recentes observações das ondas do interior do Sol brindaram uma grande revelação: circula  hélio e hidrogênio dentro, quando deveriam estar presentes outras substâncias 10% mais pesadas.

A equipe de cientistas da  Universidade de Durham , Reino Unido, assume que o material que falta pode ser explicado pela presença de uma variedade de matéria escura , conhecida como a matéria escura assimétrica. Os pesquisadores acreditam que esta forma de matéria escura, que tem uma grande diversidade de partículas, pode 'cooperar' com outros materiais por transferências de impulso regular.

Se os cientistas confirmam que a matéria escura se acumula no sol, a descoberta vai lançar luz sobre uma questão que sempre interessou para a humanidade: por que existe o universo?
RT

Acham na Espanha arte rupestre de mais de 15 mil anos


Arqueólogos da comunidade autônoma espanhola do País de Basco encontraram uma das mais antigas pinturas rupestres na Europa. Estima-se que o número de números de animais encontrados são entre 15.000 e 22.000 anos.

Arqueólogos do País Basco, Espanha, descobriram uma série de gravuras na região da caverna Erlaitz , diz relatórios de El Diario de Basco ". Pelo menos, oito figuras de animais, incluindo cavalos, veados e bisões, entre 15.000 e 22.000 anos de idade foram encontrados.

"O que descobrimos mostram um grande patrimônio arqueológico ", diz Ikerne Badiola, deputado Juventude, Cultura e Desporto do Conselho Provincial de Gipuzkoa, do País de Basco. Ao mesmo tempo, o funcionário acrescentou que este é um dos mais antigos sítios arqueológicos da Europa.

Possivelmente, a caverna pode ter mais gravuras rupestres, mas atualmente são difíceis de reconhecer, de modo que novos estudos estão sendo realizados. Especialistas acreditam que a descoberta é um"elevado potencial" para coletar dados "muito pouco conhecido de expressão gráfica dos grupos humanos no período paleolítico superior."
RT

Vídeo: Cientistas alcançam a primeira imagem de luz


Cientistas da École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na Suíça, tiraram pela primeira vez uma foto da luz na qual esta se comporta simultaneamente como uma onda e como uma partícula, informa um estudo publicado na revista 'Nature Communications'.


Segundo o estudo, nos experimentos anteriores só se chegaram a resultados nos quais a luz exibia as propriedades de uma onda ou de uma partícula.

Para realizar este experimento confinaram um pulso de luz láser em um pequeno cabo metálico e dispararam uma corrente de elétrons  ao lado do cabo. Os elétrons ricochetearam os fótons (partículas que compõem a luz), o que mudou a velocidade dos  primeiros.



As mudanças de velocidade foram visualizadas como picos de energia, o que comprova o aspecto da onda de luz.

Em seguida, eles colocaram o cabo sob o microscópio e fotografaram. A camada mais baixa da imagem indica a posição das partículas e a alta camada mostrou ondas de luz.
RT

Encontrada uma vala comum com 200 corpos debaixo de um supermercado no centro de Paris


Arqueólogos descobriram no âmbito de um supermercado no meio de Paris uma vala comum contendo os restos de mais de 200 potenciais vítimas da peste que morreram centenas de anos atrás.

Mais de 200 corpos, colocados em fileiras em uma vala comum medieval foram encontrados por arqueólogos sob um ramo de supermercados Monoprix no segundo distrito de Paris, relata 'The Telegraph'. O local era um antigo hospital cemitério , demolido no século XVIII. Quando os novos edifícios foram construídos em seu lugar, os corpos enterrados no cemitério foram transferidos para outro lugar, mas por alguma razão, muitos ainda estavam lá.

Até agora, os corpos foram descobertos em oito poços diferentes, a maior  contém 150 esqueletos dispostos em duas linhas. A causa da morte ainda é desconhecida, mas os arqueólogos do Instituto Nacional Francês de Investigação Arqueológica Preventiva (INRAP) fez planos para realizar testes de DNA para confirmar suas suspeitas de que as pessoas enterradas no cemitério velho do Hospital Trinité possam ter morrido de peste ou fome.
RT

Bactéria mortal escapa de um laboratório secreto dos EUA


As autoridades de Louisiana (EUA) informaram que as bactérias perigosas e potencialmente mortais escaparam de um laboratório de alta segurança em um centro de pesquisa do país.

Segundo o jornal  'USA Today' , os especialistas dizem que o "vazamento" da bactéria Burkholderia pseudomallei do Centro Nacional de Primatas Research Tulane, localizado cerca de 80 km ao norte de Nova Orleans, não representa qualquer risco para a sociedade, mas a extensão da contaminação permanece desconhecida . As bactérias, que se originam principalmente no sudeste da Ásia e norte da Austrália, pode ser transmitida aos seres humanos e animais por meio do contato com a água ou o solo contaminado. Foi classificado como " um agente bioterrorista potencial. " O incidente provavelmente ocorreu em novembro passado  quando os cientistas estavam trabalhando no desenvolvimento de uma vacina contra a bactéria. As autoridades afirmam que o patógeno não foi detectado ao ar livre ou na terra ao redor das instalações. No entanto, quatro macacos mantidos em gaiolas ao ar livre foram infectados , e dois deles tiveram de ser sacrificados. Além disso, um fiscal federal ficou doente depois de visitar as instalações, embora não seja claro se ele foi exposto à bactéria já que antes de sua visita ele fez uma de suas viagens ao exterior.
RT

E se o universo continuar a se expandir para sempre?


Atualmente, tal como se descobriu no final dos anos 1990, o universo se encontra em expansão acelerada de forma crescente e todas as galáxias distantes escapam de nós mais rápido do que nas proximidades.Isso significa que, se seguir assim, "todas elas acabarão por aproximar-se da velocidade da luz" e que "ha galaxias no universo cuja luz nunca chegará até nós", diz um cientista espanhol.


"O horizonte de eventos cosmológicos parece uma esfera negra gigante, com um tamanho de 20.000 vezes a distância que nos separa da galáxia de Andrômeda. O que acontece para além deste horizonte será sempre fora do alcance de nossos instrumentos ", diz José Luis Fernández Barbón, pesquisador do Conselho Superior de Pesquisas Científicas do Instituto de Física Teórica e autor do livro "buracos negros".

O cientista espanhol afirma  sob a hipótese de que continua eternamente acelerada a expansão "vai acabar por ter todas as galáxias distantes" congelado "em nosso horizonte cosmológico, vai caindo, até que seus fótons de luz sejam tão fracos que não poderemos detectar "e que, nessa situação," a astronomia será desinteressante para os nossos descendentes ", já que para eles" a Via Láctea parecerá com uma ilha deserta, no meio de um universo vazio. "

"Vivemos em um tempo privilegiado, numa altura em que ainda podemos olhar para trás e vislumbrar as relíquias do Big Bang", diz o especialista.
RT

Nova forma de vida: Cientistas criam um ser que sobrevive sem água

Quando se trata de procurar vida fora do nosso planeta, a maioria dos especialistas operam sob a premissa de que, como acontece com a biodiversidade na Terra, seres extraterrestres são dependentes de água. Mas e se eles pudessem sobreviver sem esta substância vital para nós?


Engenheiros químicos e astrônomos da Universidade de Cornell, EUA, publicaram um estudo na revista " A ciência avança " para revelar a possibilidade de que a vida extraterrestre possa existir para além das fronteiras da química baseados em água. Assim, a equipe  criou uma membrana celular teórica baseada em metano em vez de  água y teria um ponto de congelação menor que esta. Eles o chamaram de "azotosoma" e estabeleceu que tem uma forte resistência à deterioração, bem como uma flexibilidade semelhante aos fosfolipídios terrestres, informa o site " Motherboard " .

Esta estrutura consistirá de pequenos compostos de azoto, carbono e hidrogênio e será capaz de operar a temperaturas de -180 ° C no metano líquido. Assim, a equipe de cientistas afirma que poderia  sobreviver nos mares criogênicos de Titã , a lua gigante de Saturno inundado com mares de metano líquido,que abrigaria células livres de oxigênio a base de hidrocarboneto alcano, permitindo que se metabolizem e se reproduzam  igual a vida existente na Terra.
RT

Um satélite secreto dos EUA explodiu sobre a Terra

Um satélite militar dos EUA explodiu no último dia 03 de fevereiro na órbita da Terra após a detecção de um inexplicável "aumento repentino da temperatura"  caindo então, dezenas de pedaços de detritos.



CelesTrak empresa civil, foi ao primeiro a detectar a explosão do antigo satélite meteorológico secreto e mais tarde a Força Aérea dos EUA confirmaram a sua perda . O satélite foi um componente do antigo Programa de Satélites Meteorológicos da Defesa do Exército dos Estados Unidos que começou a se desenvolver em 1960 para apoiar as missões de reconhecimento e vigilância. Em 1972, o sistema foi desclassificado e agora os dados obtidos estão disponíveis para os cientistas civis.


Air Force Space Command confirmou ao portal SpaceNews.com o "evento catastrófico" que ocorreu depois de "um aumento súbito da temperatura", que foi seguida por "uma perda irreparável de controle". A explosão causou a dispersão em diferentes órbitas de 43 fragmentos do satélite que agora estão sendo procurados pela Força Aérea dos EUA
RT

Arqueólogos encontram casa onde Jesus pode ter passado a infância

Estrutura situada em Nazaré era reconhecida por povos antigos como local onde ele foi criado


Arqueólogos descobriram em Nazaré, cidade de Israel descrita como local onde Jesus passou a infância, uma casa que pode ter sido o lugar onde ele foi criado por Maria e José. A estrutura data do primeiro século e foi parcialmente construída com paredes de argamassa e pedra, apoiada numa encosta rochosa.

A construção já havia sido descoberta na década de 1880, por freiras no Convento das Irmãs de Nazaré, mas não havia sido verificada por arqueólogos até 2006, quando uma equipe liderada por Ken Dark, da Universidade de Reading, no Reino Unido, identificou a casa como pertencente ao primeiro século.
Segundo os pesquisadores, pessoas que viveram séculos após a época de Jesus acreditavam que ele havia sido criado ali. Se isso aconteceu de fato, ainda não é possível saber, mas Dark acredita na possibilidade.
"Foi esta a casa onde Jesus cresceu? É impossível dizer por motivos arqueológicos", escreveu Dark em artigo publicado na revista "Biblical Archaeology Review". "Por outro lado, não há nenhuma boa razão arqueológica para que tal identificação não seja levada em consideração."
Os arqueólogos descobriram que, séculos depois do tempo de Jesus, o Império Bizantino, que controlava Nazaré até o século VII, decorou a casa com mosaicos e construiu uma igreja conhecida como a "Igreja da Nutrição" sobre a casa. Isso protegia a construção.
Além disso, segundo os pesquisadores, soldados das cruzadas que se aventuraram na Terra Santa no século XII fixavam-se na igreja depois que ela caiu em desuso. Estas evidências, portanto, sugerem que tanto bizantinos quanto soldados acreditavam que essa era a casa onde Jesus havia sido criado, disse Dark.
Os objetos do primeiro século encontrados na casa incluem potes de cozinha quebrados e vasos de pedra calcária, sugerindo que uma família viveu no local. E os vasos de calcário sugerem tratar-se de uma família judia, porque as crenças judaicas consideram que o material não poderia se tornar impuro.
Dark e sua equipe descobriram que a casa ficou abandonada em algum momento durante o primeiro século. Depois disso, a área foi utilizada para fins de extração e, posteriormente, como um cemitério. Dois túmulos agora vazios foram construídas ao lado da casa abandonada.
O fato de a casa ter sido protegida explica sua "excelente preservação", afirmou Dark. De acordo com ele, "grandes esforços" foram feitos para preservar a estrutura.
Além das evidências arqueológicas, um texto de 670 d.C. feito pelo abade Adomnàn, da ilha escocesa de Iona, relata a existência de uma peregrinação a Nazaré feita pelo bispo franco Arculf, e menciona uma igreja "onde antes havia a casa na qual o Jesus foi alimentado durante a infância ", de acordo com a tradução dos escritos de Adomnàn por James Macpherson Rose.
o globo